08 de Abril de 2011

 
A Ordem do Hospital, desde o momento que chega ao Condado Portucalense, cumpre a sua função assistencial, como prova a doação feita em seu benefício, em 1145, pelo arcebispo de Braga, do hospital edificado por Pedro Ourives e respectivos bens situados em Braga.

 
A reforçar esta situação, cinco anos mais tarde, Pedro Ourives doou ao prior a Igreja de S. João, o cemitério e certas casas existentes nos subúrbios da referida cidade. Aliás, parece-nos correcto reconhecer na doação de 1145 o papel concreto que a Ordem desempenhava ao nível sóciocaritativo de apoio aos peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela, e de que Leça do Balio era uma base de apoio, como indica o próprio traçado viário da altura.

 
Assim parece plausível que a prossecução deste programa assistencial tenha sido um parâmetro importante no processo de implantação da Ordem em Portugal, nomeadamente na sua primeira instalação em Leça.

Por outro lado, a inserção destes freires num projecto concertado de actuação militar aguardou pelo final do séc. XIII.Este processo tem lugar, pelo menos, em 1194, ano em que D. Sancho I doa aos freires a terra de Guinditesta, impondo-lhes a obrigação de construírem o castelo de Belver, no contexto dos desastrosos anos de 1190-91 para as tropas cristãs no domínio da Reconquista.

 
Com esta atitude, o monarca revela que acredita no potencial militar desses indivíduos e na sua correspondente capacidade de povoamento do território.
Não tardará o reforço deste núcleo de implantação hospitalária, já que em 1232, a Ordem recebe o Crato, com a obrigação de os freires povoarem e amuralharem este local, o que lhes irá permitir, anos mais tarde, ali instalar a sua casa conventual e reforçar a sua presença nesta zona. Em termos objectivos, a manifestação do exercício das duas funções primordiais dos freires de S. João de  Jerusalém, recordamos, assistência e prática das armas, materializa-se nas doações de Leça e de Belver.

 
A primeira, como matriz da prestação de cuidados assistenciais, no âmbito da peregrinação a Santiago de Compostela, e a segunda, como padrão de um comportamento militar, no contexto da cruzada e da reconquista.
Será, pois, no final do séc. XII que o ramo português da Ordem do Hospital assume a sua militar, o que se coaduna com a obrigação de os elementos que pretendem ingressar responderem, pelo menos a partir de agora, a critérios ligados à actividade bélica.

 
Para além das armas, a Ordem apresentava-se por várias outras razões, como uma opção estratégica para alguns sectores da nobreza portuguesa.
De um modo geral, as Ordens Militares são potencialmente atractivos para a aristocracia, como tem sido sublinhado.

 
Assim, no caso concreto dos Hospitalários, podem ser aduzidas razões como prestígio de ser uma instituição supranacional com origem na Terra Santa e no ambiente de cruzada, o aliciante que constituía a prática da virtude da caridade e da hospitalidade, o potencial que a Ordem tinha de sufragar as almas dos seus professos e mesmo o usufruto de um leque de privilégios papais e reais por parte dos que a ela aderissem.
A base patrimonial e jurisdicional da Ordem e a correspondente gestão destes bens e direitos por parte dos comendadores, com a organização das suas casas senhoriais e respectivas redes clientelares, são razões que se juntam ao leque de vantagens que a nobreza tem em se aliar a este projecto.
 
No plano religioso, as Ordens Militares podem oferecer soluções atractivas, quando interpretadas à luz do seu tempo.
Se as ordens apresentam vectores que são comuns a outras instituições de perfil distinto, como o sufrágio das almas dos benfeitores ou das dos seus parentes mais próximos, elas significam também a aproximação a Deus através de Jesus Cristo, concretizada pela conquista dos lugares santos, no ideal de cruzada, tão emblemático nos séculos XII e XIII.
 
 
Também o facto do primeiro superior hierárquico desta instituição nascida em Jerusalém ser um cavaleiro franco, que notabiliza no contexto da cruzada, e de a dignidade de grão-mestre ter sido titulada por D. Afonso de Portugal (1203-1206), filho de D. Afonso Henriques, poderá ter sido um estímulo à adesão à Ordem, por parte de alguns elementos da nobreza portuguesa, sustentando um padrão de exigência nobiliárquica, que se terá mantido e até aperfeiçoado em décadas posteriores.
 
 
A figura de D. Afonso terá congregado os interesses de alguns aristocratas portugueses, que procuram na Ordem uma aura de prestígio e de identificação com o poder real de início de Duzentos. Esta constatação poderá ser um elemento explicativo para o facto de a cavalaria religiosa se apresentar como um modelo de vida para alguns destes indivíduos, que viam o seu património familiar a tornar-se cada vez mais espartilhado, conseguindo, desta forma, encontrar no património das Ordens Militares um reforço das suas estratégias de poder.
 
 
Após analisarmos as áreas de implantação das diferentes famílias nobres e a lista de comendas da Ordem do Hospital e os seus respectivos titulares, verificamos que é possível estabelecer uma relação entre as zonas de implantação das diferentes casas senhoriais e a titulatura de algumas dignidades por parte de certos Hospitalários pode revestir de uma coincidência territorial, em outros está patente uma proximidade geográfica, que está na base das actuações em áreas limítrofes ás da família de onde provém esses indivíduos.
 
 
Assim, é possível afirmar que a Ordem viabiliza as estratégias de poderplurifacetado destas famílias, no sentido da consolidação ou ascensão, tanto a nível social como económico.
 
 
Sancho I, 1194, profundamente ligada ao evoluir da reconquista no início desta década, e reforçada no séc. XIII, pela concessão do lugar do Crato, constituem atitudes que estimulam a deslocação para as terras da Beira e do Alto Alentejo.
 
 
Este percurso poderá ser sintomático de um potencial militar ligado à concretização da cruzada, de uma necessidade destes cavaleiros se dedicarem à guerra como meio de acumular riqueza e até um eco da aproximação da Ordem à coroa, tanto mais que está maioritariamente ligada a linhagens não directamente associadas ao meio cortesão.
 
 
Pedro evidencia uma atitude inovadora na associação entre a cavalaria hispânica e os elementos das Ordens Militares, conferindo um grande destaque ao prior Hospitalário Álvaro Gonçalves Pereira, que pode ser entendido como um corolário de uma evolução da ligação da nobreza á Ordem do Hospital.
 
 
Em termos gerais, o modelo da cavalaria religiosa seria atractivo para a nobreza, uma vez que constituía uma hipótese institucional de prática dasarmas e era uma opção que viabilizava uma actuação ao nível da administração de grandes domínios, com a possibilidade de manutenção das suas casas senhoriais.

 
"Arez da Idade Média à Idade Moderna: um estudo monográfico Leitão, Ana Cristina Encarnação Santos Tese de mestrado em História Regional e Local apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2008 http://catalogo.ul.pt/F/?func=item global&doc_library=ULB01&type=03&doc_number=000546695

http://hdl.handle.net/10451/1738"
Hoje meus caros lhe começamos por lhe dar a ORDEM DO HOSPITAL nas terras de Arez. Estas Terras de Arez um dia vila, nas terras desta cosmopolita condado vila Nisa. Mas ela lhe sugere que a terra é mesmo plana e curva ela o não tem. Um dia, apenas se imagina ela...

Mas o tema é muita vasto meus caros do pouco que existe e se é encontrado na zona. Tem assim algumas palavrinhas que se gostava de as descolar...
 
A ver vamos.
Vamos lá a ver se conseguimos voltar com outro post sobre o tema.
 
Se tal não se conseguir, é porque é mesmo muita difícil viver no concelho de Gavião.
A coisa não se faz e ainda se bloqueia o que existe...
 
publicado por DELFOS às 16:04
25 de Março de 2011

Mas o seu gentílico é MONTE-PEDRENSE, e mas quem faz a definição e aconselha a norma universal a ser pronunciada é, Alexandre Carvalho Costa, Crato, Gentílicos e Apodos.

 

Mas este amigo, ele vai muito mais longe no tocante a este povo e a estas gentes, " Os seus habitantes são apodados de BATATEIROS. Será por fazerem grande uso do cultivo da batata?

Há muitas localidades no nosso País, em que os seus naturais e residentes têm tal apodo. Ainda no nosso distrito, mas no concelho de Nisa, Alpalhão, aplicam aos seus habitantes o anexim BATATEIROS.

 

Julgo que tanto numa localidade como noutra será devido ao frequente cultivo da batata.

 

Haverá outra razão?

 

Ignoro.

 

Nas investigações que fiz, nada encontrei a tal respeito. "

publicado por DELFOS às 13:49
06 de Março de 2011

Não sabe quanto emprego geram as ditas. Estas que o blog registou. Gostava de alongar um bocado mais a frente e a coisa mas confessa que começa a ter medo nas terras do concelho de Gavião. Ao viver num concelho onde não existe um biblioteca e a que existiu lhe foi tirada para uma consulta - que se lhe dá e depois se lho tira - ou que em Passos do seu concelho lhe ia dando umas fotocópias sobre o mesmo e depois se lhas tira, apenas está mandando o blog para a Maria Cardoso ou para o Tarafal. Uma escuridão tão profunda o blog sente meus caros. Parece que não se quer que o cidadão comum abra os olhos. E diz que apoia a cultura. Mas o machado corta tão profundo e fundo e faz as pessoas tão brutas...Enfim é assim. São terras de uma América Latina ou um deserto de África aqui tão perto...
 
O blog conseguiu registar 12 empresas de construção civil no concelho de Gavião. No concelho de Alter do Chão registou 7. Em Castelo de Vide foram apenas 3. O Crato, o Grandioso Crato aqui ao lado apenas tem 5. O de Fronteira tem 12 empresas. Marvão tem 9. Monforte tem 8. Nisa, este Condado tem 19. Portalegre, para terminar, o concelho de Portalegre tem 46. E para uma consulta mais profunda, algum interesse mais aprofundado por vós, aconselha-se http://www.portugalio.com/construcao-civil/nisa.
 
 
GAVIÃO

Antonio R Matos Heitor Gavião, Portalegre

Armando da Silva Goncalves Galinha Gavião, Portalegre

Cavaco & Tomas, Lda Comenda, Gavião, Portalegre

Fepema - Construções, Unip., Lda Gavião,

Francisco Labronço - Construção e Reparação de Edificios, Lda Ferraria, Gavião, Portalegre

Galinha & Hipolito, Lda Gavião, Portalegre

Gaverg - Construções, Lda Vale de Bordalo, Margem, Gavião, Portalegre

Gavicofra - Construções, Unip., Lda Gavião, Portalegre

Helder Manuel Gonçalves Infante Gavião, Portalegre 6040-105 Gavião

Mistura de Luxo - Unipessoal Lda Margem, Gavião, Portalegre

Rui Manuel Delgado Pereira Gavião, Portalegre

Urbigav - Construções, Unip., Lda Gavião, Portalegre

 

 

ALTER do CHÃO

Alberto Pereira Ribeiro Alter do Chão, Portalegre
Francisco Duarte Prego & Filhos, Lda Alter do Chão, Portalegre
J.L.G. Silvestre, Lda Alter do Chão, Portalegre
João Manuel A Engracio Alter do Chão, Portalegre
João Martins Palmeiro Chancelaria, Alter do Chão,
Jose Manuel Cabaço Barreto Seda, Alter do Chão,
Manuel Marques Airoso Alter do Chão, Portalegre
 
 
CASTELO de VIDE
João M Franco Pires Nossa Senhora Graça Póvoa Meadas, Castelo de Vide, Portalegre, Póvoa e Meadas 
Jose Joaquim Carrilho Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, Portalegre
Soc. de Construções Jose Ramos & Filhos, Lda Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, Portalegre
 
 
CRATO

Antonio Garcia Ventura Gáfete, Crato, Portalegre

Construções Ventura & Filho, Lda Gáfete, Crato, Portalegre

Manuel Flores de Matos & Filhos - Construções, Lda Monte da Pedra, Crato, Portalegre

Mario das dores Carrilho Casa Carrilho Crato e Mártires, Crato, Portalegre

Mundipedra - Soc.Construção Calçadas Compra Venda de Propriedades, Lda Gáfete, Crato, Portalegre

 

 

FRONTEIRA

Casas d`Alem, Lda Fronteira, Portalegre

Frontinveste - Serv. Projectos, Lda Fronteira, Portalegre

João Luis Godinho Niza Cabeço de Vide, Fronteira, Portalegre

João Maria Torres Garcia Cabeço de Vide, Fronteira, Portalegre

João Moreira C Espadinha Fronteira, Portalegre

Vitor Manuel Pereira Sebastião Cabeço de Vide, Fronteira, Portalegre

 

 

MARVÃO

A Aldeia - Construções Civis, Unip., Lda Santo António das Areias, Canto Roubado, Marvão, Portalegre

Antonio Joaquim Tome Anselmo Santo António das Areias, Marvão, Portalegre

Construções Paz & Paz Lda Beirã, Marvão, Portalegre

Construtora Marvanense, Lda Beirã, Marvão, Portalegre

Construtora Marvanense, Unip., Lda Beirã, Marvão, Portalegre

Construtora Raposo & Filhos, Lda Beirã, Barretos, Marvão,

Jose Pedro Carrilho Mimoso São Salvador da Aramenha, Portagem, Marvão, Portalegre

M. da Cruz & Out/ Herd.João Barreta Cebolas Batista - Constr.Civil, Lda São Salvador da Aramenha, Marvão, Portalegre

Multigolf - Soc. de Construções, Lda São Salvador da Aramenha, Marvão, Portalegre

 

 

MONFORTE

Azeiteiro & Galão, Lda Vaiamonte, Monforte,

Construções Ferreira & Cia.rrajola, Lda Vaiamonte, Monforte, Portalegre

Emidio & Silva - Construtores, Lda Assumar, Monforte, Portalegre

Estevão Lopes & Moreira, Lda Monforte, Portalegre

Gois & Gois Construtores, Lda Assumar, Monforte, Portalegre

Gois & Gois, Construtores, Lda Assumar, Monforte, Portalegre

João Antonio Sabino Fialho Leal Santo Aleixo, Monforte, Portalegre

Vitor Manuel Jesus Torres Estrela Vaiamonte, Monforte, Portalegre

 

 

 

PORTALEGRE

A.Ricardo & Filho, Lda Alegrete, Portalegre

Constralegre - Construtores Civis, Lda São Lourenço, Portalegre

Construcion Alvion 98 Sl São Lourenço, Portalegre

Construções Antonio Mão Ferro, Lda Reguengo, Portalegre (Cruz das Mós)

Construções Carloto & Filhos, Lda São Lourenço, Portalegre 7300-142 Portalegre

Construções Monte da Ribeira, Lda Ribeira de Nisa, Portalegre (Monte Carvalho)

Construções Porta Alegre, Lda São Lourenço, Portalegre

Damião & Belo, Lda Sé, Portalegre 

Efeito - Construtores, Lda Carreiras, Portalegre

Irmãos Gandum, Lda Sé, Portalegre

J. M. V. Ricardo, Lda Sé, Portalegre

João Eugenio Salgueiro Nunes Carreiras, Portalegre

João Martins Branquinho Ganhão São Lourenço, Portalegre

Joaquim Maria Bonito Rita Urra, Portalegre

Jose A F Miranda Realinho Sé, Portalegre

Jose Antonio F Miranda Urra, Portalegre

Jose Antonio Gaiato Rita Urra, Portalegre

Jose João Gasalho Pires Sé, Portalegre

Jose Manuel Alegria Gaiato Urra, Portalegre

Lena - Construções, S.A. Sé, Portalegre

Manuel J L Correia São Lourenço, Portalegre

Multiquatro - Soc. de Construções, Lda São Lourenço, Portalegre

Nelson Joaquim Genizio Sé, Portalegre

Soc. Alentejana de Construções, SA São Lourenço, Portalegre

Soc. de Empreitadas Centrejo, Lda São Lourenço, Portalegre

Tavares, Irmão & Reis, Unip., Lda Sé, Portalegre

 

 

NISA

Antonio Carita dos Santos Marquez Espírito Santo, Nisa, Portalegre

Antonio Maria Temudo Semedo Alpalhão, Nisa, Portalegre

Cavaca & Tomas, Lda Tolosa, Nisa, Portalegre

Construtora Bagulho & Galucho, Lda Nossa Senhora da Graça, Nisa, Portalegre

Crespo & Parreira, Construtores, Lda Tolosa, Nisa, Portalegre

Fernando Graça Vinagre Mouro Nossa Senhora da Graça, Nisa, Portalegre

Francisco Gomes Paulino Tolosa, Nisa, Portalegre

Isabelinho - Construções, Lda Tolosa, Nisa, Portalegre

J Durão, Lda Espírito Santo, Nisa, Portalegre

J.Severino & Filhos - Construtores, Lda Tolosa, Nisa, Portalegre

João Leonel A Calhaço Alpalhão, Nisa, Portalegre

João Luis Melato, Lda Espírito Santo, Nisa, Portalegre

Jorge Fernando Dinis Florindo Tolosa, Nisa, Portalegre

Jose Alvaro Pais Figueiredo Espírito Santo, Nisa, Portalegre

Jose M Barreto Carita Espírito Santo, Nisa, Portalegre

Jose Manuel Presumido Becho Alpalhão, Nisa, Portalegre

Jose Maria P Cabim Espírito Santo, Nisa, Portalegre

 

 

publicado por DELFOS às 14:55
22 de Fevereiro de 2011

Esta igreja possui algumas esculturas.
Esta igreja possui algumas esculturas quer em pedra, quer em madeira. O autor, ele não diz quantas são e também não regista o nome das mesmas. A coisa ficar assim pela meia, o blog "ALENTEJO no NORTE", nunca gosta lá muito e não lhe dá o sabor que ela tem...

É um templo simples esta igreja. É simples e seiscentista esta igreja.

Tem uma só nave.
Uma nave com capela-mor profunda.
É coberta de madeira na nave e de alvenaria na capela-mor.

Frontaria simples. Não é uma arquitectura pesada. A frontaria tem um portal e janelão e uma torre sinaleira com terminação piramidal.

O interior desta capela e templo foi remodelado no séc.XVII.
No séc. X VIII, o seu interior foi embelezado com altares laterais, com talha branca e dourada de cariz popular. É muita bonito vos diga o blog.

O altar tem colunas corintias com frontão interrompido. Nele, os trabalhos decorativos em massa e a pintura imitando mármore.

Vale a pena uma olhada meus caros.
Vale a pena uma visita a esta terra e a este lugar sagrado...

in PDM do Crato
publicado por DELFOS às 11:06
21 de Fevereiro de 2011

A Tapada da Laje de Peles, nos termos da freguesia de Gáfete, possui uma anta, que ica distante da povoação, uns 1 000 m, para leste da mesma.
Apesar de estar muito danificada, podemos ajuizar da sua câmara dolménica, visto que se vêem ainda em posição inicial 5 esteiros, embora partidos.
De todos eles, o melhor conservado é o que forma o fundo da e que tem 1,78 m de altura e 1,62 de largura.
O chão da câmara mede 2,30 m de fundo e 1,78 m no sentido transversal.
Uma pedra de 1,60 de comprimento, deve ter sido um dos lados do corredor, dada a sua posição e orientação para leste.
Há ainda uma pedra tombada junto à porta da anta, do lado direito (Est. X).

"Extracto do Tomo XLIV dos "Anais da Faculdade de Ciências do Porto" /ESBOÇO ARQUEOLÓGIO DO CONCELHO DO CRATO"
publicado por DELFOS às 13:08
18 de Fevereiro de 2011

Mas o apodo aplicado ao gafetense é: (mais uma vez, esta coisa do "Terras...", que não é terras, é toda uma região a ser preservada, não um blog, mas que seja vários blogs a funcionar na zona, em sua defesa e na sua defesa... O Blog "ALENTEJO no NORTE" cita, o já seu muito amigo, o amigo que teve muito gosto em encontrar numa biblioteca da zona, o orgulho tem ao dizer, a do Crato, o seu amigo, ALEXANDRE CARVALHO COSTA, Crato, Gentílicos e Apodos "eis os apodos aplicados aos gafetenses:

A) Potros
B) Gafanhotos
C) Centeeirinhos

A) Potros
Sobre o apodo Potros conta-se o seguinte:
As crónicas populares informam que, noutros tempos, quando as Juntas de Paróquia dispunham de vários terrenos sob a sua jurisdição uma houve em Gáfete (notável vila de São João Baptista de Gáfete), que resolveu para aproveitar as muitas pastagens de que dispunha, explorar a criação de gado cavalar.
Havia também a preocupação de problemas económicos a resolver e a visão dos problemas pecuários que hoje ocupam lugar evidente e de interesse acentuado.
Depois, ou porque houvesse concorrência grande, ou ainda, porque a saturação do mercado fosse manifesta, a exploração pecuária entrou em crise, e daí resultou que se começasse a dizer:
«Potros de Gáfete, que em cada feira valem menos».
Em defesa do que se acaba de dizer, acrescenta-se que há até um local na vizinhança de Gáfete ainda hoje conhecido por Vale das Éguas.

B) Gafanhotos
A designação deste, deduz-se que seja uma derivação forçada da palavra Gáfete, e que nunca se verificou que os gafetenses fossem dados a saltões.
Acho que os designam assim, simplesmente por brincadeira, galhofa.

C) Centeeirinhos
Sabemos que o cultivo de centeio é importante na região.
Recorda-se ainda de se comer pão de centeio, que se consumia em grande escala.
Do trigo se fazia pão de luxo, que hoje é pão de todos..."
publicado por DELFOS às 02:56
17 de Fevereiro de 2011

Mas é um templo que convida e oferece um estado de calma. É o mais puro sossego, o encontro com a alma a fazer elogios ao divino. A paz que se encontra numa coisa mais que bela...

É uma escadaria de granito que dá acesso a esta casa e a este templo religioso.
O seu interior que entrando e estando lá dentro é uma nave única que se sente e olhando em frente uma capela-mor e dois altares em uma obra de talha...
Mas o altar-mor tem pilastras rectilíneas o se o sente e frontão interrompido.

E púlpito, de pedra, tem em seu poder as imagens de S. Sebastião, a Virgem com o menino e de S. Marcos. Estas imagens são de pedra policromada e todas do séc. XVI e apresentam algumas dimensões.

No tocante a imagens, a estas atrás referenciadas, no tocante a imagens esta casa religiosa e este templo, este espaço de sossego e fé, no seu interior existe também a imagem de Santo António e a imagem do Cristo Crucificado em madeira policromada.

Mas é uma escadaria de granito a convidar quem passa. Continua convidando e a convidar a partir do séc. XVII... Parece que gosta de todos e sempre com força sempre redobrada ao fim de estes anos todos. Mas que partindo e olhando para trás, a sua fachada é um pórtico e apresenta um janelão e uma empena triangular e tem torre sineira com quatro olhais e uma cúpula cónica pontiagúda, a deixar a saudade para lá voltar...

publicado por DELFOS às 06:48

O blog "ALENTEJO no NORTE" algumas coisas tem vindo a escrever sobre o vosso povo e a vossa gente. Não pode dizer que é fácil. Isto de fazer investigação não deixa de ser um acto muito solitário. As fontes não abundam na zona. A informação está muito dispersa ou assim muito desprezada. Uma coisa que podia unir uma sociedade local. Políticos até ao presente assim dormindo como uma bela adormecida. Nem Presidente da Republica Portuguesa em dois anos, se diga dois peripéritos, sobre a defesa do património em duas presidências abertas, conseguiu acordar a bela adormecida...

Hoje, estando mexendo nuns papéis, se diga, "Pinho Leal, Portugal Antigo e Moderno", vos deixa:
"MONTE-CHAMIÇO - freguezia, extincta, Alemtejo, concelho e 10 Kilometros do Crato, comarca de Niza, 180 Kilometros ao S.E. de Lisboa.
Em1757 tinha 25 fogos.
Orago S. Sebastião, martyr.
Era do grão-priorado do Crato, hoje anexo ao patriarchado-- Districto administrativo de Portalegre.
O grão-prior do Crato apresentava o cura, que tinha 50$000 réis de renda e o pé d`altar."

Não se pretende, eu assim o blog não o pretendo fazer um branqueamento de vossa história. Na sua opinião chama a vossa consideração para o facto de que a Vila do Sourinho é capaz de ter muito mais a ver com a origem do vosso passado e povo...

Até uma próxima se o permitires o blog assim vos diz...
publicado por DELFOS às 01:45
16 de Fevereiro de 2011

"O Bispo Diocesano, inteirado sobre o velhíssimo projecto do Pisão e o que ele representa para vários concelhos - Crato, Alter, Fronteira e Avis -bem como os anos que leva de promessas e falsidades, tratou de estudar o caso.
Conta o D. António ao nosso jornal que «fiz perguntas sobre a barragem do Pisão e soube que esteve primeiro para se chamar de Andreus - o que não interessa para o caso - mas os estudos começaram em 1958».
«Perguntei sobre se o terreno tinha sido expropriados e responderam-me que não, se bem que não me souberam dizer se os terrenos junto ao paredão foram ou não expropriados».
«Agora os estudos foram feitos, depois houve os estudos ambientais, entretanto também houve estudos sobre a rentabilidade, sobre se o caudal da Ribeira de Seda com a Ribeira Grande viabilizava os objectivos» e sei que «houve equipas e mais equipas umas atrás das outras» a fazer os estudos, «depois surgiram questões sobre se a finalidade seria só agrícola, depois se seria só para abastecimento de água, e acaba por ser sempre a barragem que só se constrói e só se anuncia em altura de eleições».
Conclui o Bispo que, «pelo que vejo é um projecto que parece não ter pernas para andar, embora as gentes quisessem que sim», se bem que saiba que há um grupo de pressão liderado pelo Câmara do Crato»"

O blog "ALENTEJO no NORTE" concorda com Senhor Bispo Diocesano. Concorda com a entrevista que deu ao jornal "ALTO ALENTEJO".
Também diz, não deixa de ser a pura verdade, este edil com os municípios que fazem parte do projecto e querem a sua construção para o desenvolvimento dos seus concelhos, eles, já foram a Lisboa falar com os Grupos Parlamentares sobre o assunto e parece que boas águas trouxeram da nobre capital lá Lisboa.
Mas o blog também diz, para quem estuda esta cultura popular e na zona, quem promete acaba por faltar à sua palavra...
publicado por DELFOS às 06:06
15 de Fevereiro de 2011

INSOLVÊNCIA DE: EUROLIVA – AZEITES E ÓLEOS ALIMENTARES, S.A. PROCESSO Nº 878/09.2 TBPTG –1º JUÍZO TRIBUNAL DA COMARCA DE PORTALEGRE A
D
DMINISTRADORA DA INSOLVÊNCIA: IGNÍSSIMO SENHOR DR. ADEMAR LEITE
Rua João das Regras, n.º 284 – 1º, sala 107 Edifício João das Regras 4000-291 Porto
Tel. 22 202 40 40 Fax. 22 201 30 52
Av. Duque de Loulé, n.º 47 – 6º Dt.º 1050-086 Lisboa Tel./Fax. 21 386 23 74
domuslegis.com@gmail.com www.domuslegislda.com
C
ONDIÇÕES DE VENDA BENS IMÓVEIS 1º -
São da responsabilidade do comprador os encargos com IMT, escrituras e registos; 2º -
3º -
O comprador hoje deixa dois cheques, sendo um de sinal de 20% do valor licitado emitido à ordem da Massa Insolvente de Euroliva – Azeites e Óleos Alimentares, S.A. e outro de 2% + IVA sobre o valor licitado referente à prestação de serviços da Leiloeira, emitido à ordem de Domus Legis, Lda. O restante pagamento será efectuado no acto da outorga da escritura, com cheque visado, que será efectuada até ao prazo máximo de 90 dias, a contar desta data. 4º - Os bens são vendidos no estado físico e jurídico em que se encontram, bem como são vendidos livres de quaisquer ónus ou encargos, que serão cancelados conforme artigo 101º n.º 5, do Código do Registo Predial. (A inscrição de aquisição, em processo de execução ou de insolvência de bens penhorados ou apreendidos determinam o averbamento oficioso de cancelamento de registos dos direitos reais que caducam nos termos do n.º 2 do artigo 824º do Código Civil). BENS MÓVEIS 1º -
2º -
Os compradores deixam no dia do leilão dois cheques, sendo um do valor global licitado + IVA emitido à ordem da Massa Insolvente de Euroliva – Azeites e Óleos Alimentares, S.A. e outro de 10 % + IVA referente à prestação de serviços da Leiloeira, emitido à ordem de Domus Legis, Lda. Os bens são vendidos no estado físico e jurídico em que se encontram, não podendo garantir que os mesmos se encontram em estado de funcionamento. Assim sendo, declinamos, massa insolvente e Domus Legis, Lda., toda e qualquer responsabilidade do funcionamento dos mesmos. 3º - Para levantamento dos bens adquiridos, esta Leiloeira entrará em contacto com os compradores, a marcar dia e hora, após boa cobrança dos cheques. Caso tenham alguma dúvida, agradecemos que esclareçam com o representante da Leiloeira aqui presente. RELAÇÃO DE LOTES BENS IMÓVEIS: LOTE N.º 1 Prédio urbano composto de casa de rés-do-chão com área coberta de 70 m2 sito na Quinta da Alegria, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a- Nova, a confrontar a norte e nascente com Rosalina de Jesus, sul e poente com "Oleicola Izimarte,Limitada", descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 1178/20011220, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 581 LOTE N.º 2 Prédio urbano composto de edifício de rés-do-chão com dois anexos e logradouro com área total de 6.687 m2 sito na Quinta da Alegria – Estrada Nacional, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com António José Carreiro de Carvalho, sul com Euroliva, S. A., nascente com Estrada Nacional e poente com João Gil Milheiro e Rui Lemos Viana, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 1149/20000703, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 1125 LOTE N.º 3 Prédio urbano composto de edifício de rés-do-chão para habitação e sala destinada a café-restaurante e dois anexos com logradouro, com área total de 4.375 m2, sito na Quinta da Alegria – Estrada Nacional, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com Euroliva, S. A.,sul com Manuel Valente Boavida, nascente com Estrada Nacional e poente com João Gil Milheiro, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 1150/20000703, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 1126 LOTE N.º 4 Prédio urbano composto de parcela de terreno para construção, com área de 11.000 m2, sito na Quinta da Alegria, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com Rui Paços Feio Lemos Viana, sul com Estrada, nascente e poente com Euroliva, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 1310/20060911, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 1143 LOTE N.º 5 Prédio misto composto de cultura arvense, figueiras, oliveiras, sobreiros, prado natural e um agregado que se destina a fábrica de extracção de óleos vegetais, sendo um corpo destinado a armazém de bagaços; outro destinado a fabrica, e outro destinado a escritório, logradouro,sito em Alegria ou Quinta da Alegria, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com Junta de Freguesia, sul com Delfim Robalo e Joaquim Carreiro Carvalho Polgado, nascente com Estrada Nacional e poente com Joaquim de Campos, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 1176/20011220, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 711 e na matriz rústica sob o artigo 31 secção C LOTE N.º 6 Prédio rústico composto de prado natural, com área de 3.500 m2, sito na Quinta da Alegria, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com Luís Pedro Gonçalves Lopo, sul com Caminho, nascente com Estrada Nacional e poente com Miguel Valente da Costa e outros e Caminho, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 1177/20011220, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 24 secção C LOTE N.º 7 Prédio rústico composto de terra de cultura arvense e vinha, com área de 42.000 m2, sito na Quinta da Alegria, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com Caminho Público, sul com Engº Rui Lemos Viana, nascente com Caminho Público e poente com Estrada Nacional e António José Folgado Carvalho, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 606/19930210, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 167 secção A LOTE N.º 8 Prédio rústico composto de terra de cultura arvense, com área de 14.500 m2, sito na Quinta da Alegria, da freguesia de São Miguel de Acha, concelho de Idanha-a-Nova, a confrontar a norte com Engº José Feio Lemos Viana, sul e nascente com Estrada Nacional e poente com José Domingues, descrito na Conservatória do Registo Predial de Idanha-a-Nova sob o nº 607/19930210, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 41 secção C UNIDADE INDUSTRIAL (BENS MÓVEIS E IMÓVEIS) LOTE N.º 9
-Prédio urbano composto de casa de habitação de rés-do-chão e 1º andar, tendo no rés-do-chão uma divisão que serve de lagar de azeite, 3 pavilhões anexos destinados a armazém e uma casa que serve de arrecadação, com quintal anexo, com área de 4.242 m
- Prédio rústico composto de cultura arvense, denominado "Fonte Nova", com área de 26.950 m
"Euroliva – Azeites e Òleos Alimentares, S.A.", nascente com Estrada Nacional e poente com Estrada Nacional, descrito na Conservatória do Registo Predial do Crato sob o nº 879/20061003, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 356 Secção G
- Prédio rústico composto de cultura arvense, denominado "Fonte Nova", com área de 48.750 m
- Um compressor da marca Fini modelo Plus 40 eum depósito de mil litros de cor vermelha, um grupo composto por duas bombas da marca Gonzales Paris, dois vibradores sem marca visível de cor verde, um senfim de onze metros, um Garibaldi, uma escada em alumínio e um extintor Co
aquecimento, uma caldeira a gasóleo, da marca Ignis e um depósito da caldeira para gasóleo, três armários vestiários, um com quatro módulos e três com oito módulos, uma secção/loja composta por três estantes em madeira, uma mesa redonda em madeira com bordado de Nisa, uma cadeira em madeira, três cadeiras metálicas forradas a napa de cor preta, uma secretária metálica com tampo em fórmica, vinte e cinco embalagens de azeite com três litros cada, uma mesa de reuniões rectangular metálica com tampo em madeira, oito cadeiras metálicas forradas a napa de cor castanha, um móvel frigobar com duas portas, uma secretária metálica com tampo em fórmica, um cofre monobloco de cor cinza, duas secretárias pequenas rectangulares metálicas com tampo em fórmica, um cesto para papéis, duas cadeiras metálicas forradas a napa de cor preta, sendo uma com rodas, dois armários metálicos para arquivo, um computador de linha branca, um monitor da marca Philips, um teclado da marca NGS, um rato da marca Samsung, uma impressora da marca HP modelo Deskjet F4180, uma máquina de calcular da marca Casio modelo FR620TER, uma máquina de escrever eléctrica da marca Brother, dois móveis em madeira de arquivo com três portas cada e seis prateleiras, duas secretárias metálicas rectangulares com tampo em fórmica, um móvel de arquivo pequeno com duas prateleiras e três gavetas, outro móvel de arquivo metálico com tampo em madeira com duas portas, um ar condicionado da marca Haier, três cadeiras metálicas, sendo duas forradas a napa de cor castanha e uma forrada a napa de cor preta, dois móveis de arquivo, um móvel em madeira e outro metálico com duas portas de correr em vidro, uma UPS da marca APS, uma máquina de escrever manual, trinta e oito peças antigas, um ar condicionado da marca LG, uma cadeira metálica forrada a napa de cor preta, cinco móveis de arquivo em madeira e inox, com duas portas e uma gaveta cada, uma secretária metálica com tampo em madeira em formato arredondado, três cadeiras, sendo duas metálicas forradas a napa de cor castanha e outra forrada a napa de cor preta com rodas, um destruidor de papel da marca Crocodile, um ficheiro metálico com uma gaveta, um móvel de arquivo metálico com duas portas, um fotocopiador da marca Toshiba modelo Studio 200 com móvel de apoio, um computador de linha branca, um monitor da marca Liteon, um teclado da marca Genius, um rato da marca Trust, uma máquina de calcular da marca Casio, uma mala de primeiros socorros, um aspirador da marca Kranzle, uma secretária metálica rectangular com tampo em madeira, uma mesa de computador metálica quadrada com tampo
em madeira, um móvel de arquivo pequeno metálico com tampo em fórmica, com três portas, sendo duas vidro e uma metálica, um fax da marca Samsung, modelo SF330, um computador de linha branca, um monitor da marca Liteon, um teclado da marca NGS, uma marca de calcular da marca Citizen modelo 350BPII, um cabide em metal e em madeira, uma viatura ligeira de mercadorias da marca Toyota modelo Dyna, de cor branca, a diesel, com matrícula n.º 29-00-BI, um laboratório composto por: uma máquina de análises da marca Altlec modelo HR302, um depósito de cinquenta litros, uma máquina de análises da marca Altlec modelo FG707, dois moinhos sem marca visível, um desumidificador, uma secretária metálica com tampo em fórmica, uma mesa metálica com tampo em madeira, uma cadeira metálica forrada a napa de cor preta, uma balança da marca Tissot modelo Celi, uma mesa metálica rectangular com tampo em madeira, seis cadeiras metálicas, sendo cinco com encosto em madeira e uma em fórmica, duas estantes em dexion com um módulo cada, uma máquina de fechar sacos da marca Lobero, uma balança da marca Costa & Branco, outra balança da marca Abery, um UPS da marca APS, um medidor de análises manual, três extintores de pó e dois armários metálicos de cor verde com uma porta, um grupo de máquinas composto por: duas separadoras de caroço da marca JAR, duas bombas hidráulicas da marca Manzano, nove senfins, respectiva tubagem e três quita pedra e quadro eléctrico de comando da marca Ager, um carro metálico transporte de máquinas, um carro de mão, um porta paletes e um escadote em alumínio, uma secção composta por peças diversas novas e usadas para máquinas, três extintores, estantes em madeira e em dexion, uma bancada metálica com um torno de bancada, uma serra eléctrica da marca Metabo, uma máquina de furar de meia coluna sem marca visível de cor verde, um engenho de furar de coluna da marca Efi, quatro armários metálicos com uma porta cada, um quadro de parede com ferramenta diversa, uma máquina de lavar a pressão com pistola sem marca visível e um cadernal de três toneladas e um conjunto com maçarico e manómetros,
com um vibrador incluído, um vibrador da marca Pieralisi, uma batedeira com dois corpos horizontais da marca Pieralisi, uma batedeira com quatro corpos horizontais da marca Pieralisi e duas bombas de massa e respectivo quadro, uma caldeira de aquecimento de água da marca Industrias de La Rosa com respectivo talvin de alimentação, um senfin e dois talvos, um lote composto por uma bomba hidráulica da marca Gonzales Paris e um senfim, um grupo composto por: três secadores com comando sendo um da marca Itea composto por: três fornos com respectivos alimentadores e ventiladores, motores, redutores, tubagem de extracção de fumo e respectivos tapetes, catorze senfins, uma misturadora, três silos (tubas), seis ciclones, três ventiladores de extracção de fumo, dois motores de arranque das tubas dos secadores, um aparelho de soldar da marca Telwin, um compressor de cem litros de uma cabeça da marca Rubete, uma balança de báscula de sessenta toneladas com computador, impressora, teclado, rato e duas secretárias metálicas com tampo em fórmica, uma pá carregadora com balde da marca New Holand, avariada, um lote composto por: quatro senfins, uma misturador, um quita pedras e um depósito para bagaço em ferro, um depósito com capacidade para oito mil litros em fibra, um lote composto por: uma cama metálica de solteiro com colchão, dois móveis em madeira um com duas portas e outro com duas portas e duas gavetas, dez cadeiras, quatro sofás sendo dois para três pessoas e dois individuais, uma televisão da marca Mitsai com comando, dois aquecedores sendo um a óleo, uma mesa metálica rectangular com tampo em madeira, dois frigoríficos com duas portas cada, um da marca Orima e outro da marca Snowcap, um microondas da marca LG, um fogão a gás de quatro bicos da marca Filco, uma mesa metálica com tampo em fórmica, um PT transformador da marca Efacec, um quadro de diferenciais e um quadro de baterias, um lote de sucata diversa, uma linha de recepção de azeitona composta por: sete tolvins de recepção da marca Azigran, nove tapetes da marca Azigran, uma desfolhadora da marca Azigran, uma lavadora da marca Azigran, uma balança da marca Azigran, dois moinhos de azeitona da marca Pieralisi, uma bomba de bagaço e três senfins, um contentor em fibra, três secretárias metálicas com tampo em fórmica, uma estante em dexion com um módulo, um armário metálico com duas portas, um computador de linha branca, um monitor da marca Eliteon, uma impressora da marca Epson, um teclado da marca Samsung, cinco cadeiras, uma televisão da marca Mitsai e um ar condicionado da marca Sanyo, um lote composto por dez extintores, quatrocentos e trinta e
nove bidões em plástico, vinte e quatro mil e quatrocentos litros de azeite na cuba n.º 1, três mil e quinhentos litros de lamprante na cuba n.º 7, dois mil cento e noventa e cinco litros de azeite
2, sito em Cabine do Vale do Peso, da freguesia de Vale do Peso, concelho de Crato, a confrontar a norte e poente com António Romão Farto, sul e nascente com Estrada Nacional, descrito na Conservatória do Registo Predial do Crato sob o nº 10/19841211, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 499. 2, sito em Vale do Peso, da freguesia de Vale do Peso, concelho de Crato, a confrontar a norte com Caminho Público, sul com 2, sito em Vale do Peso, da freguesia de Vale do Peso, concelho de Crato, a confrontar a norte com Estrada Pública, José Ventura Semedo e outros, sul com Elvira Ferto Calhaço", nascente com Estrada Nacional e poente com José Ventura Semedo e outros, descrito na Conservatória do Registo Predial do Crato sob o nº 880/20061003, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 355 Secção G 2, uma escada em alumínio com cinco degraus, um depósito/cuba em inox com capacidade para cinquenta mil litros, com a referência interna n.º1, um depósito/cuba em inox com capacidade para cinquenta mil litros, com a referência interna n.º1, um depósito/cuba em inox com capacidade para cinquenta mil litros, com a referência interna n.º3, um depósito/cuba em inox com capacidade para sessenta mil litros, com a referência interna n.º7, um depósito/cuba em inox com capacidade para sessenta mil litros, com a referência interna n.º8, um depósito/cuba em inox com capacidade para sessenta mil litros, com a referência interna n.º9, um depósito/cuba em inox com capacidade para cinquenta mil litros, com a referência interna n.º4, um depósito/cuba em inox com capacidade para cinquenta mil litros, com a referência interna n.º5, um depósito/cuba em inox com capacidade para cinquenta mil litros, com a referência interna n.º6, dois tanques de fibra de vidro com capacidade para trezentos litros cada, uma bomba de azeite da marca Nova Rotors, uma bomba de azeite sem marca visível de cor cinza, uma bomba hidráulica da marca Manzano, um vibrador de azeite referência CST, uma bomba de azeite da marca Pieralisi, um conjunto de passadeiras em inox, um lote composto por cento e catorze paletes com trinta embalagens cada, num total de três mil quatrocentas e vinte embalagens, em plástico para azeite, um aparelho mata insectos e duas mesas metálicas de cor verde, dois ventiladores de dois aparelhos mata insectos da marca Rentokil, um tanque em inox,
uma batedeira de três corpos horizontais da marca Industrias de La Rosa com comando electrónico da marca Pieralisi, um conjunto de quatro centrifugas verticais da marca Pieralisi, três reservatórios em inox e seis bombas de azeite da marca Pieralisi, uma batedeira composta por três corpos industrias da marca Industrias de La Rosa, duas bombas e um quadro eléctrico, duas bombas da marca Gonzales Paris, um decanter da marca Hiller Valor Base de Venda ...………………..……..…………….………………. € 1.427.652,50

O blog "ALENTEJO no NORTE" se pergunta como é possível uma coisa destas e um mostro que foi se tornor pó...
publicado por DELFOS às 12:24
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