22 de Fevereiro de 2011

CONSTITUIÇÃO FORMAL DE EMPRESAS

Centro de Formalidades de Empresas:
http://www.cfe.iapmei.pt/

DGRN - Direcção-Geral dos Registos e do Notariado:
http://www.dgrn.mj.pt/

Empresa na Hora
http://www.empresanahora.pt/



INFORMAÇÃO ÚTIL

Portal do Cidadão
http://www.portaldocidadao.pt/PORTAL/pt/empresas/

EIC PME - Euro Info Center
http://www.eicpme.iapmei.pt/

IAPMEI – Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento
http://www.iapmei.pt/

ITP – Instituto de Turismo de Portugal
http://www.ifturismo.min-economia.pt/

Instituto de Informação em Franchising
http://www.infofranchising.pt/



SISTEMAS DE APOIO

III Quadro Comunitário de Apoio
http://www.qca.pt/

Programa de Incentivos à Modernização da Economia
http://www.prime.min-economia.pt/

ITP – Instituto de Turismo de Portugal
http://www.ifturismo.min-economia.pt/

ICEP Portugal
http://www.icep.pt/

IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional
http://www.iefp.pt/


Agência de Inovação
http://www.adi.pt/

IFADAP – Instituto de Financiamento e Apoio ao Desenvolvimento da Agricultura e Pescas
http://www.ifadap.min-agricultura.pt/





A FONTE:
http://www.evoradigital.biz/es/conteudos/empresarial/evora%20empreende/empreender%20e%20criar/formalidades%20legais%20para%20a%20criacao%20de%20empresas/auxilio%20na%20criacao%20da%20empresa/links%20uteis%20para%20a%20criacao%20de%20empresas.htm
publicado por DELFOS às 00:18
21 de Fevereiro de 2011

E do http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/microcredito-empresas-negocios-microempresas-trabalho-agencia-financeira/1234383-1730.html se extrai o seguinte: "É uma forma de arriscar um novo negócio para quem pensa que todas as portas estão fechadas. Os beneficiários do microcrédito ligados à Associação Nacional de Direito ao Crédito viram aprovados 1.433 projectos em um pouco mais de onze anos, representando cerca de 7,7 milhões de euros.

Com isso, foram criados 1.812 postos de trabalho, dos quais 172 ao longo de 2010. O presidente da ANDC, Moahmed Ahmed, referiu à Lusa que mais de metade dos empreendedores que recorrem ao microcrédito são mulheres (52,7%). Estamos a falar de excluídas «social e financeiramente», mas cuja capacidade para criar o seu emprego surge devido a diversas circunstâncias impostas pela vida, entre outras, pertence a minorias étnicas, é imigrante ou perdeu o seu emprego.

«O espírito de luta, sacrifício e capacidade de adaptação» são algumas das características destes empreendedores que recorrem ao microcrédito.

No total dos processos, desde 1999, ano em que a ANDC foi criada, até Janeiro de 2011, Lisboa lidera com 38,7% das aprovações, seguida do Norte (24%), Centro (21%), Alentejo (10,4%) e do Algarve (6%).

As pessoas que recorrem ao microcrédito têm de ter uma «ideia viável» para constituírem o seu negócio ou a sua microempresa, mas normalmente «não possuem o capital para concretizarem o seu desejo», nem a banca universal, ou de retalho, em Portugal, lhes concede crédito por não apresentarem «os requisitos mínimos exigidos», explicou à Lusa fonte do sector.

Os beneficiários apostam sobretudo em actividades como o comércio por grosso e a retalho (37,3%), seguida dos de negócios na área do alojamento, restauração e similares (13,3%) e das indústrias transformadoras (10,8%), além de outras como as actividades ligadas construção (5%), informação e comunicação (2,5%) e à agricultura e produção animal (3,4%).

O medo de arriscar

No dia em que passa um ano sobre a publicação do decreto-lei que permitiu a constituição de sociedades financeiras de microcrédito, Helena Mena, que, no BCP, é responsável pela rede autónoma de microcrédito disse à agência Lusa que os projectos financiados, desde então, envolveram um empréstimo global de 16,5 milhões de euros.

«Nesta área fomos os pioneiros em Portugal há onze anos. Em 2005, o banco decidiu criar uma rede autónoma de microcrédito que está a funcionar desde Novembro desse ano».

Segundo Helena Mena, a crise, que deveria «trazer mais pedidos» para a criação de projectos de microcrédito, ao contrário do que era expectável, não gerou uma grande procura por parte das pessoas: «Retraíram-se um pouco e não querem arriscar».

No entanto, já se começa a verificar «uma inversão desta tendência», um bom sinal, dado que a criação de emprego auto-sustentado e o investimento na formação das pessoas dá «os seus frutos».

O microcrédito permite a quem não tem emprego, por exemplo, e não possui condições de obter crédito bancário pela via tradicional, poder lançar as suas ideias em projectos financiados segundo as condições do microcrédito, mas dispondo de um «fato à medida, em que a flexibilidade é uma das preocupações».

«O crédito tem maturidade de quatro anos, e não ultrapassa por pessoa 17.500 euros, nem tem comissões e beneficia de spreads baixos».

As áreas com maior destaque nos projectos de microcrédito têm a ver com os restaurantes e snack-bars (16%), cafés (12%), cabeleireiro, estética e tatuagens (também com 12%) e as mercearias e mini-mercados (8%).

As sociedades financeiras de microcrédito em Portugal foram lançadas há um ano pelo Governo, mas não foi criada nenhuma até agora, segundo fonte do Banco de Portugal. É que só a partir de 31 de Janeiro, com a promulgação da última portaria, é que foi possível avançar para a sua constituição, apesar do decreto-lei ser de 19 de Fevereiro de 2010."

Fonte: Agência Financeira
publicado por DELFOS às 08:43
15 de Fevereiro de 2011

INSOLVÊNCIA DE: EUROLIVA – AZEITES E ÓLEOS ALIMENTARES, S.A. PROCESSO Nº 878/09.2 TBPTG –1º JUÍZO TRIBUNAL DA COMARCA DE PORTALEGRE A
D
DMINISTRADORA DA INSOLVÊNCIA: IGNÍSSIMO SENHOR DR. ADEMAR LEITE
Rua João das Regras, n.º 284 – 1º, sala 107 Edifício João das Regras 4000-291 Porto
Tel. 22 202 40 40 Fax. 22 201 30 52
Av. Duque de Loulé, n.º 47 – 6º Dt.º 1050-086 Lisboa Tel./Fax. 21 386 23 74
domuslegis.com@gmail.com www.domuslegislda.com
C
ONDIÇÕES DE VENDA BENS IMÓVEIS 1º -
São da responsabilidade do comprador os encargos com IMT, escrituras e registos; 2º -
3º -
O comprador hoje deixa dois cheques, sendo um de sinal de 20% do valor licitado emitido à ordem da Massa Insolvente de Euroliva – Azeites e Óleos Alimentares, S.A. e outro de 2% + IVA sobre o valor licitado referente à prestação de serviços da Leiloeira, emitido à ordem de Domus Legis, Lda. O restante pagamento será efectuado no acto da outorga da escritura, com cheque visado, que será efectuada até ao prazo máximo de 90 dias, a contar desta data. 4º - Os bens são vendidos no estado físico e jurídico em que se encontram, bem como são vendidos livres de quaisquer ónus ou encargos, que serão cancelados conforme artigo 101º n.º 5, do Código do Registo Predial. (A inscrição de aquisição, em processo de execução ou de insolvência de bens penhorados ou apreendidos determinam o averbamento oficioso de cancelamento de registos dos direitos reais que caducam nos termos do n.º 2 do artigo 824º do Código Civil). BENS MÓVEIS 1º -
2º -
Os compradores deixam no dia do leilão dois cheques, sendo um do valor global licitado + IVA emitido à ordem da Massa Insolvente de Euroliva – Azeites e Óleos Alimentares, S.A. e outro de 10 % + IVA referente à prestação de serviços da Leiloeira, emitido à ordem de Domus Legis, Lda. Os bens são vendidos no estado físico e jurídico em que se encontram, não podendo garantir que os mesmos se encontram em estado de funcionamento. Assim sendo, declinamos, massa insolvente e Domus Legis, Lda., toda e qualquer responsabilidade do funcionamento dos mesmos. 3º - Para levantamento dos bens adquiridos, esta Leiloeira entrará em contacto com os compradores, a marcar dia e hora, após boa cobrança dos cheques. Caso tenham alguma dúvida, agradecemos que esclareçam com o representante da Leiloeira aqui presente. RELAÇÃO DE LOTES BENS IMÓVEIS: LOTE N.º 1 Prédio urbano composto de casa de rés-do-chão com área coberta de 70 m2 sito na Quinta da Alegria, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a- Nova, a confrontar a norte e nascente com Rosalina de Jesus, sul e poente com "Oleicola Izimarte,Limitada", descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 1178/20011220, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 581 LOTE N.º 2 Prédio urbano composto de edifício de rés-do-chão com dois anexos e logradouro com área total de 6.687 m2 sito na Quinta da Alegria – Estrada Nacional, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com António José Carreiro de Carvalho, sul com Euroliva, S. A., nascente com Estrada Nacional e poente com João Gil Milheiro e Rui Lemos Viana, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 1149/20000703, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 1125 LOTE N.º 3 Prédio urbano composto de edifício de rés-do-chão para habitação e sala destinada a café-restaurante e dois anexos com logradouro, com área total de 4.375 m2, sito na Quinta da Alegria – Estrada Nacional, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com Euroliva, S. A.,sul com Manuel Valente Boavida, nascente com Estrada Nacional e poente com João Gil Milheiro, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 1150/20000703, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 1126 LOTE N.º 4 Prédio urbano composto de parcela de terreno para construção, com área de 11.000 m2, sito na Quinta da Alegria, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com Rui Paços Feio Lemos Viana, sul com Estrada, nascente e poente com Euroliva, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 1310/20060911, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 1143 LOTE N.º 5 Prédio misto composto de cultura arvense, figueiras, oliveiras, sobreiros, prado natural e um agregado que se destina a fábrica de extracção de óleos vegetais, sendo um corpo destinado a armazém de bagaços; outro destinado a fabrica, e outro destinado a escritório, logradouro,sito em Alegria ou Quinta da Alegria, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com Junta de Freguesia, sul com Delfim Robalo e Joaquim Carreiro Carvalho Polgado, nascente com Estrada Nacional e poente com Joaquim de Campos, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 1176/20011220, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 711 e na matriz rústica sob o artigo 31 secção C LOTE N.º 6 Prédio rústico composto de prado natural, com área de 3.500 m2, sito na Quinta da Alegria, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com Luís Pedro Gonçalves Lopo, sul com Caminho, nascente com Estrada Nacional e poente com Miguel Valente da Costa e outros e Caminho, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 1177/20011220, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 24 secção C LOTE N.º 7 Prédio rústico composto de terra de cultura arvense e vinha, com área de 42.000 m2, sito na Quinta da Alegria, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com Caminho Público, sul com Engº Rui Lemos Viana, nascente com Caminho Público e poente com Estrada Nacional e António José Folgado Carvalho, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 606/19930210, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 167 secção A LOTE N.º 8 Prédio rústico composto de terra de cultura arvense, com área de 14.500 m2, sito na Quinta da Alegria, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com Engº José Feio Lemos Viana, sul e nascente com Estrada Nacional e poente com José Domingues, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 607/19930210, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 41 secção C UNIDADE INDUSTRIAL (BENS MÓVEIS E IMÓVEIS) LOTE N.º 9
-Prédio urbano composto de casa de habitação de rés-do-chão e 1º andar, tendo no rés-do-chão uma divisão que serve de lagar de azeite, 3 pavilhões anexos destinados a armazém e uma casa que serve de arrecadação, com quintal anexo, com área de 4.242 m
- Prédio rústico composto de cultura arvense, denominado "Fonte Nova", com área de 26.950 m
"Euroliva – Azeites e Òleos Alimentares, S.A.", nascente com Estrada Nacional e poente com Estrada Nacional, descrito na Conservatória do Registo Predial do Crato sob o nº 879/20061003, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 356 Secção G
- Prédio rústico composto de cultura arvense, denominado "Fonte Nova", com área de 48.750 m
- Um compressor da marca Fini modelo Plus 40 eum depósito de mil litros de cor vermelha, um grupo composto por duas bombas da marca Gonzales Paris, dois vibradores sem marca visível de cor verde, um senfim de onze metros, um Garibaldi, uma escada em alumínio e um extintor Co
aquecimento, uma caldeira a gasóleo, da marca Ignis e um depósito da caldeira para gasóleo, três armários vestiários, um com quatro módulos e três com oito módulos, uma secção/loja composta por três estantes em madeira, uma mesa redonda em madeira com bordado de Nisa, uma cadeira em madeira, três cadeiras metálicas forradas a napa de cor preta, uma secretária metálica com tampo em fórmica, vinte e cinco embalagens de azeite com três litros cada, uma mesa de reuniões rectangular metálica com tampo em madeira, oito cadeiras metálicas forradas a napa de cor castanha, um móvel frigobar com duas portas, uma secretária metálica com tampo em fórmica, um cofre monobloco de cor cinza, duas secretárias pequenas rectangulares metálicas com tampo em fórmica, um cesto para papéis, duas cadeiras metálicas forradas a napa de cor preta, sendo uma com rodas, dois armários metálicos para arquivo, um computador de linha branca, um monitor da marca Philips, um teclado da marca NGS, um rato da marca Samsung, uma impressora da marca HP modelo Deskjet F4180, uma máquina de calcular da marca Casio modelo FR620TER, uma máquina de escrever eléctrica da marca Brother, dois móveis em madeira de arquivo com três portas cada e seis prateleiras, duas secretárias metálicas rectangulares com tampo em fórmica, um móvel de arquivo pequeno com duas prateleiras e três gavetas, outro móvel de arquivo metálico com tampo em madeira com duas portas, um ar condicionado da marca Haier, três cadeiras metálicas, sendo duas forradas a napa de cor castanha e uma forrada a napa de cor preta, dois móveis de arquivo, um móvel em madeira e outro metálico com duas portas de correr em vidro, uma UPS da marca APS, uma máquina de escrever manual, trinta e oito peças antigas, um ar condicionado da marca LG, uma cadeira metálica forrada a napa de cor preta, cinco móveis de arquivo em madeira e inox, com duas portas e uma gaveta cada, uma secretária metálica com tampo em madeira em formato arredondado, três cadeiras, sendo duas metálicas forradas a napa de cor castanha e outra forrada a napa de cor preta com rodas, um destruidor de papel da marca Crocodile, um ficheiro metálico com uma gaveta, um móvel de arquivo metálico com duas portas, um fotocopiador da marca Toshiba modelo Studio 200 com móvel de apoio, um computador de linha branca, um monitor da marca Liteon, um teclado da marca Genius, um rato da marca Trust, uma máquina de calcular da marca Casio, uma mala de primeiros socorros, um aspirador da marca Kranzle, uma secretária metálica rectangular com tampo em madeira, uma mesa de computador metálica quadrada com tampo
em madeira, um móvel de arquivo pequeno metálico com tampo em fórmica, com três portas, sendo duas vidro e uma metálica, um fax da marca Samsung, modelo SF330, um computador de linha branca, um monitor da marca Liteon, um teclado da marca NGS, uma marca de calcular da marca Citizen modelo 350BPII, um cabide em metal e em madeira, uma viatura ligeira de mercadorias da marca Toyota modelo Dyna, de cor branca, a diesel, com matrícula n.º 29-00-BI, um laboratório composto por: uma máquina de análises da marca Altlec modelo HR302, um depósito de cinquenta litros, uma máquina de análises da marca Altlec modelo FG707, dois moinhos sem marca visível, um desumidificador, uma secretária metálica com tampo em fórmica, uma mesa metálica com tampo em madeira, uma cadeira metálica forrada a napa de cor preta, uma balança da marca Tissot modelo Celi, uma mesa metálica rectangular com tampo em madeira, seis cadeiras metálicas, sendo cinco com encosto em madeira e uma em fórmica, duas estantes em dexion com um módulo cada, uma máquina de fechar sacos da marca Lobero, uma balança da marca Costa & Branco, outra balança da marca Abery, um UPS da marca APS, um medidor de análises manual, três extintores de pó e dois armários metálicos de cor verde com uma porta, um grupo de máquinas composto por: duas separadoras de caroço da marca JAR, duas bombas hidráulicas da marca Manzano, nove senfins, respectiva tubagem e três quita pedra e quadro eléctrico de comando da marca Ager, um carro metálico transporte de máquinas, um carro de mão, um porta paletes e um escadote em alumínio, uma secção composta por peças diversas novas e usadas para máquinas, três extintores, estantes em madeira e em dexion, uma bancada metálica com um torno de bancada, uma serra eléctrica da marca Metabo, uma máquina de furar de meia coluna sem marca visível de cor verde, um engenho de furar de coluna da marca Efi, quatro armários metálicos com uma porta cada, um quadro de parede com ferramenta diversa, uma máquina de lavar a pressão com pistola sem marca visível e um cadernal de três toneladas e um conjunto com maçarico e manómetros,
com um vibrador incluído, um vibrador da marca Pieralisi, uma batedeira com dois corpos horizontais da marca Pieralisi, uma batedeira com quatro corpos horizontais da marca Pieralisi e duas bombas de massa e respectivo quadro, uma caldeira de aquecimento de água da marca Industrias de La Rosa com respectivo talvin de alimentação, um senfin e dois talvos, um lote composto por uma bomba hidráulica da marca Gonzales Paris e um senfim, um grupo composto por: três secadores com comando sendo um da marca Itea composto por: três fornos com respectivos alimentadores e ventiladores, motores, redutores, tubagem de extracção de fumo e respectivos tapetes, catorze senfins, uma misturadora, três silos (tubas), seis ciclones, três ventiladores de extracção de fumo, dois motores de arranque das tubas dos secadores, um aparelho de soldar da marca Telwin, um compressor de cem litros de uma cabeça da marca Rubete, uma balança de báscula de sessenta toneladas com computador, impressora, teclado, rato e duas secretárias metálicas com tampo em fórmica, uma pá carregadora com balde da marca New Holand, avariada, um lote composto por: quatro senfins, uma misturador, um quita pedras e um depósito para bagaço em ferro, um depósito com capacidade para oito mil litros em fibra, um lote composto por: uma cama metálica de solteiro com colchão, dois móveis em madeira um com duas portas e outro com duas portas e duas gavetas, dez cadeiras, quatro sofás sendo dois para três pessoas e dois individuais, uma televisão da marca Mitsai com comando, dois aquecedores sendo um a óleo, uma mesa metálica rectangular com tampo em madeira, dois frigoríficos com duas portas cada, um da marca Orima e outro da marca Snowcap, um microondas da marca LG, um fogão a gás de quatro bicos da marca Filco, uma mesa metálica com tampo em fórmica, um PT transformador da marca Efacec, um quadro de diferenciais e um quadro de baterias, um lote de sucata diversa, uma linha de recepção de azeitona composta por: sete tolvins de recepção da marca Azigran, nove tapetes da marca Azigran, uma desfolhadora da marca Azigran, uma lavadora da marca Azigran, uma balança da marca Azigran, dois moinhos de azeitona da marca Pieralisi, uma bomba de bagaço e três senfins, um contentor em fibra, três secretárias metálicas com tampo em fórmica, uma estante em dexion com um módulo, um armário metálico com duas portas, um computador de linha branca, um monitor da marca Eliteon, uma impressora da marca Epson, um teclado da marca Samsung, cinco cadeiras, uma televisão da marca Mitsai e um ar condicionado da marca Sanyo, um lote composto por dez extintores, quatrocentos e trinta e
nove bidões em plástico, vinte e quatro mil e quatrocentos litros de azeite na cuba n.º 1, três mil e quinhentos litros de lamprante na cuba n.º 7, dois mil cento e noventa e cinco litros de azeite
2, sito em Cabine do Vale do Peso, da freguesia de Vale do Peso, concelho de Crato, a confrontar a norte e poente com António Romão Farto, sul e nascente com Estrada Nacional, descrito na Conservatória do Registo Predial do Crato sob o nº 10/19841211, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 499. 2, sito em Vale do Peso, da freguesia de Vale do Peso, concelho de Crato, a confrontar a norte com Caminho Público, sul com 2, sito em Vale do Peso, da freguesia de Vale do Peso, concelho de Crato, a confrontar a norte com Estrada Pública, José Ventura Semedo e outros, sul com Elvira Ferto Calhaço", nascente com Estrada Nacional e poente com José Ventura Semedo e outros, descrito na Conservatória do Registo Predial do Crato sob o nº 880/20061003, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 355 Secção G 2, uma escada em alumínio com cinco degraus, um depósito/cuba em inox com capacidade para cinquenta mil litros, com a referência interna n.º1, um depósito/cuba em inox com capacidade para cinquenta mil litros, com a referência interna n.º1, um depósito/cuba em inox com capacidade para cinquenta mil litros, com a referência interna n.º3, um depósito/cuba em inox com capacidade para sessenta mil litros, com a referência interna n.º7, um depósito/cuba em inox com capacidade para sessenta mil litros, com a referência interna n.º8, um depósito/cuba em inox com capacidade para sessenta mil litros, com a referência interna n.º9, um depósito/cuba em inox com capacidade para cinquenta mil litros, com a referência interna n.º4, um depósito/cuba em inox com capacidade para cinquenta mil litros, com a referência interna n.º5, um depósito/cuba em inox com capacidade para cinquenta mil litros, com a referência interna n.º6, dois tanques de fibra de vidro com capacidade para trezentos litros cada, uma bomba de azeite da marca Nova Rotors, uma bomba de azeite sem marca visível de cor cinza, uma bomba hidráulica da marca Manzano, um vibrador de azeite referência CST, uma bomba de azeite da marca Pieralisi, um conjunto de passadeiras em inox, um lote composto por cento e catorze paletes com trinta embalagens cada, num total de três mil quatrocentas e vinte embalagens, em plástico para azeite, um aparelho mata insectos e duas mesas metálicas de cor verde, dois ventiladores de dois aparelhos mata insectos da marca Rentokil, um tanque em inox,
uma batedeira de três corpos horizontais da marca Industrias de La Rosa com comando electrónico da marca Pieralisi, um conjunto de quatro centrifugas verticais da marca Pieralisi, três reservatórios em inox e seis bombas de azeite da marca Pieralisi, uma batedeira composta por três corpos industrias da marca Industrias de La Rosa, duas bombas e um quadro eléctrico, duas bombas da marca Gonzales Paris, um decanter da marca Hiller Valor Base de Venda ...………………..……..…………….………………. € 1.427.652,50

O blog "ALENTEJO no NORTE" se pergunta como é possível uma coisa destas e um mostro que foi se tornor pó...
publicado por DELFOS às 12:24

Dado o elevado índice de envelhecimento do Norte Alentejano e sabendo que são geralmente os escalões etários mais elevados que possuem habilitações mais reduzidas, o resultado obtido é, apesar de pouco animador, expectável.

A estrutura de habilitações do Norte Alentejano está alinhada com a verificada na região do Alentejo, no entanto, apresenta uma maior proporção de população com o 1.º Ciclo do Ensino Básico (31% contra 34%, respectivamente) e menor proporção de população com o nível médio ou superior (16% contra 12%).

Em relação à taxa de analfabetismo, o conjunto dos doze municípios apresenta uma média de 20,8%. O valor mais elevado é registado em Monforte (27,0%) e o baixo em Elvas (13,6%).

Em relação à taxa de actividade, a taxa que permite definir o peso da população activa sobre o total da população, estes doze municípios do Norte Alentejano apresentam um valor médio de cerca de 40%.

Esta taxa de actividade situa-se invariavelmente abaixo dos valores de referência nacional e da região do Alentejo aproximando-se do valor registado na sub-região Alto Alentejo. O município de Campo Maior regista a mais elevada taxa de actividade, sendo mesmo superior à verificada na

NUTS III Alto Alentejo. Os municípios de Gavião, Nisa, Alter do Chão, Crato, Monforte e Arronches registam valores abaixo dos 40%.

Em relação aos sectores de actividade económica, predomina o sector terciário com 61,9%, seguido do sector secundário com 26,2% e do sector primário com 11,9%.


Comparando estes valores com os registados a nível nacional e regional, verifica-se que o sector terciário no território em análise assume um peso superior ao registado a nível nacional, enquanto o sector secundário se situa abaixo do valor nacional. O sector primário apresenta um valor mais elevado do que o valor nacional.


Estes valores são semelhantes aos verificados ao nível da região Alentejo.

Em relação a cada um dos doze municípios, Elvas e Castelo de Vide são os que apresentam um valor mais elevado em relação ao sector terciário, com 70,7% e 69,4% respectivamente.

Os municípios de Avis e de Sousel são os que apresentam valores mais baixos, com 51,8% e 53,7% respectivamente.

O sector secundário regista em Campo Maior e Gavião os valores mais representativos, respectivamente, 32,1% e 30,8% da população residente empregada, valores superiores aos registados na região Alentejo. Por outro lado, são os municípios de Monforte e de Alter do Chão, com 15,6% e 16,1% respectivamente, que registam os valores mais baixos.


Quanto ao sector primário, Monforte, com 21,8%, é o município que apresenta o maior número de residentes empregados neste sector seguido de Arronches (20,4%) de Sousel (19,9%). Pelo contrário, são os municípios de Gavião e Castelo de Vide, com 7,1% e 7,4% respectivamente, onde o sector primário é menos representativo.

Em relação aos sectores de actividade de maior relevância na estrutura económica da região do Alto Alentejo surgem o sector da agricultura e da produção animal associada, a indústria de panificação, a indústria de leite e derivados e a indústria de café e chá, assim como, o sector da cortiça e do turismo na vertente do segmento da restauração.


A agricultura e os serviços públicos e sociais assumem um peso na economia regional (15% e 34% do VAB regional, respectivamente) muito superior à média nacional o que revela dificuldades de diversificação do tecido empresarial e de desenvolvimento de novas actividades de prestação de serviços, nomeadamente, serviços de apoio às empresas (PDTNA, 2008).


O tecido empresarial da região do Norte Alentejano apresenta-se atomizado, com predomínio das pequenas e microempresas. Apenas Campo Maior acolhe empresas com mais de 250 trabalhadores.

Nos últimos anos, a região conseguiu manter uma taxa de iniciativa empresarial superior à média do Alentejo e do país mas a taxa de sobrevivência dos estabelecimentos criados diminuiu sobretudo no que se refere às unidades de menor dimensão, determinando uma inversão da criação líquida de postos de trabalho e uma maior taxa de rotatividade do emprego (PDTNA, 2008).

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA ANIMAL / Agenda 21 Local. O Caso de Estudo do Norte Alentejano. / Maria José Almeida Dias de Sousa / Lisboa / 2009 / DISSERTAÇÃO ORIENTADA PELO PROFESSOR DOUTOR FILIPE DUARTE SANTOS E PELO PROFESSOR DOUTOR JOÃO FARINHA.

publicado por DELFOS às 04:55
14 de Fevereiro de 2011

"No Alentejo foram apresentadas 33 candidaturas a financiamento comunitário para apoiar o empreendedorismo e a inovação nas empresas turísticas. Os dois concursos do Sistema de Incentivos à Inovação, lançados no âmbito do QREN -Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) acolheram 171 projectos turísticos, a maioria relativos a hotelaria ou alojamento, anuncia o Turismo de Portugal. O investimento global ascende a 555 milhões de euros, “revelando o dinamismo das empresas e do sector turístico”, realça a mesma fonte.
As empresas da Região Norte foram as que apresentaram mais candidaturas (69). Seguiram-se o Centro (44), o Alentejo (33), Algarve (14) e Lisboa (11).

As empresas dos Pólos de Desenvolvimento Turístico são responsáveis por um quarto das candidaturas. O Pólo do Douro lidera em candidaturas (16) e investimento (86,4 milhões de euros), seguindo-se os Pólos do Oeste (7), Leiria-Fátima (6), Serra da Estrela (5), Alentejo Litoral (4) e Alqueva (3).

De acordo com a Turismo de Portugal este é “o maior número de sempre de candidaturas a financiamento comunitário para apoiar o empreendedorismo e a inovação nas empresas turísticas”. "

in http://www.radiopax.com/noticias.php?d=noticias&id=11291&c=1

publicado por DELFOS às 11:02
03 de Fevereiro de 2011

CONCURSO"Realizou-se pelo segundo ano consecutivo a Prova de Vinhos dos Produtores do Concelho de Alter do Chão, que teve lugar na freguesia de Chancelaria, no dia 29 de Janeiro.
Estiveram presentes 22 produtores, ficando em 1ºlugar o vinho de José Baltazar Cordeiro, de Alter do Chão, o 2º lugar foi para Armando Crespo, de Cunheira e em 3º Manuel Henriques Ferreira, de Cunheira.
A avaliar os vinhos do Concelho estiveram o Presidente e o Vereador da Cultura, da Câmara de Alter do Chão, Francisco Rolo, Vasco Damas e Manuel Cruz.
A 2ª Prova de Vinhos proporcionou um dia de convívio em Chancelaria, com um almoço aberto à população acompanhado de música tradicional portuguesa."
http://www.cm-alter-chao.pt/noticias/noticiasdet.asp?news=504
publicado por DELFOS às 13:53

Uma Pausa no Gavião


A região, Gavião, não é propriamente conhecida pelos seus vinhos, aliás, os produtores locais são tão poucos e recentes que contam-se pelos dedos de uma mão os vinhos de qualidade saídos deste Norte Alentejo, paredes meias com o rio Tejo, com as Beiras e o Ribatejo logo ali à espreita. Uma encruzilhada de solos, climas, paisagens.


Com este cenário, foram poucos, ainda, os produtores que se aventuraram numa região onde o nome não vende, apesar de jurarem a pé juntos que este é um dos melhores terroirs de Portugal.

Um deste aventureiros, Ilex, entrou com os seus vinhos no mercado com a colheita de 2006 e, presentemente, nas prateleiras, está a colheita de 2007 e o reserva de 2006, vinhos esses já medalhados em vários concurso nacionais e internacionais.




Curiosa a escolha das castas, onde a Touriga Nacional está em largo destaque, mas onde também temos a nortanhasTinta Barroca e o Tinto Cão, nas nossas, e Petit Verdot, nas imigrantes, uma casta cada vez mais usada em terras alentejanas derivado ao aumento das temperaturas, dizem os entendidos.




Pausa tinto 2007

Um vinho que vive da fruta séria e da frescura que apresenta na boca, que o faz um bom parceiro para o dia a dia, apesar do preço já andar por volta dos 6/7 euros. (87/100)


Pausa Reserva tinto 2006

Mais concentrado, a mesma fruta elegante, aromas que nos transportam para o campo, com madeira bem integrada, boa frescura. Um bom vinho, com qualidade evidente. Custa cerca de 10 euros. (90/100)

In http://pingamor.blogspot.com/2011/01/uma-pausa-no-gaviao.html

publicado por DELFOS às 10:15
02 de Fevereiro de 2011


O INALENTEJO - Programa Operacional Regional do Alentejo aprovou o Programa Estratégico do “Sistema Regional de Transferência de Tecnologia - SRTT”, apresentado no âmbito dos Regulamentos Específicos “Sistema de Apoio a Parques de Ciência e Tecnologia e Incubadoras” e ao “Sistema de Apoio a Infra-estruturas Científicas e Tecnológicas” , que se enquadram no Eixo I do Programa.


O SRTT apresenta um investimento proposto de 41,8 Milhões de Euros, a que corresponde um montante comunitário FEDER de 29,3 Milhões de Euros (com uma taxa de co-financiamento de 70% para todas as operações a candidatar).

A Candidatura do Programa Estratégico foi apresentada pela ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, líder do Consórcio que lhe dá suporte e que incorpora mais de 20 entidades (Universidade de Évora, Instituto Politécnico de Beja, Instituto Politécnico de Portalegre, Instituto Politécnico de Santarém, CEVALOR, CEBAL, COTR, ICTVR, INRB/INIA, LNEG, LOGICA EM, Sines Tecnopólo, IDERSANT, Câmara Municipal de Beja, Câmara Municipal do Cartaxo, Câmara Municipal de Évora, Câmara Municipal de Portalegre, Câmara Municipal de Nisa, ANJE, NERE-AE, NERBE-AEBAL).

O SRTT encontra-se estruturado em cinco componentes:

1. O Parque de Ciência e Tecnologia (PCTA), que será localizado no Parque Industrial e Tecnológico de Évora, enquanto infra-estrutura de acolhimento e suporte às iniciativas de promoção e transferência de I&DT no quadro do referido sistema regional;

2. O sistema de incubadoras de base tecnológica, cujo objectivo “é a criação de centros de incubação destinados a potenciar o surgimento de iniciativas empresariais inovadoras e de natureza tecnológica”;

3. O sistema de infra-estruturas científicas e tecnológicas que visa consolidar e qualificar a oferta regional de tecnologia com base no reforço das competências regionais;

4. O sistema de infra-estruturas com forte potencial sinérgico que “assenta num conjunto de iniciativas destinadas a potenciar os impactes gerados pelos restantes sistemas, alavancando e potenciando os resultados dos restantes projectos e, especificamente, do PCTA, nomeadamente no que concerne à ligação e interacção com a malha empresarial da Região Alentejo”;

5. O sistema de zonas e parques industriais e tecnológicos que “surge numa óptica de valorização e potenciação de uma estreita articulação entre o SRTT e o tecido empresarial regional, passando pelo estabelecimento de parcerias de colaboração com as suas entidades gestoras”.

O Protocolo de Financiamento do Programa Estratégico será assinado entre a Autoridade de Gestão do INALENTEJO e a ADRAL, no próximo dia 26 de Janeiro na Universidade de Évora.

FONTE: INALENTEJO

publicado por DELFOS às 10:55

Designam-se Serviços de Informação Científica e Técnica e são um serviço central do Ministério do Emprego e Segurança Social - na estrutura da sua Secretaria-Geral - de concepção, coordenação e apoio técnico nos domínios da documentação, informação e divulgação da informação científica e técnica, para as questões sociais nas áreas de Política Económico-Social, Direito, Condições e Relações de Trabalho, Emprego e Formação Profissional, Estatísticas Sociais, Organizações Internacionais, Política Comunitária e Segurança Social.

Pode pois dizer-se, sem exagero, que em matéria de Trabalho, no SICT é possível encontrar todo o tipo de informação: referencial, bibliográfica, factual, jurídica, estatística e de imprensa - tanto no âmbito nacional, como internacional e comunitária.

BANCO DE DADOS

O fundo bibliográfico do SICT - com cerca de 65000 títulos, entre eles 1800 relativos a periódicos - é constítuido, nomeadamente, por colecções de obras de referência (enciclopédias gerais e especializadas, dicionários de línguas e técnicos, glossários, directórios, reportórios, guias e atlas, constituições, códigos, estatísticas, obras júridicas e colectâneas de legislação), colecções gerais (publicações do Ministério do Emprego e Segurança Social, relatórios e estudos de organismos públicos e privados nacionais e estrangeiros, publicações de organizações e instituições internacionais, bibliografias temáticas) e colecções de periódicos (periódicos especializados de âmbito económico social, jurídico e estatístico, séries das organizações internacionais, revistas de grande divulgação e newsletters).

Para além do já referido, o SICT dispõe ainda de documentação jurídica (informação sobre legislação e jurisprudência de âmbito nacional, comunitário e estrangeiro, informação sobre regulamentação colectiva de trabalho), documentação de Imprensa (arquivo temático de Imprensa diária, semanal e mensal desde 1974, documentação de Imprensa em microficha de "Conflitos de Trabalho/Sindicalismo", "Questões Sociais" e outras desde 1974) e de um arquivo histórico e documental (arquivos com material de organismos extintos antes de1974 - Ministério das Coorporações e Previdência Social, Serviços de acção social, grémios, etc.).

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

O SICT presta vários serviços aos seus utentes, através de um atendimento personalizado, que pode passar por consulta, informação e pesquisa, empréstimo, reprodução de documentos, tradução, terminologia, cooperação, formação e consultoria. No seu leque de utilizadores preferenciais, encontram-se juristas, sociólogos, economistas, investigadores, estudantes, parceiros sociais.

A prestação de serviços de informação que implique recolha de dados e organização, resposta ou pesquisa por meios informáticos ou temáticos é acompanhada por técnicos de informação no acesso a base de dados nacionais e estrangeiras. O SICT acede também, via Telepac, a diversas bases de dados (nomeadamente à PORBASE - base de dados bibliográficos - e às bases de dados internacionais da Organiazação Internacional do Trabalho e do Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional).

As bases de dados em CD-ROM são outro meio de pesquisa utilizado pelo SICT no que respeita a Informação sobre Sociologia do Trabalho, Higiene, Medicina e Segurança no Trabalho, Legislação Comunitária e às Convenções, Pareceres ou Relatórios da Organização Internacional do Trabalho.

Na Base de Dados Bibliográfica SOTE (Social, Trabalho e Emprego) é inserida toda a documentação tratada bibliograficamente pela Direcção de Serviços do SICT, com uma cobertura temática de informação nacional e internacional sobre trabalho, política de emprego, formação profissional, higiene e segurança, inspecção do trabalho e segurança social.

Por outro lado, o SiCT é também produtor das bases de dados factuais ORGFO/INSTIT (Instituições de Educação/Formação em Portugal e na Europa Comunitária) e MÉDIA (Entidades produtoras de material documental, audiovisual e multimédia para formação).

LIGAÇÃO AO CEDEFOP

O CEDEFOP (Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional) sediado em Berlim, é um organismo que tem por missão promover o desenvolvimento da formação profissional, no âmbito dos estados membros. A informação em matéria de formação profissional constitui uma das acções fundamentais do Centro. Para isso, conta com uma rede de informação Documental, o SICT desenvolve várias acções: informação geral sobre educação/formação em Portugal; colaboração nas publicações do CEDEFOP, Formação Profissional e CEDEFOP Flash Special; documentação de imprensa portuguesa; respostas a questões específicas na área da educação/formação; e, entre algumas outras, recolha de informações para o "Reportório Europeu de Projectos de investigação sobre Formação/Educação" do CEDEFOP.

DIFUSÃO E PRODUÇÂO DE INFORMAÇÃO

Compete ao SICT desenvolver acções de sensibilização, promoção e divulgação dos vários produtos informativos do MESS, quer através de produção editorial de estudos sectoriais na área do emprego, trabalho e formação profissional, quer organizando ou promovendo exposições temáticas, sessõs técnicas e seminários.

No âmbito destas atribuições os Serviços de Informação Científica e Técnica apoiam logisticamente outros órgãos e departamentos do MESS no que concerne à animação de espaços de informação e à concepção e tratamento imagnético de todos os suportos informativos.

Cabe igualmente ao SICT a produção e a informação técnica, elaborando, nomeadamente bibliografias e listagens, dossiers documentais temáticos, organização diária de pastas de informação de Imprensa e de toda a informação técnica oriunda da Comunidade Europeia, do CEDEFOP e da Fundação Europeia.

SICT - Edifício Sede do MESS, Praça de Londres, 2-1º, Lisboa

Horário do Funcionamento da Biblioteca: 10-12h 30 14-16h 30

Horário de Funcionamento do Posto de Venda: 9h 30 12h 30 - 14-17h.


Mas é daquelas coisas mesmo que revolta. Seja o presidente do Crato, do Gavião ou de Nisa. Os Senhores, ao não ligarem nenhuma ao que está escrito em cima, a perder será o vosso povo e toda esta região imensa e bela. Façam um favor a vós próprios perante as vossas consciências e deiam um cheirinho e certamente que ides compreender que pode ser um polo e uma inspiração para mais qualquer coisa e um saber fazer que lá está contido e pode ser um acto de motivação para quem queira se aventurar...

publicado por DELFOS às 02:03
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