08 de Fevereiro de 2011

A freguesia de Margem é uma das cinco freguesias que forma o concelho de Gavião. É muito conhecida também pela freguesia de Vale de Gaviões. Muito boa gente a trata assim.

Esta freguesia é composta por dez povoações: Vale de Gaviões, Vale de Bordalo, São Bartolomeu, Vale da Vinha, Moinho do Torrão, Monte dos Pereiros, Monte Novo, Monte Velho, Vale da Madeira e Vale do Gato.

O Pinho Leal, no seu "Portugal Antigo e Moderno", "Margem é a palavra árabe marge. Significa, como em português, margem de um ribeiro; mas também quer dizer lugar abundante de ervas, fresco, ameno...".

Esta freguesia, a freguesia de Margem, ela não sendo vila, ela detém a categoria de vila.

A sua extensão é de 56,79 Km2.

Foi vila e sede de concelho até 1836.

Mas continuando...

E no andamento...

publicado por DELFOS às 10:07

Presstur 08-02-2011 (15h21) Os estabelecimentos hoteleiros no Norte, Centro e Alentejo foram excepções em 2010 em relação ao panorama médio do sector, já que são os únicos que, segundo os dados preliminares do INE, fecharam o ano com os melhores resultados de sempre em hóspedes e em dormidas.

No Norte, os estabelecimentos hoteleiros somaram 2,547 milhões de hóspedes e 4,45 milhões de dormidas, no Centro foram 2,176 milhões de hóspedes e 3,926 milhões de dormidas e no Alentejo foram 702 mil hóspedes e 1,179 milhões de dormidas.

A hotelaria do Norte cresceu continuadamente entre 2007 e 2010, apesar da crise económica e financeira mundial, tanto em hóspedes como em dormidas. Em hóspedes cresceu 1,6% ou 39 mil em 2008, 2,2% ou 54 mil em 2009 e 3,2% ou 80 mil em 2010. Em dormidas, os crescimentos foram de 0,5% ou 22 mil em 2008, 0,4% ou 19 mil em 2009 e 4,2% ou 180 mil em 2010.

Já no Centro e no Alentejo, os recordes de 2010 foram atingidos por terem sido superadas as quedas de 2009.

Em hóspedes, a hotelaria do Centro cresceu 2,5% ou 51 mil em 2008, no ano seguinte teve uma queda de 2,8% ou 59 mil, mas em 2010 cresceu 6,4% ou 131 mil. Em dormidas, ao crescimento em 0,8% ou 29 mil em 2008, seguiu-se uma queda de 3,4% ou 132 mil em 2009, mas no ano passado houve um crescimento em 4,7% ou 178 mil.

A hotelaria do Alentejo, por sua vez, atingiu o recorde de hóspedes pelo crescimento em 7,2% ou 47 mil em 2010, com o qual anulou as quedas de 1,6% ou 11 mil em 2008 e de 1,4% ou nove mil em 2009. Em dormidas, à queda em 1,2% ou 13 mil em 2008, seguiram-se crescimento em 1,7% ou 18 mil em 2009 e em 6,8% ou 75 mil em 2010.

http://www.presstur.com/site/news.asp?news=29049

publicado por DELFOS às 10:00

Própriamente no que concerne à fundação da paróquia e, evidentemente, da igreja de Santa Maria de Tolosa, é de notar que o foral de 1262 já se refere a clérigos n.. população da vila, aos quais esse diploma estende as imunidades (O blog julgava que a palavra era moderna...) dos cavaleiros-vilãos locais: «clerici vero habeant mores militum» "termo que, aqui,não significa cavaleiros-fidalgos).
Em todo o caso, a melhor prova de que a igreja já existia em tal data, mostrando ainda por esta via a anterioridade da vila, já manifestada, e até do concelho respectivo, já com toda a razão presumida, está a disposição de dízimas, que devem dar-se à igreja.
Não se fala, como tantas vezes sucede, de igrejas, vagamente, mas de uma só, que parece bem definida.
Á Ordem do Hospital se deve atribuir a iniciativa da fundação da igreja de Santa Maria de Tolosa (hoje invocada por N.ª S.ª da Encarnação), pois que os hospitalários sempre tiveram o seu padroado.
No séc. XVIII, de facto, ainda o prior do Crato, na dita Ordem, apresentava o cura de Tolosa com a mesquinha renda anual de 120 alqueires de trigo, uma pipa de vinho e 2 mil réis em dinheiro, o que surpreende bastante no grão-priorado em que a antiga vila se incluía, o qual era rico.

A igreja matriz, completamente restaurada em 1925, é um templo do séc. XVI. Mas deste tempo conserva poucos elementos. O portal, de granito, é de arco redondo, com empostas e guarnição superior em blocos aparelhados. A torre, à direita, tem três olhais de volta abatida e cúpula em parede hexagonal. Na frontaria, sobre a janela central, vê-se um medalhão com as letras e datas: R. 1882 F. 1682. O interior é de uma só nave com o tecto de três esteiras; tem capela-mor e quatro altares,, sendo dois no cruzeiro e dois no corpo da igreja. (1)

(1) in "Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira da Cultura".

publicado por DELFOS às 08:00

A MISERICÓRDIA DE AREZ tinha em 1714, na Nave 5 courelas e terras. Em St.º António tinha 5 courelas.No Outeiro Alto tinha 5 courelas e terras.No Pessegueiro 5 terras. Em Chãos 5 chãos e hortas.

E foi assim o património da Misericórdia de Arez em 1714.


"Arez da Idade Média à Idade Moderna: um estudo monográfico Leitão, Ana Cristina Encarnação Santos Tese de mestrado em História Regional e Local apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2008 http://catalogo.ul.pt/F/?func=item-global&doc_library=ULB01&type=03&doc_number=000546695

http://hdl.handle.net/10451/1738"

publicado por DELFOS às 06:00

O Geopark Naturtejo, que abrange seis concelhos dos distritos de Castelo Branco e de Portalegre, recebeu em 2010 cerca de 30 mil pessoas.

O número foi avançado ao Reconquista pelo presidente da Naturtejo, Armindo Jacinto.

De acordo com aquele responsável, o Geopark foi também visitado por oito mil alunos de escolas de Portugal, Espanha, Estados Unidos da América e Brasil.
Armindo Jacinto considera que o território Naturtejo é um espaço de excelência, com um enorme potencial, resultante do seu próprio património, das suas gentes e da sua localização, o que permite a captação de públicos no eixo Madrid-Lisboa.
Para 2011 as apostas da Naturtejo passam por novas rotas.

Pacotes turísticos completos, que "têm a particularidade de destacar novos produtos, como a gastronomia e produtos regionais. É importante juntarmos o setor agro alimentar ao turismo", revela Armindo Jacinto.

O objetivo passa por aumentar o número de visitas no território, criando condições para que quem passe no Geopark possa consumir os diferentes produtos existentes, desde a restauração, hotelaria, gastronomia, ou produtos regionais.

Rotas de excelência

As propostas do Geopark Naturtejo apresentam rotas com preços a partir de 84 euros, para três dias e duas noites.

A biodiversidade, o património histórico, a gastronomia e a cultura são presenças garantidas nas viagens ao Geopark.

Armindo Jacinto dá como exemplo as rotas dos Abutres e dos Veados (ambas com percursos pedestres e passeio de barco no Parque Natural do Tejo Internacional).
Para 2011 são ainda reforçadas as rotas das Aldeias Históricas (visita a Idanha-a-Velha e percursos pedestres), dos Cavaleiros Templários, do Xisto, das Montanhas e dos Sabores.
Mas as propostas não se ficam por aqui.

A Rota do Passado no Presente merece destaque, com as visitas acompanhadas ao centro histórico de Castelo Branco, ao Jardim do Paço, aos museus Francisco Tavares Proença Júnior, Cargaleiro e Canteiro, e à vila de Idanha-a-Nova.

Também a Rota do Ouro, que integra provas de azeite, visitas guiadas à mina de ouro romana do Conhal do Arneiro e a atividade "Há ouro na Foz" deverá ser bastante requisitada.
Os motivos para uma visita ao Geopark Naturtejo incluem ainda paisagens como os meandros do Zêzere, a queda de Água D'Alta (ambos no concelho de Oleiros) ou saltos de paraquedas e visita ao Centro de Ciência Viva da Floresta (em Proença-a-Nova).
Armindo Jacinto revela que a Naturtejo está a trabalhar com os principais operadores turísticos nacionais e internacionais, disponibilizando também atividades para grupos empresariais.

"Iniciativas que pretendem promover o convívio entre os participantes e incentivem o espírito de equipa", explica.
O presidente da Naturtejo explica que as atividades para as empresas podem "por visitas acompanhadas, momentos culturais com a atuação de grupos e demonstração de artesanato, jantares medievais ou sessões de bem estar em balneários termais".

No entender de Armindo Jacinto as empresas poderão ainda usufruir de "passeios de barco nos rios Tejo e Zêzere, participação em atividades do amanho da terra, como a apanha da azeitona, de tortulhos e criadilhas colheita do medronho, e fabrico de aguardente e compotas".

O Geopark Naturtejo abrange os concelhos de Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Oleiros, Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão (distrito de Castelo Branco) e Nisa (distrito de Portalegre).

O Geopark Naturtejo, que abrange seis concelhos dos distritos de Castelo Branco e de Portalegre, recebeu em 2010 cerca de 30 mil pessoas.

O número foi avançado ao Reconquista pelo presidente da Naturtejo, Armindo Jacinto.

De acordo com aquele responsável, o Geopark foi também visitado por oito mil alunos de escolas de Portugal, Espanha, Estados Unidos da América e Brasil.
Armindo Jacinto considera que o território Naturtejo é um espaço de excelência, com um enorme potencial, resultante do seu próprio património, das suas gentes e da sua localização, o que permite a captação de públicos no eixo Madrid-Lisboa.
Para 2011 as apostas da Naturtejo passam por novas rotas.

Pacotes turísticos completos, que "têm a particularidade de destacar novos produtos, como a gastronomia e produtos regionais. É importante juntarmos o setor agro alimentar ao turismo", revela Armindo Jacinto.

O objetivo passa por aumentar o número de visitas no território, criando condições para que quem passe no Geopark possa consumir os diferentes produtos existentes, desde a restauração, hotelaria, gastronomia, ou produtos regionais.

Rotas de excelência

As propostas do Geopark Naturtejo apresentam rotas com preços a partir de 84 euros, para três dias e duas noites.

A biodiversidade, o património histórico, a gastronomia e a cultura são presenças garantidas nas viagens ao Geopark.

Armindo Jacinto dá como exemplo as rotas dos Abutres e dos Veados (ambas com percursos pedestres e passeio de barco no Parque Natural do Tejo Internacional).
Para 2011 são ainda reforçadas as rotas das Aldeias Históricas (visita a Idanha-a-Velha e percursos pedestres), dos Cavaleiros Templários, do Xisto, das Montanhas e dos Sabores.
Mas as propostas não se ficam por aqui.

A Rota do Passado no Presente merece destaque, com as visitas acompanhadas ao centro histórico de Castelo Branco, ao Jardim do Paço, aos museus Francisco Tavares Proença Júnior, Cargaleiro e Canteiro, e à vila de Idanha-a-Nova.

Também a Rota do Ouro, que integra provas de azeite, visitas guiadas à mina de ouro romana do Conhal do Arneiro e a atividade "Há ouro na Foz" deverá ser bastante requisitada.
Os motivos para uma visita ao Geopark Naturtejo incluem ainda paisagens como os meandros do Zêzere, a queda de Água D'Alta (ambos no concelho de Oleiros) ou saltos de paraquedas e visita ao Centro de Ciência Viva da Floresta (em Proença-a-Nova).
Armindo Jacinto revela que a Naturtejo está a trabalhar com os principais operadores turísticos nacionais e internacionais, disponibilizando também atividades para grupos empresariais.

"Iniciativas que pretendem promover o convívio entre os participantes e incentivem o espírito de equipa", explica.
O presidente da Naturtejo explica que as atividades para as empresas podem "por visitas acompanhadas, momentos culturais com a atuação de grupos e demonstração de artesanato, jantares medievais ou sessões de bem estar em balneários termais".

No entender de Armindo Jacinto as empresas poderão ainda usufruir de "passeios de barco nos rios Tejo e Zêzere, participação em atividades do amanho da terra, como a apanha da azeitona, de tortulhos e criadilhas colheita do medronho, e fabrico de aguardente e compotas".

O Geopark Naturtejo abrange os concelhos de Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Oleiros, Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão (distrito de Castelo Branco) e Nisa (distrito de Portalegre).

O Geopark Naturtejo, que abrange seis concelhos dos distritos de Castelo Branco e de Portalegre, recebeu em 2010 cerca de 30 mil pessoas.

O número foi avançado ao Reconquista pelo presidente da Naturtejo, Armindo Jacinto.

De acordo com aquele responsável, o Geopark foi também visitado por oito mil alunos de escolas de Portugal, Espanha, Estados Unidos da América e Brasil.
Armindo Jacinto considera que o território Naturtejo é um espaço de excelência, com um enorme potencial, resultante do seu próprio património, das suas gentes e da sua localização, o que permite a captação de públicos no eixo Madrid-Lisboa.
Para 2011 as apostas da Naturtejo passam por novas rotas.

Pacotes turísticos completos, que "têm a particularidade de destacar novos produtos, como a gastronomia e produtos regionais. É importante juntarmos o setor agro alimentar ao turismo", revela Armindo Jacinto.

O objetivo passa por aumentar o número de visitas no território, criando condições para que quem passe no Geopark possa consumir os diferentes produtos existentes, desde a restauração, hotelaria, gastronomia, ou produtos regionais.

Rotas de excelência

As propostas do Geopark Naturtejo apresentam rotas com preços a partir de 84 euros, para três dias e duas noites.

A biodiversidade, o património histórico, a gastronomia e a cultura são presenças garantidas nas viagens ao Geopark.

Armindo Jacinto dá como exemplo as rotas dos Abutres e dos Veados (ambas com percursos pedestres e passeio de barco no Parque Natural do Tejo Internacional).
Para 2011 são ainda reforçadas as rotas das Aldeias Históricas (visita a Idanha-a-Velha e percursos pedestres), dos Cavaleiros Templários, do Xisto, das Montanhas e dos Sabores.
Mas as propostas não se ficam por aqui.

A Rota do Passado no Presente merece destaque, com as visitas acompanhadas ao centro histórico de Castelo Branco, ao Jardim do Paço, aos museus Francisco Tavares Proença Júnior, Cargaleiro e Canteiro, e à vila de Idanha-a-Nova.

Também a Rota do Ouro, que integra provas de azeite, visitas guiadas à mina de ouro romana do Conhal do Arneiro e a atividade "Há ouro na Foz" deverá ser bastante requisitada.
Os motivos para uma visita ao Geopark Naturtejo incluem ainda paisagens como os meandros do Zêzere, a queda de Água D'Alta (ambos no concelho de Oleiros) ou saltos de paraquedas e visita ao Centro de Ciência Viva da Floresta (em Proença-a-Nova).
Armindo Jacinto revela que a Naturtejo está a trabalhar com os principais operadores turísticos nacionais e internacionais, disponibilizando também atividades para grupos empresariais.

"Iniciativas que pretendem promover o convívio entre os participantes e incentivem o espírito de equipa", explica.
O presidente da Naturtejo explica que as atividades para as empresas podem "por visitas acompanhadas, momentos culturais com a atuação de grupos e demonstração de artesanato, jantares medievais ou sessões de bem estar em balneários termais".

No entender de Armindo Jacinto as empresas poderão ainda usufruir de "passeios de barco nos rios Tejo e Zêzere, participação em atividades do amanho da terra, como a apanha da azeitona, de tortulhos e criadilhas colheita do medronho, e fabrico de aguardente e compotas".

O Geopark Naturtejo abrange os concelhos de Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Oleiros, Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão (distrito de Castelo Branco) e Nisa (distrito de Portalegre).

http://aeiou.expresso.pt/geopark-naturtejo-recebeu-30-mil-visitantes-em-2010=f630580

publicado por DELFOS às 04:36



A Anta da Horta localiza-se dentro da Coudelaria de Alter do Chão e foi intervencionada pelo Prof. Jorge de Oliveira, nos anos de 2001, 2003 e 2004.
Coordenadas (GPS): 07º 40´40.7´´W / 039º 13´31.3´´ N
Foram identificados três enterramentos em conexão anatómica, na câmara, tendo um deles (maxilar) sido datado por C14 - 3350 a 3020 (cal BC a dois sigmas).
No corredor, foi realizada uma datação de C14, a partir de um calcâneo: 2800 a 2760 (cal BC a dois sigmas).
Em termos de espólio, recolheram-se: cerâmicas lisas e decoradas, placas de xisto e de arenito, lisas e decoradas, pedra polida, pedra lascada, objectos de adorno.
(J. de Oliveira, Património Arqueológico da Coudelaria de Alter, 2006
publicado por DELFOS às 02:59
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