12 de Fevereiro de 2011

"Foram dez os vinhos do Douro distinguidos com o Prémio Excelência. A segunda região mais premiada, o Alentejo, apenas obteve cinco primeiros galardões na categoria dos “melhores entre os melhores”, logo seguida pelo Dão, que teve quatro vinhos dos 33 Prémios Excelência distribuídos.

O ano 2010 viu aparecer no mercado os vinhos tintos da vindima de 2008 e alguns da colheita de 2007, dois dos melhores anos da década, e ainda os brancos de 2009, que, “apesar de não ter sido uma vindima fácil, originou brancos de excelente qualidade em todas as regiões do país”, afirmou à Lusa o director da Revista de Vinhos, Luís Lopes.

O responsável distingue ainda outra característica de 2010: “foi também um ano em que apareceram vinhos do porto tawny, velhos, de altíssima qualidade. Vinhos que as casas tinham em reservas há muitos anos e que em 2010 resolveram pôr no mercado”.

A Andresen, “uma pequeníssima empresa, mas com um histórico fantástico em tawnys velhos”, foi a que mais surpreendeu a revista, o que lhe valeu um dos 17 Prémios Especiais atribuídos, na categoria de Empresa 2010 – Vinhos Generosos.

O Prémio Empresa 2010 foi atribuído à Sogrape Vinhos. A revista reconheceu na maior empresa do sector em Portugal “a grande consistência de qualidade na gama [de vinhos] mais baixa”, mas sublinhou também o facto de os vinhos topo de gama deste rótulo terem atingido, tanto no Dão como no Douro, as classificações máximas atribuídas pela publicação.

“Pontuaram sempre nos primeiros lugares”, explicou Luís Lopes. O “sucesso” do investimento da Sogrape no estrangeiro, sobretudo na Argentina, “onde estão cotados como um dos maiores e melhores produtores do país, com sucesso tremendo no mercado mundial”, foi o argumento decisivo para a distinção da empresa.

A Sogrape Vinhos tinha já sido premiada em Janeiro pela influente revista norte-americana Wine Enthusiast como o melhor produtor europeu de 2010, pela capacidade de crescimento e desenvolvimento de marcas.

Entre os restantes premiados esta noite pela Revista de Vinhos, Anselmo Mendes foi distinguido como Produtor 2010. “Nós sabemos que [Anselmo Mendes] há muito faz excelência em alvarinhos, mas ele mantém essa consistência de excelência mas sempre com inovação. Todos os anos procura fazer coisas diferentes. E no ano de 2009 lançou aquele que para mim é um dos melhores vinhos brancos de sempre, que é o Anselmo Mendes Parcela Única”, justificou Luís Lopes."
http://economia.publico.pt/Noticia/douro-e-o-grande-vencedor-da-noite-dos-oscares-do-vinho_1479874 11.02.2011 - Por LUSA, Jornal Público.
publicado por DELFOS às 08:32
11 de Fevereiro de 2011

"As exportações de vinhos do Alentejo para o Brasil aumentaram cerca de 48 por cento em 2010, face ao ano anterior.
Em declarações à agência Lusa, a presidente da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), Dora Simões, afirmou que “estamos muito satisfeitos com este notável aumento de vendas num mercado competitivo como o Brasil. Entendemos que este é o resultado prático de acções de divulgação e de um trabalho comercial intenso dos produtores e importadores de vinhos do Alentejo no Brasil."
http://www.allentejo.com/?p=300
publicado por DELFOS às 00:46
03 de Fevereiro de 2011

CONCURSO"Realizou-se pelo segundo ano consecutivo a Prova de Vinhos dos Produtores do Concelho de Alter do Chão, que teve lugar na freguesia de Chancelaria, no dia 29 de Janeiro.
Estiveram presentes 22 produtores, ficando em 1ºlugar o vinho de José Baltazar Cordeiro, de Alter do Chão, o 2º lugar foi para Armando Crespo, de Cunheira e em 3º Manuel Henriques Ferreira, de Cunheira.
A avaliar os vinhos do Concelho estiveram o Presidente e o Vereador da Cultura, da Câmara de Alter do Chão, Francisco Rolo, Vasco Damas e Manuel Cruz.
A 2ª Prova de Vinhos proporcionou um dia de convívio em Chancelaria, com um almoço aberto à população acompanhado de música tradicional portuguesa."
http://www.cm-alter-chao.pt/noticias/noticiasdet.asp?news=504
publicado por DELFOS às 13:53

Uma Pausa no Gavião


A região, Gavião, não é propriamente conhecida pelos seus vinhos, aliás, os produtores locais são tão poucos e recentes que contam-se pelos dedos de uma mão os vinhos de qualidade saídos deste Norte Alentejo, paredes meias com o rio Tejo, com as Beiras e o Ribatejo logo ali à espreita. Uma encruzilhada de solos, climas, paisagens.


Com este cenário, foram poucos, ainda, os produtores que se aventuraram numa região onde o nome não vende, apesar de jurarem a pé juntos que este é um dos melhores terroirs de Portugal.

Um deste aventureiros, Ilex, entrou com os seus vinhos no mercado com a colheita de 2006 e, presentemente, nas prateleiras, está a colheita de 2007 e o reserva de 2006, vinhos esses já medalhados em vários concurso nacionais e internacionais.




Curiosa a escolha das castas, onde a Touriga Nacional está em largo destaque, mas onde também temos a nortanhasTinta Barroca e o Tinto Cão, nas nossas, e Petit Verdot, nas imigrantes, uma casta cada vez mais usada em terras alentejanas derivado ao aumento das temperaturas, dizem os entendidos.




Pausa tinto 2007

Um vinho que vive da fruta séria e da frescura que apresenta na boca, que o faz um bom parceiro para o dia a dia, apesar do preço já andar por volta dos 6/7 euros. (87/100)


Pausa Reserva tinto 2006

Mais concentrado, a mesma fruta elegante, aromas que nos transportam para o campo, com madeira bem integrada, boa frescura. Um bom vinho, com qualidade evidente. Custa cerca de 10 euros. (90/100)

In http://pingamor.blogspot.com/2011/01/uma-pausa-no-gaviao.html

publicado por DELFOS às 10:15
24 de Janeiro de 2011

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Uma Pausa no Gavião

A região, Gavião, não é propriamente conhecida pelos seus vinhos, aliás, os produtores locais são tão poucos e recentes que contam-se pelos dedos de uma mão os vinhos de qualidade saídos deste Norte Alentejo, paredes meias com o rio Tejo, com as Beiras e o Ribatejo logo ali à espreita. Uma encruzilhada de solos, climas, paisagens.

Com este cenário, foram poucos, ainda, os produtores que se aventuraram numa região onde o nome não vende, apesar de jurarem a pé juntos que este é um dos melhores terroirs de Portugal.
Um deste aventureiros, Ilex, entrou com os seus vinhos no mercado com a colheita de 2006 e, presentemente, nas prateleiras, está a colheita de 2007 e o reserva de 2006, vinhos esses já medalhados em vários concurso nacionais e internacionais.



Curiosa a escolha das castas, onde a Touriga Nacional está em largo destaque, mas onde também temos a nortanhasTinta Barroca e o Tinto Cão, nas nossas, e Petit Verdot, nas imigrantes, uma casta cada vez mais usada em terras alentejanas derivado ao aumento das temperaturas, dizem os entendidos.



Pausa tinto 2007
Um vinho que vive da fruta séria e da frescura que apresenta na boca, que o faz um bom parceiro para o dia a dia, apesar do preço já andar por volta dos 6/7 euros. (87/100)

Pausa Reserva tinto 2006
Mais concentrado, a mesma fruta elegante, aromas que nos transportam para o campo, com madeira bem integrada, boa frescura. Um bom vinho, com qualidade evidente. Custa cerca de 10 euros. (90/100)
In http://pingamor.blogspot.com/2011/01/uma-pausa-no-gaviao.html
publicado por DELFOS às 15:23
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