08 de Abril de 2011

 
A Ordem do Hospital, desde o momento que chega ao Condado Portucalense, cumpre a sua função assistencial, como prova a doação feita em seu benefício, em 1145, pelo arcebispo de Braga, do hospital edificado por Pedro Ourives e respectivos bens situados em Braga.

 
A reforçar esta situação, cinco anos mais tarde, Pedro Ourives doou ao prior a Igreja de S. João, o cemitério e certas casas existentes nos subúrbios da referida cidade. Aliás, parece-nos correcto reconhecer na doação de 1145 o papel concreto que a Ordem desempenhava ao nível sóciocaritativo de apoio aos peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela, e de que Leça do Balio era uma base de apoio, como indica o próprio traçado viário da altura.

 
Assim parece plausível que a prossecução deste programa assistencial tenha sido um parâmetro importante no processo de implantação da Ordem em Portugal, nomeadamente na sua primeira instalação em Leça.

Por outro lado, a inserção destes freires num projecto concertado de actuação militar aguardou pelo final do séc. XIII.Este processo tem lugar, pelo menos, em 1194, ano em que D. Sancho I doa aos freires a terra de Guinditesta, impondo-lhes a obrigação de construírem o castelo de Belver, no contexto dos desastrosos anos de 1190-91 para as tropas cristãs no domínio da Reconquista.

 
Com esta atitude, o monarca revela que acredita no potencial militar desses indivíduos e na sua correspondente capacidade de povoamento do território.
Não tardará o reforço deste núcleo de implantação hospitalária, já que em 1232, a Ordem recebe o Crato, com a obrigação de os freires povoarem e amuralharem este local, o que lhes irá permitir, anos mais tarde, ali instalar a sua casa conventual e reforçar a sua presença nesta zona. Em termos objectivos, a manifestação do exercício das duas funções primordiais dos freires de S. João de  Jerusalém, recordamos, assistência e prática das armas, materializa-se nas doações de Leça e de Belver.

 
A primeira, como matriz da prestação de cuidados assistenciais, no âmbito da peregrinação a Santiago de Compostela, e a segunda, como padrão de um comportamento militar, no contexto da cruzada e da reconquista.
Será, pois, no final do séc. XII que o ramo português da Ordem do Hospital assume a sua militar, o que se coaduna com a obrigação de os elementos que pretendem ingressar responderem, pelo menos a partir de agora, a critérios ligados à actividade bélica.

 
Para além das armas, a Ordem apresentava-se por várias outras razões, como uma opção estratégica para alguns sectores da nobreza portuguesa.
De um modo geral, as Ordens Militares são potencialmente atractivos para a aristocracia, como tem sido sublinhado.

 
Assim, no caso concreto dos Hospitalários, podem ser aduzidas razões como prestígio de ser uma instituição supranacional com origem na Terra Santa e no ambiente de cruzada, o aliciante que constituía a prática da virtude da caridade e da hospitalidade, o potencial que a Ordem tinha de sufragar as almas dos seus professos e mesmo o usufruto de um leque de privilégios papais e reais por parte dos que a ela aderissem.
A base patrimonial e jurisdicional da Ordem e a correspondente gestão destes bens e direitos por parte dos comendadores, com a organização das suas casas senhoriais e respectivas redes clientelares, são razões que se juntam ao leque de vantagens que a nobreza tem em se aliar a este projecto.
 
No plano religioso, as Ordens Militares podem oferecer soluções atractivas, quando interpretadas à luz do seu tempo.
Se as ordens apresentam vectores que são comuns a outras instituições de perfil distinto, como o sufrágio das almas dos benfeitores ou das dos seus parentes mais próximos, elas significam também a aproximação a Deus através de Jesus Cristo, concretizada pela conquista dos lugares santos, no ideal de cruzada, tão emblemático nos séculos XII e XIII.
 
 
Também o facto do primeiro superior hierárquico desta instituição nascida em Jerusalém ser um cavaleiro franco, que notabiliza no contexto da cruzada, e de a dignidade de grão-mestre ter sido titulada por D. Afonso de Portugal (1203-1206), filho de D. Afonso Henriques, poderá ter sido um estímulo à adesão à Ordem, por parte de alguns elementos da nobreza portuguesa, sustentando um padrão de exigência nobiliárquica, que se terá mantido e até aperfeiçoado em décadas posteriores.
 
 
A figura de D. Afonso terá congregado os interesses de alguns aristocratas portugueses, que procuram na Ordem uma aura de prestígio e de identificação com o poder real de início de Duzentos. Esta constatação poderá ser um elemento explicativo para o facto de a cavalaria religiosa se apresentar como um modelo de vida para alguns destes indivíduos, que viam o seu património familiar a tornar-se cada vez mais espartilhado, conseguindo, desta forma, encontrar no património das Ordens Militares um reforço das suas estratégias de poder.
 
 
Após analisarmos as áreas de implantação das diferentes famílias nobres e a lista de comendas da Ordem do Hospital e os seus respectivos titulares, verificamos que é possível estabelecer uma relação entre as zonas de implantação das diferentes casas senhoriais e a titulatura de algumas dignidades por parte de certos Hospitalários pode revestir de uma coincidência territorial, em outros está patente uma proximidade geográfica, que está na base das actuações em áreas limítrofes ás da família de onde provém esses indivíduos.
 
 
Assim, é possível afirmar que a Ordem viabiliza as estratégias de poderplurifacetado destas famílias, no sentido da consolidação ou ascensão, tanto a nível social como económico.
 
 
Sancho I, 1194, profundamente ligada ao evoluir da reconquista no início desta década, e reforçada no séc. XIII, pela concessão do lugar do Crato, constituem atitudes que estimulam a deslocação para as terras da Beira e do Alto Alentejo.
 
 
Este percurso poderá ser sintomático de um potencial militar ligado à concretização da cruzada, de uma necessidade destes cavaleiros se dedicarem à guerra como meio de acumular riqueza e até um eco da aproximação da Ordem à coroa, tanto mais que está maioritariamente ligada a linhagens não directamente associadas ao meio cortesão.
 
 
Pedro evidencia uma atitude inovadora na associação entre a cavalaria hispânica e os elementos das Ordens Militares, conferindo um grande destaque ao prior Hospitalário Álvaro Gonçalves Pereira, que pode ser entendido como um corolário de uma evolução da ligação da nobreza á Ordem do Hospital.
 
 
Em termos gerais, o modelo da cavalaria religiosa seria atractivo para a nobreza, uma vez que constituía uma hipótese institucional de prática dasarmas e era uma opção que viabilizava uma actuação ao nível da administração de grandes domínios, com a possibilidade de manutenção das suas casas senhoriais.

 
"Arez da Idade Média à Idade Moderna: um estudo monográfico Leitão, Ana Cristina Encarnação Santos Tese de mestrado em História Regional e Local apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2008 http://catalogo.ul.pt/F/?func=item global&doc_library=ULB01&type=03&doc_number=000546695

http://hdl.handle.net/10451/1738"
Hoje meus caros lhe começamos por lhe dar a ORDEM DO HOSPITAL nas terras de Arez. Estas Terras de Arez um dia vila, nas terras desta cosmopolita condado vila Nisa. Mas ela lhe sugere que a terra é mesmo plana e curva ela o não tem. Um dia, apenas se imagina ela...

Mas o tema é muita vasto meus caros do pouco que existe e se é encontrado na zona. Tem assim algumas palavrinhas que se gostava de as descolar...
 
A ver vamos.
Vamos lá a ver se conseguimos voltar com outro post sobre o tema.
 
Se tal não se conseguir, é porque é mesmo muita difícil viver no concelho de Gavião.
A coisa não se faz e ainda se bloqueia o que existe...
 
publicado por DELFOS às 16:04
25 de Março de 2011

Mas o seu gentílico é MONTE-PEDRENSE, e mas quem faz a definição e aconselha a norma universal a ser pronunciada é, Alexandre Carvalho Costa, Crato, Gentílicos e Apodos.

 

Mas este amigo, ele vai muito mais longe no tocante a este povo e a estas gentes, " Os seus habitantes são apodados de BATATEIROS. Será por fazerem grande uso do cultivo da batata?

Há muitas localidades no nosso País, em que os seus naturais e residentes têm tal apodo. Ainda no nosso distrito, mas no concelho de Nisa, Alpalhão, aplicam aos seus habitantes o anexim BATATEIROS.

 

Julgo que tanto numa localidade como noutra será devido ao frequente cultivo da batata.

 

Haverá outra razão?

 

Ignoro.

 

Nas investigações que fiz, nada encontrei a tal respeito. "

publicado por DELFOS às 13:49
21 de Janeiro de 2011

OCRATE

CRATO

1232

Hujus foralisautographum exemplar. ex quo textum descripsimus. in Publico Archivo ab antiquo servatur.

In nomine sancte et indiuidue trinitatis patris et filii et spiritus sancti. Amen.
Ego dom melendo gundisalui prior de portugal de la ordim do espital una cum conuentu nostro uollumus populare ocrate. Damus uobis populatoribus tam presentibus quam futuris foros et costumes de nisa: ut duas partes dos caualeros uadant in fossado, et tercia pars remaneat in cuiuitate: et una uice faciant fossadum in anno: Et qui non fuerit ad fossadum pectet pro foro v solidos pro fossadeyra.
 E pro homicidio pectet e solidos ad palacium.
Et pro casa derrota, cum armis, scutis, e spatis, pectet ccc solidos e VII.ª ad palacium. Et qui furtauerit, pectet pro uno nouem, et habeat intentor duos  quiniones, et VII partes palacio.
Et qui mulier aforciaret et illa clamando dixit quod ab illo est aforciata et ille negaret, det illa autorgamento de tres homines tales qualis ille fuerit, ille iuret cum XII:  Et si non  habuerit outorgamento iuret ipse solus: Et si non potuerit iurare, pectet ad illam ccc solidos et VII.ª ad palacium.
Et testimonia mentirosa, et fidele mentiroso, pectet Lx.ª solidos et VII ad palacium, et duplet el auer.
Et qui in concilio aut in mercado aut in ecclesia feriret pectet Lx solidos, medios palacio, et medios concilio et de medio de concilio VII.ª ad palacium. 
Et omo qui fuerit gentile aut heradoro qui non seat meirino.
Et qui in uilla pignos afllando aut fiador et ad montem fuerit prendrar duplet la  prendra, et pectet Lx solidos et VII.ª ad palacium.
Et qui non fuerit at sinal de iudice et pignos sacudiret ad sayon, pectet I solidum ad iudicem.
Et qui nom fuerit ad apelidum caualeiros et peones exceptis hiis qui sunt in seruicio alieno, miles pectet x solidos, peon v solidos ad uicinos.
Et qui habuerit aldeam et unum iugum de boues, et xxxx oues, et unum asinum, et duos lectos comparet cauallum. Et qui quebrantauerit sinal cum sua muliere, pectet I solidum ad iudicem. 
Et mulier que lexauerit suum maritum de benedictione, pectet ccc solidos et VII.ª ad palacium.
Et qui lexauerit mulierem suam,  pectet I denarium ad iudicem.
Et qui cauallum alienum  caualgauerit, pro uno die pectet unum carnarium, et si magis pectet las angeyras, pro I.º die  VI dineyros, et pro una nocte I solidum.
 Et qui feriret de lancea aut de spada, por la entrada, pectet xsolidos: Et si trociuerit ad aliam partem pectet x solidos: Et si trociuerit ad aliam partem pectet xx solidos al quereloso.
Et qui quebrantauerit oculum aut brachium aut dentem pro unoquoque membro pectet e solidos a lisado, et ille det VIIª ad palacium.
Qui mulierem alienam ante suum maritum feriret, pectet xxx.ª  solidos et VII.ª ad palacium.
Qui conducteiro alienum mactaret, suo amo colligat homicidium et det VII.ª a palacio: similiter de suo ortolano et de quarteyro et de suo molneyro et de suo solarengo.
Qui moion alieno in suo ero mudaret, pectet v solidos et VII.ª palacio.
Qui linde alieno quebrantauerit, pectet v solidos et VII.ª  palacio. Qui habuerit uassalos in suo solar, aut in sua hereditate nom seruiant ad alium hominem de tota sua facienta nisi ad dominum de solar. Tendas, molinos et fornos de omines de ocrate, sint liberi de foro.
Milites de ocrate sint in iudicio pro podestades et infanzones de portugal: Clerici uero habeant mores militum: Pedones sint in iudicio pro caualeiros uilanos de alia terra.
Qvi uenerit uozeyro ad suum uicinum pro homine de foras uilla, pectet x solidos et VII.ª ad palacium. Ganado de ocrate non sit montado in nulla terra.
El homo a qui se anafragaret suum adestrado, quamuis habeat alium, sedeat excusatum usque ad capud anni.
Mancebo qui mactaret hominem foras uille et fugerit, suo amo nom pectet homicidium.
Pro totis querellis de palacio iudex sit uozero. Qvi in uilla pindrar cum  sayone et sacudirent ei pinnus autorguet el sayon et prendat concilio de tres colaciones, et prindet pro Lxª solidos, medios al concilio, et medios ad rancuroso.
Barones de ocrate nom sint in prestamo dati. Et si omines de ocrates habuerint iudicium cum hominibus de alia terra, nom currat inter illos firma, sed currat  per esquisia aut repto. 
Et  omines qui quesierint pousar cum suo ganato in termino de ocrate, prendant de illis montadigo, de grege de ouibus un carnarios, et de busto das uacas una uaca: Istud montadigo est de concilio.
Et omines milites qui fuerint in  fossado uel guardia omins cauallos (sic) qui se perdiderint in algara uel in lide primo erectis eos sine quinta et postea detis nobis quintam directam.
Et totus homo  de ocrate qui inuenerint omines de aliis ciuitatibus in suis terminus taliando aut leuando madeyram de montes premdant totum quod inuenerint sine calumpnia. 
 De azarias et de guardas quintam partem nobis date sine ulla offrecione.
Quicunque ganatum mistigo pignorare uel rapere fecerit, pectet Lxª solidos ad palacium, et duplet ganatum suo domino. Testamus uero et perhenniter firmamus,  quod quicunque pinnorauerit mercadores uel uiatores christianos, iudeos siue mauros, nisi fuerit fideiussor uel debitor quicunque fecerit pectet Lx solidos palacio, et dupplet ganatum quod prendiderit ad suum dominum:  et insuper pectet e morabitinos pro cauto  quot fregerit:  prior et conuentus habeat medietatem, et concilium medietatem. 
Siquis ad uestram uillam uenerit per uim cibos aut aliqua res accipere, et ibi mortuus uel percussus fuerit, ad priorem uel ad dominum terre uenerit, pectet c morabitinos, medietatem priori et conuentui, et medietatem concilio.
Mandamus et concedimus, quod si aliquis fuerit latro, et si iam per unum annum uel duos furtari, uel rapere dimiserit, si pro aliqua re repetitus fuerit quam comisit, saluet se tanquam latro: Et si latro est et si latro fuit omnino pereat et  subbeat penam latronis: Et si aliquis repetitur pro furto et non est latro neque fuit, respondeat ad suos foros.
Si  aliquis homo filiam alienam repuerit extra suam uoluntatem, donet cam ad suos parentes, et pectet eis ccc morabitinos et VII.ª  palacio, et insuper sit homicidi. De portagem: foro de troxel de cuallo de pannis de lanna uel de lino, I solidum: De troxel de lana I solidum: De troxel de fustanes, v solidos: De troxel de panos de color, v solidos: De carrega de  pescado, I solidum: De carrega de asino, VI denarios: De carrega de christianis de coniliis, v solidos: De carrega de mauris de coniliis, I morabitinum: Portagem de cauallo qui uendiderint in azougue, I  solidum: De mulo, I solidum: De asino, VI denarios: De boue, VI denarios: De carneyro, III mealias: De porco, II denarios: De foron, II denários: De  carrega de pane et uino, III mealias: De carrega de peon, I denarium: De mauro que uendiderint in  mercato, I solidum: De mouro qui se redimerit, decimam: De mouro qui taliat cum suo domino, decimam: De coiro de uaca et de zeura, II denarios: De corio de ceruo et de gamo, III mealias: De carrega de cera, v solidos: De carrega dazeyte, v solidos: Istud portagem est de homines foras uille,  tercia de suo hospite, et duas partes de priore et conuentu. Ego domnus melendus gundisalui prior de o espital una cum conuentu nostro, hanc cartam confirmauimus, et roborauimus. Et siquis hanc cartam irruperc uoluerit uel contradicere, sit maledictus, et excomunicatus. Amen. Facta carta idus octo dies decebrii (sic). Sub era M.ª CC.ª LXX,ª
    Frater Johannes menendi comendator belueer conf. -- Frater Martinus iohannis cappellanus sartaginis conf. -- Frater Menendus pelaggi capellanus prioris conf. -- Frater Johannes pelagii conf. -- Frater Stephanus michaelis conf. -- Frater J. ramiriz conf.
    Frater M. petri budel -- Frater Laurencius suerii -- Frater Stephanus iohannis -- Frater Dominicus petri -- Frater Pelagius -- Frater M. gonsalui -- Frater P. Saluati, test.
    P. pelagii presbiter -- P. gonsalui presbiter, test.
    Dominicus pelagii -- Laurencius gomecii --
   Johannes martini -- M. pelagii iudex, test.

 

 

in EDIÇÃO da CÂMARA MUNICIPAll DO CRATO/ M. INÁCIO PESTANA/ FORAL DA VILA DO CRATO.


Mas o blog o "A TERRA do ALTO ALENTEJO" ao vosso dispor. Sempre.

Apenas diz que o testamento e o legado é muito.

Gostava de voltar.

Assim a edilidade e respectiva Câmara Municipal do Crato assim lho permita.

Acabar o que deixou o blog ficar pela metade.

Não deixaria de ser um prazer imenso de quem vive este Alentejo. Talvez um dia se volte...

Mas gostava de voltar ao que deixou ficar pela metade. A coisa e assunto traduzido "ainda tem mais encanto" e estas terras do Crato, este concelho do Crato, esta região ainda é muito mais imensa... Muito mais que doze vilas acasteladas. A "Majestade" é ainda muito mais maior...

publicado por DELFOS às 06:19
25 de Novembro de 2010

"O Bispo Diocesano, inteirado sobre o velhíssimo projecto do Pisão e o que ele representa para vários concelhos - Crato, Alter, Fronteira e Avis -bem como os anos que leva de promessas e falsidades, tratou de estudar o caso.
Conta o D. António ao nosso jornal que «fiz perguntas sobre a barragem do Pisão e soube que esteve primeiro para se chamar de Andreus - o que não interessa para o caso - mas os estudos começaram em 1958».
«Perguntei sobre se o terreno tinha sido expropriados e responderam-me que não, se bem que não me souberam dizer se os terrenos junto ao paredão foram ou não expropriados».
«Agora os estudos foram feitos, depois houve os estudos ambientais, entretanto também houve estudos sobre a rentabilidade, sobre se o caudal da Ribeira de Seda com a Ribeira Grande viabilizava os objectivos» e sei que «houve equipas e mais equipas umas atrás das outras» a fazer os estudos, «depois surgiram questões sobre se a finalidade seria só agrícola, depois se seria só para abastecimento de água, e acaba por ser sempre a barragem que só se constrói e só se anuncia em altura de eleições».
Conclui o Bispo que, «pelo que vejo é um projecto que parece não ter pernas para andar, embora as gentes quisessem que sim», se bem que saiba que há um grupo de pressão liderado pelo Câmara do Crato»"(1)

O blog "Gavião no Alentejo" concorda com Senhor Bispo Diocesano, (1) na entrevista que deu ao muito estimado jornal "ALTO ALENTEJO", Para quem anda viciado nas actas da Câmara Municipal do Crato, não pelas obras que a referida tenha feito ou venha a fazer, mas sim, das actas camarárias que tem visto, estas, as da referida edilidade, o blog o melhor apenas tem visto uma feitura tão bem feita, não estando lá parece que está lá.
Também diz, não deixa de ser a pura verdade, este edil o que tem feito mais os municípios que tabém fazem parte do projecto e querem a sua construção para o desenvolvimento também dos seus concelhos. O blog sabe, eles, a Lisboa já foram falar com os Grupos Parlamentares sobre o assunto e parece que boas águas trouxeram...

Para terminar, assunto não ficará assim completo, o blog tem material para continuar a falar do assunto, mas para terminar, o blog diz que entre quinze concelhos que fazem parte deste distrito, existe um, o do Gavião, tem as instalações prontas para abrir a única biblioteca que falta neste distrito, que a coisa também vai a querer caminhar para os lados dos cinquenta anos, ela não abre, quase que é parecido também como a BARRAGEM DO PISÃO ...

1 comentários:

 O Rato que RUGE disse...

A questão da biblioteca é pertinente, o contrato foi celebrado em 2003 (Contrato Programa 898/2003 c/ IPLB)o espaço físico, está há vários anos a aguardar que lhe dêem o uso para o qual foi reabilitado, aliás dentro em breve será necessário nova reabilitação, mais apesar da biblioteca não ter saído do papel, já houve gastos com algumas infraestrutura. A única explicação será mesmo a falta de pessoal e de livros. Talvez o Jorge aguarde por alguma pós-graduação em Biblioteca na Universidade Senior de Gavião, que esta venha depressa... pois o povo desespera. http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=11976&lk=srch
publicado por DELFOS às 07:08
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