23 de Março de 2011

 

É em Portalegre !
É nos dias 15 e 16 de Abril .

É a Turismo do Alentejo, ERT a não continuar a brincar em serviço ou lá um faz de conta nestas bandas um estado de graça que não é ele e como ela sua e muito.

Blog a continuar a ficar muito admirado.

 
Não é suposto ver uma coisa assim.
 
A não estar dormindo e mesmo muito bem acordada uma organização nestas bandas...
 
 
A dita vai nos dias citados promover o 1.º CONGRESSO INTERNACIONAL ALENTEJO : PATRIMÓNIO DO TEMPO.

 
O blog diz ao caro Ceia da Silva que espera que os concelhos e agentes económicos não lhe faltem ou que não lhe façam um gazeta.
 
Que as freguesias também devem estar presentes, senão é mesmo a pura treta...
publicado por DELFOS às 17:43
18 de Março de 2011

E num cantinho amigo, http://www2.portalegredigital.pt/client/skins/portuguese/artigo.asp?page=2014 dos que tem muito orgulho em visitar "O presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo, Ceia da Silva, congratulou-se hoje com o aumento de dormidas no Alentejo de 12,4 por cento em Janeiro deste ano em comparação com igual período do ano passado.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística o Alentejo foi mesmo a região do país onde o número de dormidas mais cresceu no primeiro mês de 2011.

O presidente da Turismo do Alentejo falava hoje na Escola Superior de Educação de Portalegre, à margem de uma conferência sobre “As Redes Sociais no Turismo”.

O mesmo responsável admitiu que as unidades de alojamento e outras empresas do sector turístico não estão a aproveitar devidamente os benefícios que podem retirar das redes sociais.
(...).

Gabriel Nunes/Susana Mourato

Fonte_www.radioportalegre.pt/index.php. "

Mas muita bom mesmo meu caro Ceia da Silva. Mas muita bom mesmo meu caro. Se está ficando muito adnirado que se vos diga lá.
A organização ela não está dormindo em fachada ou lá fechada.
Ela é viva.
Ela está muito viva.
Ela está agitando as águas desta planície e andando muito o que surpreende em terras estas alentejanas. 
Apetece dizer, a organização que o caro comanda,  "Até 2025 o Alentejo é a região que mais cresce em Portugal".
Não se está brincando e ela não brinca quando coloca a sua mão e quando entra ao serviço.
 
Quem ainda vai tendo o prazer de olhar para e para as coisas que vão acontecendo no distrito de Portalegre está ficando muito estupefacto e muito admirado numa olhada que lhe vai dando...
Mas muito admirado mesmo!
Não deixa de ser uma verdade "...as unidades de alojamento e outras empresas do sector turístico não estão a aproveitar devidamente os benefícios que podem retirar das redes sociais".
 
O blog "A TERRA do ALENTEJO",  na sua poética e prosa lhe acrescenta, não aproveita e ainda corta quem cria um espaço vocacionado essencialmente para a defesa do património e sua história local.`
 
Não se sabe.
Mas se calhar quase que se aposta.
É o concelho de Gavião que se recusa a dizer que se calhar lá os quinze.
 
No concelho de Gavião não é permitindo que se possa consultar a biblioteca da escola, na fé de lá descobrir alguma coisa sobre respectivo concelho e que se lhe recusa uma pesquisa de um livro feito por um revendo sobre o mesmo concelho.

A coisa não pode ela lá parar.
Mas a coisa não pode parar.
 
Vai a fazer vinte anos.
É muita tempo. 
Anda-se a lutar pelo registo de uma vila romana.
Até ao presente ainda não se conseguiu.
Não se conseguiu o registo de interesse público e zona protegida e a respectiva escavação ainda não a colocou na luz do dia. Onde se encontra moedas com a data de 1125 ou lá pataco ou uma árvore das patacas que ainda se vai colhendo nela os seus frutos...
 
Continuando...
 
Em 1977, quando os trabalhadores da edilidade lá andaram a colocar canos para levar a água para a Comenda ou seja lá Castelo Cernado, encontraram ossos em cima uns dos outros, onde a respectiva vala passava, quem sabe, um cemitério, ou a peste que lá existiu, algumas moedas e mosaicos...
 
Não se compreende.
Não se compreende e até agora nada ainda não foi nada.
O mais engraçado é que foi o próprio Estado, ou seja, a Câmara Municipal de Gavião.
O mais engraçado é que tem uma praia fluvial  e um parque de merendas mesmo pegado com a dita vila e um empreendimento turístico que se está fazendo nestas terras de Comenda e não se lhe dá um suporte, quem visita este povo, a imagem muito boa leve destas terras...

 

Não se compreende meu caro Ceia da Silva. 


Mas a coisa não pode parar.
Sabe que tenho muitas dúvidas. O seu desejo e de sua equipa levarem este nosso Alentejo a Património Mundial e o Montado na categoria, embora na contradição entenda que é um anseio justo e único... Não deixa de ser um património único e universal. Que quando uma equipa da BBC veio a Portugual o filmar e se viu num programa sobre Vida Selvagem a coisa ainda lhe ganha outra grandeza. Sabe que tenho dúvidas. Os políticos não estão preparados para uma abertura que a sua organização está imprimindo.
 
Entre as terras de Castelo Cernado ou a muito doce Freguesia de Comenda, as terras da Freguesia do Monte da Pedra e as da Freguesia de Cunheira, no meio, no meio das ditas existe também uma vila romana. Ela está destruída, é certo.
A zona esta que muito orgulhosamente cito, ainda se consegue ver alguns restos do seu passado e com uma ponte romana também destruída. Os alicerces da mesma estão no meio do rio Sôr.
A dita, o povo, a ela se refere, vila do Tesourinho, mas se pensa, o blog "A TERRA do ALTO ALENTEJO" acredita, a ela, o seu nome verdadeiro se chama  Sourinho.
Aqui o blog pensa, acredita, julga pelo mapa encontrado na Etnografia Portuguesa de José Leite de Vascocelhos, o mapa, o que viu na referida obra literária a regista e não regista a que fica junto ao parque de merendas ou praia fluvial nas terras de Comenda. 
O blog pensa que foi o princípio de tudo na Zona.
Até agora também nada. Também nada por três concelhos e suas três respectivas freguesias...

 


Nas terras de Comenda, na Costa, terras de Baldio ou terra de um Baldio, existiu também uma vila. A Vila do Pêro Melhor. E até agora também nada.
Apetece dizer meu caro, não aproveita e tenta silenciar. 
Como se estivesse fazendo algum favor ao blog.
Que mais errado não se possa lá estar.
O caro veja, veja a coisa em oitenta e seis freguesias do seu distrito, do meu distrito, se a coisa não estará igual e não se lhe esteja fazendo uma sabotagem a toda a actividade mostrada pela sua organização e não lhe estou falando da etnográfica, que foi mesmo um abandono total ao fim destes anos todos...

Mas terminando mesmo, lhe foi prometido ao blog que este ano se iria começar a fazer a carta arqueológica do concelho de Gavião e numa reunião de Câmara e o blog vendo as respectivas actas, a deliberação tomada, ela não ficou registada em acta. Só pode ser uma brincadeira ou um gozo se lho diga...
publicado por DELFOS às 17:21
17 de Fevereiro de 2011

Mas só podia ser natural de Alpalhão!
Aquelas figuras de massa e grandeza ou vultos do passado lá longe ou a nobre gente importante que a notabilidade é um posto que comanda a multidão e terras estas de Alpalhão os também os lá tinha e o professor José Xavier Abelho apenas um deles.

Orgulhava este povo e alguma gente deste povo a fazia e as outras terras a esta vila também trazia e a luz também a doava na mais cerrada escuridão.
Esta personalidade era um distinto latinista. Manteve um colégio muitos anos nesta vila.Manteve um colégio muitos anos nesta vila onde ensinava primeiras letras e humanidades a estudantes na vila e onde ensinava aos de dentro e e a outros de terras algumas mesmo muito distantes que nela também aprendiam.

Foi assim se o blog o pode dizer o continuador das tradições do Vigário-Mendonça, (Padre João de Mendonça Salgueiro) que paroquiou Alpalhão desde 1834 a 1853, e ensinava humanidades também a alunos da terra e de fora.

Mas o professor José Xavier Abelho, esta alma deste Alpalhão deste nosso ser, nascendo nesta terra imensa e vivendo nela muitas dezenas de anos, um pedagogo em outros tempos, a morte o levou a 29 de Janeiro de 1896.A casa, a casa onde o professor Abelho faleceu, no ano de 1899 foi colocada nela uma lápide comemorativa... à rua foi-lhe dado o seu nome na altura citada e o blog não sabe se a coisa no tempo ela mudou e dura nas entranhas do povo...
publicado por DELFOS às 13:57
15 de Fevereiro de 2011

Dado o elevado índice de envelhecimento do Norte Alentejano e sabendo que são geralmente os escalões etários mais elevados que possuem habilitações mais reduzidas, o resultado obtido é, apesar de pouco animador, expectável.

A estrutura de habilitações do Norte Alentejano está alinhada com a verificada na região do Alentejo, no entanto, apresenta uma maior proporção de população com o 1.º Ciclo do Ensino Básico (31% contra 34%, respectivamente) e menor proporção de população com o nível médio ou superior (16% contra 12%).

Em relação à taxa de analfabetismo, o conjunto dos doze municípios apresenta uma média de 20,8%. O valor mais elevado é registado em Monforte (27,0%) e o baixo em Elvas (13,6%).

Em relação à taxa de actividade, a taxa que permite definir o peso da população activa sobre o total da população, estes doze municípios do Norte Alentejano apresentam um valor médio de cerca de 40%.

Esta taxa de actividade situa-se invariavelmente abaixo dos valores de referência nacional e da região do Alentejo aproximando-se do valor registado na sub-região Alto Alentejo. O município de Campo Maior regista a mais elevada taxa de actividade, sendo mesmo superior à verificada na

NUTS III Alto Alentejo. Os municípios de Gavião, Nisa, Alter do Chão, Crato, Monforte e Arronches registam valores abaixo dos 40%.

Em relação aos sectores de actividade económica, predomina o sector terciário com 61,9%, seguido do sector secundário com 26,2% e do sector primário com 11,9%.


Comparando estes valores com os registados a nível nacional e regional, verifica-se que o sector terciário no território em análise assume um peso superior ao registado a nível nacional, enquanto o sector secundário se situa abaixo do valor nacional. O sector primário apresenta um valor mais elevado do que o valor nacional.


Estes valores são semelhantes aos verificados ao nível da região Alentejo.

Em relação a cada um dos doze municípios, Elvas e Castelo de Vide são os que apresentam um valor mais elevado em relação ao sector terciário, com 70,7% e 69,4% respectivamente.

Os municípios de Avis e de Sousel são os que apresentam valores mais baixos, com 51,8% e 53,7% respectivamente.

O sector secundário regista em Campo Maior e Gavião os valores mais representativos, respectivamente, 32,1% e 30,8% da população residente empregada, valores superiores aos registados na região Alentejo. Por outro lado, são os municípios de Monforte e de Alter do Chão, com 15,6% e 16,1% respectivamente, que registam os valores mais baixos.


Quanto ao sector primário, Monforte, com 21,8%, é o município que apresenta o maior número de residentes empregados neste sector seguido de Arronches (20,4%) de Sousel (19,9%). Pelo contrário, são os municípios de Gavião e Castelo de Vide, com 7,1% e 7,4% respectivamente, onde o sector primário é menos representativo.

Em relação aos sectores de actividade de maior relevância na estrutura económica da região do Alto Alentejo surgem o sector da agricultura e da produção animal associada, a indústria de panificação, a indústria de leite e derivados e a indústria de café e chá, assim como, o sector da cortiça e do turismo na vertente do segmento da restauração.


A agricultura e os serviços públicos e sociais assumem um peso na economia regional (15% e 34% do VAB regional, respectivamente) muito superior à média nacional o que revela dificuldades de diversificação do tecido empresarial e de desenvolvimento de novas actividades de prestação de serviços, nomeadamente, serviços de apoio às empresas (PDTNA, 2008).


O tecido empresarial da região do Norte Alentejano apresenta-se atomizado, com predomínio das pequenas e microempresas. Apenas Campo Maior acolhe empresas com mais de 250 trabalhadores.

Nos últimos anos, a região conseguiu manter uma taxa de iniciativa empresarial superior à média do Alentejo e do país mas a taxa de sobrevivência dos estabelecimentos criados diminuiu sobretudo no que se refere às unidades de menor dimensão, determinando uma inversão da criação líquida de postos de trabalho e uma maior taxa de rotatividade do emprego (PDTNA, 2008).

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA ANIMAL / Agenda 21 Local. O Caso de Estudo do Norte Alentejano. / Maria José Almeida Dias de Sousa / Lisboa / 2009 / DISSERTAÇÃO ORIENTADA PELO PROFESSOR DOUTOR FILIPE DUARTE SANTOS E PELO PROFESSOR DOUTOR JOÃO FARINHA.

publicado por DELFOS às 04:55
14 de Fevereiro de 2011



Digo-vos, esta nobre e doce Vila de Alpalhão, ela me parece a cosmopolita Lisboa. Não tem Universidades e ela é uma terra de doutores e de grandes crâneos. Seres humanos donos do conhecimento e ocuparam lugares chaves e atingiram o topo. Alguns deles aventureiros e andaram pelo mundo. Escusado será dizer, as fotos expostas, as ditas, elas foram tiradas do Albúm Alentejano de Pedro Moura.

Não sabe o blog "ALENTEJO no NORTE", esta Vila, a nobre e doce Vila de Alpalhão, a grandiosa, ela deve ao Pedro Moura o seu passado grandioso ou ao Dr. Joaquim Dias Loução o seu passado... E o Albúm, o do Pedro Moura, o blog, a coisa a leva para os anos trinta do século passado
















publicado por DELFOS às 12:07
12 de Fevereiro de 2011

DOUTOR ! (?)

Claro que o foi !!!

É mais um da gente que um dia a fez muita grande.

É esta a Vila de Alpalhão que o sangue ainda nos corre e ainda temos o gosto de uma grandiosa alma e um ser gente que um dia foi do mundo e tanto muito lá viajou e na mente humana e na terra lá andou lá liberto.

Que maravilha é este ser e este nosso povo o que nos ficou e "não há machado que corta a raiz ao pensamento" ai não...

Ela é do mundo esta donzela e mulher a terra de Alpalhão!

Mas o Dr. António Martins Machado foi bacharel.

Foi formado em Teologia pela Universidade de Coimbra.

A sua formaturs foi em 1897.

Tinha que vir para o Alentejo. Tinha que vir para estas paragens.

Depois da sua formatura, em Portalegre, o senhor doutor fixou a sua residência. Na cidade do Régio, "a mais alta do Alentejo" foi professor no Seminário.

Foi professor de literatura portuguesa e de teologia dogmática geral.

Em Portalegre o foi lá também nomeado Cónego capitular da Sé. A posse do canonicato a tomou em 1 de Dezembro de 1907.

Partiu...

Faleceu em Portalegre.

Foi sepultado nesta cidade a 27 de Março de 1915.

Terrível!

Terrível é sempre esta coisa quando se a ela é obrigado a deixá-la ficar pela meia e não se lhe aperta o papo...

O blog sabe que nasceu a 22 de Junho de 1868.

publicado por DELFOS às 12:44

" Também o jornal PÚBLICO noticiou a descoberta do mosaico de Abelterium (Alter do Chão), mosaico que apresenta características especiais, dedicando-lhe um trabalho de desenvolvimento dias depois no PÚBLICO2. Sobretudo este último texto é longo mas deixa de ser interessante e curioso.

Arqueologia
Descoberto em Alter do Chão mosaico romano único na península

(PÚBLICO) 02.02.2009
As escavações arqueológicas na antiga cidade romana de Abelterium, próximo de Alter do Chão, Portalegre, trouxeram à luz do dia uma peça que, dizem os peritos, será única na Península Ibérica. Trata-se de um mosaico de grandes dimensões, datado do século IV, e que se encontrava no triclínio de uma casa que estava a ser escavada e que pertenceria a um aristocrata ou político, conforme explicou o arqueólogo Jorge António. A peça em causa, concebida em pasta vítrea de tons azuis, verdes e bordeaux, é uma representação homérica, da Ilíada, e tem no centro a figura de Medusa. A zona das escavações, também conhecida por Estação Arqueológica de Ferragial d'El Rei, deverá ser aberta ao público no dia 21 de Maio. Até lá irão continuar a decorrer trabalhos que poderão revelar novos achados. A intenção da autarquia, de acordo com o presidente Joviano Vitorino, é a de que a cidade romana de Abelterium possa vir a ser declarada como Património Nacional, valorizando um concelho rico em vestígios arqueológicos de diferentes eras.

César, Virgílio, Joviano, António e o mosaico mais belo do império

(PÚBLICO/Público 2) 16.02.2009 Paulo Moura (texto) e João Henriques (fotos)

Um mosaico romano de características únicas foi encontrado em Alter do Chão. É do século IV e representa o último canto da Eneida. Em ano eleitoral, a obra de Virgílio poderá fazer pelo presidente da câmara, Joviano Vitorino, o que, há dois mil anos, fez pelo imperador César Augusto. Vai poder ser visto a partir de 21 de Maio.
Eneias com o seu penacho característico, quebrado por ter sido atingido por uma lança. Dos dois lados da composição, frente a frente, guerreiros gregos e frígios. Entre as duas hostes, um medalhão com a figura da Medusa. Ao centro, prostrado aos pés de Eneias, o rei Turno implora pela sua vida.
Caio Júlio César Otaviano Augusto, em Roma, à semelhança de Joviano Vitorino, em Alter do Chão, precisava de consolidar o seu poder. A república tinha-se transformado em império, em 23 a.C., e, para o manter unido e submisso, era importante criar uma mitologia, uma epopeia e uma crença na natureza divina do poder imperial.
César chamou um poeta com provas dadas, Virgílio. Ou melhor: pediu a um amigo, também seu conselheiro e agente diplomático, muito rico e que gostava de apoiar as artes, um mecenas, que falasse com Virgílio. O mecenas que, não por acaso, se chamava Mecenas, pagou ao poeta para escrever uma obra melhor do que a Ilíada e a Odisseia juntas. No ano 19 a.C., o mesmo em que morreu, Virgílio compôs então a Eneida, um poema épico em 12 cantos que começa, mil anos depois, onde a Ilíada termina – a queda da cidade de Tróia.
Os primeiros seis cantos da Eneida, aliás, emulam a Odisseia, em termos de enredo e também na forma, enquanto a primeira parte da obra imita a Ilíada. Tudo junto, garantia Virgílio, superava a obra de Homero. Mas não a ignorava. Através de um sistema de referências a que os literatos chamam intertextualidade, alimentava-se dela. São comuns algumas personagens, bem como locais e eventos, para que ao leitor que conheça a Ilíada e a Odisseia esteja acessível uma fruição superior da própria Eneida.
Ao contrário do que se passa na Odisseia, protagonizada por um grego (Ulisses), o herói da obra de Virgílio é Eneias, um troiano que, a pedido da sua ilustre mãe, foge, após a destruição da cidade pelos gregos, com o objectivo de erguer uma nova cidade, uma nova Tróia, que será Roma. Eneias era um rapaz de boas famílias: o pai era Anquises, um príncipe troiano, mas a mãe era nada menos do que a deusa Vénus, que tivera com o mortal Anquises uma aventura extraconjugal. Também estava muito bem relacionado: o seu escudo foi construído por Vulcano, marido de Vénus e deus do fogo (à semelhança do que acontece com o escudo de Aquiles, na Ilíada), frequentava a casa de Plutão, o guardião dos Infernos, e aconselhava-se regularmente com Júpiter, o deus dos deuses.
Após muitas peripécias, guiado por um oráculo, Eneias chega à Itália. Aí, tem de combater o rei dos rútulos, Turno, a quem tinha sido prometida a mão de Lavínia, filha de outro líder local, Latino, rei dos latinos. Mas um oráculo aconselhara Latino a aceitar como genro um guerreiro estrangeiro. Eneias conta então com a ajuda de Latino e, protegido com o escudo forjado por Vulcano (onde estão gravados todos os acontecimentos da futura História de Roma), e aconselhado por um génio do rio Tibre, vence, numa luta corpo a corpo, o rei Turno. Tombado no chão, este implora pela sua vida, mas Eneias, após um momento de hesitação, trespassa-o com a espada. Desposa Lavínia, e o seu filho Ascânio, neto de Anquises e Vénus, será o avô dos futuros reis de Roma, que assim vêem garantida uma linhagem divina e uma História mítica, ligada aos gregos e aos povos da Itália. Virgílio cumpriu a sua missão, o imperador César Augusto ficou satisfeito.


A Casa da Medusa


Jorge António encontrou primeiro a cabeça de uma estátua de mármore representando uma rapariga. O penteado, em longas tranças puxadas para trás e apanhadas em rabo de cavalo, denuncia a moda da sua época. Basta averiguar quando se usava aquele visual feminino, e saberemos a que período pertence a estátua. Foi isto que pensou Jorge António, que é natural de Faro e arqueólogo da Câmara Municipal de Alter do Chão.
Uma coisa era certa: a presença da escultura era sinal da existência de uma casa muito rica, uma verdadeira domus. Até agora, já tinha sido descoberta a base de uma outra estátua, de Apolo, perto de uma zona de balneários termais, daquela que terá sido uma importante cidade romana e está hoje soterrada sob a vila alentejana de Alter do Chão. A cidade chamava-se Abelterium e começou a ser escavada em 1954. A estação arqueológica desenvolveu-se na área entre o campo de futebol, uns terrenos pertencentes à coudelaria, e o pavilhão desportivo que viria a ser construído. Tornou-se perfeitamente visível a zona do hipocausto, onde o ar aquecido por uma fornalha de lenha circulava por baixo do chão, a do frigidário, onde corria água fria, a zona de massagens e a latrina comunitária. No decorrer das escavações, surgiria também a necrópole, onde, a julgar pelo luxo dos objectos depositados junto a cada corpo, estariam sepultados os elementos da elite da sociedade romana da época. Tudo levava a crer, portanto, estar-se na presença de uma grande cidade – uma civitas, e não um simples vicus (povoado).
Jorge António, 38 anos, trabalha há oito na Câmara de Alter do Chão. Concluíra a licenciatura em História e Arqueologia na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa e estava desempregado. Enviou um currículo para a Câmara de Alter e conseguiu o lugar. Logo nesse ano de 2001, elaborou um projecto para a Estação Arqueológica de Ferragial d'El Rei, que só viria a ser aprovado em 2004. Foi nessa altura, com alguns apoios financeiros, que se iniciaram os trabalhos.
No seu Gabinete de Arqueologia, instalado em duas salas do edifício do Cineteatro de Alter do Chão, Jorge armazena, organiza e estuda os achados dos últimos anos, distribuídos por caixas rotuladas - "Fragmentos de estuque", "Elementos de adorno", "Cerâmica comum", "Moeda", "Vidro", "Aplicações para mobiliário", "Têxteis", "Lazer", "Iluminação doméstica"... Sobre uma mesa, o esqueleto quase completo de um homem, sepultado há cerca de 1500 anos. Tinha 1m e 62 cm de altura, entre 40 e 49 anos à data da morte, e era rico. É o que se sabe sobre ele.
Com estes elementos, e mais alguns fragmentos de estátuas, de frescos, de paredes, Jorge António ia imaginando a cidade que existiu naquele lugar, e que, a julgar pelos vestígios, nunca foi propriamente abandonada, até hoje. Terá havido uma continuidade de ocupação, desde as povoações pré-romanas, as visigóticas, árabes, cristãs, até ao castelo, construído em 1349 por D. Pedro, e à actual vila de Alter do Chão.
Mas foi há um ano e meio que fez a grande descoberta.

O mosaico

Perto do local onde encontrara a cabeça feminina, em mármore, viu surgir a figura de Eneias, composta em minúsculas tesselas de calcário colorido e outras de pasta vítrea, azuis, verdes e amarelas. Foi alargando a área exposta e trouxe à luz o imenso mosaico, de 53 metros quadrados, constituído por uma moldura geométrica e uma zona figurativa de inédito esplendor. Eneias, com o seu penacho característico, quebrado por ter sido atingido por uma lança. Dos dois lados do painel, frente a frente, guerreiros gregos e frígios, definidos pelos respectivos capacetes. Entre as duas hostes, um medalhão com a figura da Medusa. Ao centro do painel, prostrado aos pés de Eneias, o rei Turno, implorando pela sua vida. Em baixo, à direita, a figura de Vulcano, cuspindo fogo, e à esquerda a do génio do Tibre, de cujo jarro verte a água do rio, representada em tesselas de pasta vítrea azul e verde.
"A cena representa o último canto da Eneida", explica ao P2 Teresa Caetano, investigadora do Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa e da Associação de Investigação e Estudo do Mosaico Antigo e da Associação Portuguesa para o Estudo e Conservação do Mosaico Antigo. "Turno está a pedir a Eneias que lhe salve a vida", diz a especialista, que já está a estudar o achado de Alter do Chão. "Há o deus Tibre, representado por um génio do rio, apoiado num vaso que deita água. Do outro lado está Vulcano, amigo da mãe de Eneias, que era Vénus, secando o rio, afrontando o génio do Tibre..."
Teresa Caetano nunca tinha visto um mosaico como este. Não há, no país, nem na península, nem talvez no mundo, mais nenhum desta qualidade e neste estado de conservação. O estudo, que vai durar, pelo menos, até ao final deste ano, ainda está no início. Mas já é possível tirar algumas conclusões: o mosaico é do século IV, do império romano tardio, e pertencia a uma casa muito rica. Naquela altura, como reacção ao cristianismo que alastrava, tornaram-se moda, entre os romanos não-cristãos, os mosaicos com motivos da Ilíada, Odisseia ou Eneida. Os homens ricos e influentes do mundo romano faziam questão de ostentar uma profunda cultura clássica, e uma ligação aos valores pagãos, que consideravam superiores aos do cristianismo. Era uma demonstração de status e poder.
Nada se sabe sobre o homem que mandou construir o mosaico de Abelterium, excepto que era muito rico e culto e que teria uma grande importância na cidade. O mosaico terá custado uma fortuna. Não foi feito, decerto, por um artista da região, porque não havia na península, que se saiba, uma escola com tal mestria. Mas sobre isto há várias teorias. Jorge António fala de artistas itinerantes que iam de casa em casa, com um catálogo de imagens. Teresa Caetano imagina uma espécie de "multinacional" da arte do mosaico, que teria "sucursais" em vários pontos do império. As próprias tesselas, que alguns historiadores pensavam serem feitas com materiais de cada local, parece afinal que eram produzidas numa mesma "fábrica", e transportadas de barco para as várias regiões. Os despojos de um navio, carregado de tesselas coloridas, naufragado ao largo das Berlengas, vieram confirmar esta teoria.
A maior parte dos mosaicos eram feitos por artesãos, que copiavam as imagens concebidas pelos "designers" da "multinacional", com ligeiras adaptações. Não terá sido o caso do painel de Alter do Chão. "A riqueza de pormenores, as sombras, a musculação, a própria técnica da perspectiva" denunciam a presença de um artista. Um verdadeiro pictor imaginarius, que terá vindo expressamente de Emerita Augusta (Mérida), capital da Lusitânia, ou mesmo de Roma, para produzir a obra na casa do magnata de Abelterium. Era um mestre, que se faria pagar a peso de ouro, mas terá desenhado o que o seu cliente pediu, como era normal na época. Mais ou menos pasta vítrea, para os detalhes dos olhos, a água ou o fogo, mais uma cena mitológica, mais uma personagem, tudo isto era decidido por artista e cliente, numa discussão erudita de quem dominava os clássicos.
Jorge António não duvida de que o proprietário da sua Casa da Medusa, como baptizou a domus do mosaico, era um homem culto. Entre as várias divisões que descobriu, conta-se um escritório (tablinum), o que mostra tratar-se de um intelectual. Desta divisão sai um corredor que liga aos quartos, ao peristilo - o jardim interior – e ao triclinium, ou sala de jantar, coberto pelo mosaico da Eneida.
"A casa deveria ter pelo menos o dobro do tamanho do que está à vista e, provavelmente, um segundo andar", explica Jorge António. "Era aqui que o dono recebia os seus convidados para jantar", continua, caminhando sobre o mosaico. "Ao centro ficava a mesa e aqui, à volta, os sofás, onde as pessoas se deitavam, como é descrito no Banquete de Trimalquião, de Satiricon", prossegue o arqueólogo municipal, que considera "urgente" continuar as escavações, e preservar os tesouros encontrados, não obstante a descoberta do mosaico ter ocorrido há um ano e meio e só agora ter sido divulgada. "Era um homem muito importante. Um aristocrata, um sacerdote. Talvez um político."

A epopeia de Joviano

Está a chover. A água infiltra-se nos interstícios das tesselas, fazendo-as saltar dos seus lugares. Joviano Vitorino, 50 anos, lembra-se de vir para aqui brincar, quando era miúdo. A escola que frequentava, na aldeia da Cunheira, tinha 80 alunos. Hoje, não tem nenhum, e fechou. "Lembro-me de vir a Alter, de fatinho, fazer o exame da 4.ª classe, em 1968. Brincávamos sobre as ruínas, levávamos pedras para casa." Alter do Chão tinha na altura dez mil habitantes. Hoje, tem quatro mil. "O poder central tem de começar a olhar para o interior do país de forma diferente", diz Joviano Vitorino, que é hoje presidente da Câmara de Alter do Chão, eleito pelo PSD. "A nossa riqueza arqueológica tem um potencial enorme, e a descoberta deste mosaico veio trazer outra dinâmica ao nosso projecto."
O projecto, a epopeia de Joviano Vitorino, é classificar Abelterium como Monumento Nacional, criar o Centro Interpretativo da Estação Arqueológica, no 1.º andar do Cineteatro, o Clube do Património, para trazer estudantes à estação, um núcleo museológico, o Corredor do Tempo, para as crianças, e uma cobertura especial para o mosaico da Casa da Medusa. Parte deste equipamento vai ser inaugurado no próximo dia 21 de Maio. Haverá também merchandizing – t-shirts, bonés, posters com réplicas do mosaico – e ainda uma piscina descoberta, um pavilhão desportivo e um estádio.
"Tudo isto atrairá turistas e criará empregos na região", explica o autarca, que espera obter fundos governamentais para o projecto. "Precisamos de milhares de euros, e vamos passar a bola da responsabilidade."
Um grupo de dissidentes do PSD tem sido muito crítico das acções de Joviano, e ameaçou desafiá-lo, nas eleições autárquicas deste ano, talvez apoiando o candidato do PS. Mas Joviano tem agora um trunfo que crê ser imbatível: o mosaico. O timing é perfeito.
"Vai ser inaugurada a IC13, que liga Portalegre a Alcochete. Ficaremos a uma hora e meia de Lisboa", diz Joviano Vitorino. Não há razão para que o mosaico seja levado para um museu da capital. "Não deixo que ele saia. Isto tem uma importância arqueológica enorme", diz o autarca, que entretanto se tornou especialista em cultura clássica. "Só por cima do meu cadáver."
publicado por DELFOS às 04:22

Mas muito se lhe agora em lá a generalis e agora se lá lhe diz a conquista lá o Tibete ou lá montanhas a montanha lá da zona ou de lá perto e se esquece em outrora os portugueses lá estiveram no séc. XVI e a coisa um bocadito mais difícil a fizeram e não havia limites e não deixa de ser a pedra em lá bravura...

É daquelas coisas "Somos os primeiros" e esta vila lá nos da frente e esta terra entre os primeiros. Que orgulho é lá que este povo...

É mesmo daquelas coisas que quem lá escreve, a satisfação, que não é Lisboa, a Lisboa o mesmo é este povo aqui tão perto...Daquelas coisas...

Nunca sabereis onde a escuridão começa...

Que se começa a escrever e logo... Fogo! Não sabe o blog "ALNTEJO no NORTE" se o Padre Manuel Dias, o amigo, homem lá do mundo, a alcunha, o cognominado «Sénior», o foi, a razão não esteve por ter um sobrinho também Manuel Dias, na igualdade, que na igualdade de posição celestial , o mais engraçado era também padre e ambos eram naturais de Alpalhão.

O primeiro e é neste que se vai falar nesta postagem.

Ele entra com dezasseis anos de idade no colégio da Companhia de Jesus.

É Évora.

Entra em Évora a 30 de Dezembro de 1576.

Não vale.

Blog lá não muita contente.

O blog confessa que não sabe quando nasceu. Não sabe quem era os seus pais lá em altura aquela em sua vida terrena...Sabe que o Reverendo partiu para a Índia em 1585. A nau que o transportava sofreu um acidente entre a Ilha de S. Lourenço e as costas de Sofala. Coisa lá aquela o célebre naufrágio está narrado na História Trágico-Marítima.

Muitos sofrimentos depois de muitos sofrimentos, o Padre Manuel Dias conseguiu chegar à Índia onde se ordenou de presbítero, iniciando então a sua vida de missionário.

Após dezasseis anos de experiências na Índia, em Goa onde terminou os seus estudos, em Chaul e Tana, onde foi responsável pelas residências jesuítas locais, entrou na missão da China onde lhe deram o apelido Li Mano-No Hai-lo em 1601.

Ano de 1596.

No ano de 1596 foi nomeado reitor do Colégio da Madre de Deus em Macau, sendo depois enviado a três províncias da China, deixando o cargo entre a Valentim de Carvalho.

A sua estadia em Nanquim baptizou um príncipe da família imperial que ali passava uma temporada e a quem deu o nome de José. Que não há um sem três - assim o pensa o blog - outros três familiares receberam a graça também pelo baptismo.

É Natal.

É dia de Natal.

No dia de Natal de 1608 Manuel Dias, inaugura uma igreja e duas capelas.

A vida não para.

Um ano depois era de novo chamado a Macau. Foi chamado a Macau para dirigir pela segunda vez, o colégio jesuíta.

Era prudente.

Este prudente religioso, profundo conhecedor da língua e culturas chinesas, escreveu em 1607 um "Memorial Apolegético", graças ao qual foi abortada uma perseguição contra jesuítas companheiros seus.

A informação.

A informação que em tempos modernos também não circula e diz que é democrática ou lá da terra do Crato. Em terras pequeninas a cuspir umas para as outras.

A informação?

Quem dá o que tem ou lá Lua passeira que não passa e mas Viva lá o Sol que tudo mostra e tudo revela em escuridão de alguma gruta que mais que seja ela lá resgatada.

É um período.

Será sempre o tempo.

Segue-se um período de escassa informação sobre o seu trajecto. Mas branca. Branca é a folha é a pureza ou folha de papel que nunca se escreve. Mas o blog compreende. Como o blog consegue lá compreeder tão bem aquele tempo lá passado...

Não sabe se na modernaça u é lá ainda mais que pior em tempo moderno que lá não aventureiro.

Sabe-se apenas que estava ainda em Macau em 1619.

Sabe-se que em 1636 Manuel Dias era nomeado Visitador da China, Japão, Tonquim, da Conchichina e dos Reinos de Sião, Ava, Camboja e Laos.

Um ano depois escrevia ao superior dos jesuítas, sugerindo-lhe que enviasse para o Oriente padres de diferentes nacionalidades, cada um deles com um talento especial, fosse no campo da pintura, da matemática, astronomia ou outra qualquer ciência ou arte...

Que homem ou lá a grandiosidade de fulano humano e tão do blog.

Manuel Dias faleceu em 1639.

Faleceu com oitenta anos de idade.

Está sepultado em Macau.

Na sua pedra tumular reza o seguinte: «O Padre Manuel Dias Visitador falleceo aos 22 de Novembro de 1639 está enterrado na Capella mor junto ao pé do arco da banda do Espírito Santo, começando da 3.ª pedra vermelha para dentro, e he a mesma cova em q. foi enterrado dantes o pe. Jeronimo Rois de Carvalho»....

Escreveu as cartas onunas de 1625 e de 1629, pelas quais é considerado um notável orientalista.

Nota:

Trabalho muito bem feito e a maior parte é transcrita de "Hojemacau-30-03-2007".

Foi um trabalho que o blog gostou muito de fazer.

É daquelas coisas que parece que se sente um orgulho em ser português. Não deixa de ser daquelas coisas em informação com que se estava a jogar, não deixa de existir muita contradição entre ela e das coisas que sobressai, entre algumas, é o dia da morte e o local onde está sepultado...


O blog talvez venha a voltar ao assunto.

publicado por DELFOS às 01:17
08 de Fevereiro de 2011

O Geopark Naturtejo, que abrange seis concelhos dos distritos de Castelo Branco e de Portalegre, recebeu em 2010 cerca de 30 mil pessoas.

O número foi avançado ao Reconquista pelo presidente da Naturtejo, Armindo Jacinto.

De acordo com aquele responsável, o Geopark foi também visitado por oito mil alunos de escolas de Portugal, Espanha, Estados Unidos da América e Brasil.
Armindo Jacinto considera que o território Naturtejo é um espaço de excelência, com um enorme potencial, resultante do seu próprio património, das suas gentes e da sua localização, o que permite a captação de públicos no eixo Madrid-Lisboa.
Para 2011 as apostas da Naturtejo passam por novas rotas.

Pacotes turísticos completos, que "têm a particularidade de destacar novos produtos, como a gastronomia e produtos regionais. É importante juntarmos o setor agro alimentar ao turismo", revela Armindo Jacinto.

O objetivo passa por aumentar o número de visitas no território, criando condições para que quem passe no Geopark possa consumir os diferentes produtos existentes, desde a restauração, hotelaria, gastronomia, ou produtos regionais.

Rotas de excelência

As propostas do Geopark Naturtejo apresentam rotas com preços a partir de 84 euros, para três dias e duas noites.

A biodiversidade, o património histórico, a gastronomia e a cultura são presenças garantidas nas viagens ao Geopark.

Armindo Jacinto dá como exemplo as rotas dos Abutres e dos Veados (ambas com percursos pedestres e passeio de barco no Parque Natural do Tejo Internacional).
Para 2011 são ainda reforçadas as rotas das Aldeias Históricas (visita a Idanha-a-Velha e percursos pedestres), dos Cavaleiros Templários, do Xisto, das Montanhas e dos Sabores.
Mas as propostas não se ficam por aqui.

A Rota do Passado no Presente merece destaque, com as visitas acompanhadas ao centro histórico de Castelo Branco, ao Jardim do Paço, aos museus Francisco Tavares Proença Júnior, Cargaleiro e Canteiro, e à vila de Idanha-a-Nova.

Também a Rota do Ouro, que integra provas de azeite, visitas guiadas à mina de ouro romana do Conhal do Arneiro e a atividade "Há ouro na Foz" deverá ser bastante requisitada.
Os motivos para uma visita ao Geopark Naturtejo incluem ainda paisagens como os meandros do Zêzere, a queda de Água D'Alta (ambos no concelho de Oleiros) ou saltos de paraquedas e visita ao Centro de Ciência Viva da Floresta (em Proença-a-Nova).
Armindo Jacinto revela que a Naturtejo está a trabalhar com os principais operadores turísticos nacionais e internacionais, disponibilizando também atividades para grupos empresariais.

"Iniciativas que pretendem promover o convívio entre os participantes e incentivem o espírito de equipa", explica.
O presidente da Naturtejo explica que as atividades para as empresas podem "por visitas acompanhadas, momentos culturais com a atuação de grupos e demonstração de artesanato, jantares medievais ou sessões de bem estar em balneários termais".

No entender de Armindo Jacinto as empresas poderão ainda usufruir de "passeios de barco nos rios Tejo e Zêzere, participação em atividades do amanho da terra, como a apanha da azeitona, de tortulhos e criadilhas colheita do medronho, e fabrico de aguardente e compotas".

O Geopark Naturtejo abrange os concelhos de Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Oleiros, Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão (distrito de Castelo Branco) e Nisa (distrito de Portalegre).

O Geopark Naturtejo, que abrange seis concelhos dos distritos de Castelo Branco e de Portalegre, recebeu em 2010 cerca de 30 mil pessoas.

O número foi avançado ao Reconquista pelo presidente da Naturtejo, Armindo Jacinto.

De acordo com aquele responsável, o Geopark foi também visitado por oito mil alunos de escolas de Portugal, Espanha, Estados Unidos da América e Brasil.
Armindo Jacinto considera que o território Naturtejo é um espaço de excelência, com um enorme potencial, resultante do seu próprio património, das suas gentes e da sua localização, o que permite a captação de públicos no eixo Madrid-Lisboa.
Para 2011 as apostas da Naturtejo passam por novas rotas.

Pacotes turísticos completos, que "têm a particularidade de destacar novos produtos, como a gastronomia e produtos regionais. É importante juntarmos o setor agro alimentar ao turismo", revela Armindo Jacinto.

O objetivo passa por aumentar o número de visitas no território, criando condições para que quem passe no Geopark possa consumir os diferentes produtos existentes, desde a restauração, hotelaria, gastronomia, ou produtos regionais.

Rotas de excelência

As propostas do Geopark Naturtejo apresentam rotas com preços a partir de 84 euros, para três dias e duas noites.

A biodiversidade, o património histórico, a gastronomia e a cultura são presenças garantidas nas viagens ao Geopark.

Armindo Jacinto dá como exemplo as rotas dos Abutres e dos Veados (ambas com percursos pedestres e passeio de barco no Parque Natural do Tejo Internacional).
Para 2011 são ainda reforçadas as rotas das Aldeias Históricas (visita a Idanha-a-Velha e percursos pedestres), dos Cavaleiros Templários, do Xisto, das Montanhas e dos Sabores.
Mas as propostas não se ficam por aqui.

A Rota do Passado no Presente merece destaque, com as visitas acompanhadas ao centro histórico de Castelo Branco, ao Jardim do Paço, aos museus Francisco Tavares Proença Júnior, Cargaleiro e Canteiro, e à vila de Idanha-a-Nova.

Também a Rota do Ouro, que integra provas de azeite, visitas guiadas à mina de ouro romana do Conhal do Arneiro e a atividade "Há ouro na Foz" deverá ser bastante requisitada.
Os motivos para uma visita ao Geopark Naturtejo incluem ainda paisagens como os meandros do Zêzere, a queda de Água D'Alta (ambos no concelho de Oleiros) ou saltos de paraquedas e visita ao Centro de Ciência Viva da Floresta (em Proença-a-Nova).
Armindo Jacinto revela que a Naturtejo está a trabalhar com os principais operadores turísticos nacionais e internacionais, disponibilizando também atividades para grupos empresariais.

"Iniciativas que pretendem promover o convívio entre os participantes e incentivem o espírito de equipa", explica.
O presidente da Naturtejo explica que as atividades para as empresas podem "por visitas acompanhadas, momentos culturais com a atuação de grupos e demonstração de artesanato, jantares medievais ou sessões de bem estar em balneários termais".

No entender de Armindo Jacinto as empresas poderão ainda usufruir de "passeios de barco nos rios Tejo e Zêzere, participação em atividades do amanho da terra, como a apanha da azeitona, de tortulhos e criadilhas colheita do medronho, e fabrico de aguardente e compotas".

O Geopark Naturtejo abrange os concelhos de Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Oleiros, Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão (distrito de Castelo Branco) e Nisa (distrito de Portalegre).

O Geopark Naturtejo, que abrange seis concelhos dos distritos de Castelo Branco e de Portalegre, recebeu em 2010 cerca de 30 mil pessoas.

O número foi avançado ao Reconquista pelo presidente da Naturtejo, Armindo Jacinto.

De acordo com aquele responsável, o Geopark foi também visitado por oito mil alunos de escolas de Portugal, Espanha, Estados Unidos da América e Brasil.
Armindo Jacinto considera que o território Naturtejo é um espaço de excelência, com um enorme potencial, resultante do seu próprio património, das suas gentes e da sua localização, o que permite a captação de públicos no eixo Madrid-Lisboa.
Para 2011 as apostas da Naturtejo passam por novas rotas.

Pacotes turísticos completos, que "têm a particularidade de destacar novos produtos, como a gastronomia e produtos regionais. É importante juntarmos o setor agro alimentar ao turismo", revela Armindo Jacinto.

O objetivo passa por aumentar o número de visitas no território, criando condições para que quem passe no Geopark possa consumir os diferentes produtos existentes, desde a restauração, hotelaria, gastronomia, ou produtos regionais.

Rotas de excelência

As propostas do Geopark Naturtejo apresentam rotas com preços a partir de 84 euros, para três dias e duas noites.

A biodiversidade, o património histórico, a gastronomia e a cultura são presenças garantidas nas viagens ao Geopark.

Armindo Jacinto dá como exemplo as rotas dos Abutres e dos Veados (ambas com percursos pedestres e passeio de barco no Parque Natural do Tejo Internacional).
Para 2011 são ainda reforçadas as rotas das Aldeias Históricas (visita a Idanha-a-Velha e percursos pedestres), dos Cavaleiros Templários, do Xisto, das Montanhas e dos Sabores.
Mas as propostas não se ficam por aqui.

A Rota do Passado no Presente merece destaque, com as visitas acompanhadas ao centro histórico de Castelo Branco, ao Jardim do Paço, aos museus Francisco Tavares Proença Júnior, Cargaleiro e Canteiro, e à vila de Idanha-a-Nova.

Também a Rota do Ouro, que integra provas de azeite, visitas guiadas à mina de ouro romana do Conhal do Arneiro e a atividade "Há ouro na Foz" deverá ser bastante requisitada.
Os motivos para uma visita ao Geopark Naturtejo incluem ainda paisagens como os meandros do Zêzere, a queda de Água D'Alta (ambos no concelho de Oleiros) ou saltos de paraquedas e visita ao Centro de Ciência Viva da Floresta (em Proença-a-Nova).
Armindo Jacinto revela que a Naturtejo está a trabalhar com os principais operadores turísticos nacionais e internacionais, disponibilizando também atividades para grupos empresariais.

"Iniciativas que pretendem promover o convívio entre os participantes e incentivem o espírito de equipa", explica.
O presidente da Naturtejo explica que as atividades para as empresas podem "por visitas acompanhadas, momentos culturais com a atuação de grupos e demonstração de artesanato, jantares medievais ou sessões de bem estar em balneários termais".

No entender de Armindo Jacinto as empresas poderão ainda usufruir de "passeios de barco nos rios Tejo e Zêzere, participação em atividades do amanho da terra, como a apanha da azeitona, de tortulhos e criadilhas colheita do medronho, e fabrico de aguardente e compotas".

O Geopark Naturtejo abrange os concelhos de Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Oleiros, Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão (distrito de Castelo Branco) e Nisa (distrito de Portalegre).

http://aeiou.expresso.pt/geopark-naturtejo-recebeu-30-mil-visitantes-em-2010=f630580

publicado por DELFOS às 04:36
06 de Fevereiro de 2011

O início de 2011 foi marcado pela apresentadação da Rede Nacional de Judiarias, um projecto que resulta do trabalho conjunto de diversas entidades regionais de turismo e o envolvimento de autarquias. O objectivo é incentivar a recuperação e promoção do património associado à herança judaica.

O início de 2011 assistiu à criação de uma associação para dinamizar uma rede de Judiarias de Portugal, no âmbito de um processo que envolve as entidades regionais de turismo do Algarve, Alentejo, Douro, Oeste e Serra da Estrela e que inclui os municípios de Belmonte, Tavira, Castelo de Vide, Guarda, Trancoso, Feixo-de-Espada-à-Cinta, Torres Vedras e Penamacor.

O projecto conta, ainda, com a colaboração das comunidades judaicas de Lisboa, Porto, Belmonte, Lamego e Lagos. António Saraiva, director da APGUR - Agência de Promoção da Guarda, entidade que lidera o projecto, adianta que «no início de 2011 poderá ser a altura ideal e de referência para o aparecimento da associação que dará corpo ao projecto».

A Rede Nacional de Judiarias tem como missão «incentivar a recuperação do património legado pela herança da história judaica portuguesa e promover cultural e turisticamente essa componente da identidade nacional».

O responsável adiantou que «as autarquias, as entidades e os privados envolvidos, mostram-se todos interessados e com a expectativa de que a rede se torne num factor de desenvolvimento importante» para o país.

Indicou que a iniciativa envolverá todas as localidades «que têm herança judaica no seu território» e que nesta fase do processo estão a ser debatidos «os estatutos» da futura associação que irá gerir o plano de âmbito nacional.

A futura rede também deverá «agregar» uma proposta anteriormente assumida pela entidade de Turismo da Serra da Estrela, cuja direcção «é receptiva a essa ideia», disse António Saraiva.

O director da APGUR considera que o projecto é fundamental para dar a conhecer «verdadeiramente a cultura judaica e o seu património» e para «fomentar e valorizar a cultura judaica como um importante factor identificativo e de desenvolvimento».

«Com a criação desta rede pretende-se impulsionar o desenvolvimento integral da sua área abrangente, baseado no aproveitamento de um recurso comum, a cultura e o património judaico, e na conservação do património histórico local», acrescentou.

Disse que a futura estrutura prevê a criação de «uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, com presidência rotativa, entre os seus membros».

Referiu que poderão integrar o projecto autarquias onde exista património e cultura judaica, associações ou entidades ligadas à temática judaica, individualidades e empresas.

Como possíveis acções a desenvolver no futuro, destacou a realização de colóquios, seminários e encontros, a elaboração de roteiros e suportes promocionais, bem como a dinamização dos territórios abrangidos e a sua sinalética.
in http://www.cafeportugal.net/pages/noticias_artigo.aspx?id=2728
publicado por DELFOS às 22:47
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