13 de Março de 2011

Ou lá a ternura dos quarenta no meio do séc. XV  ela se cantava ou lá o Rei sempre uma Majestade tão presente na vida deste pais, os súbitos, os seus súbitos Ele os recompensava.

 

Era a água.

Era o elemento água muita potente que se guardava e se vigiava. Era de noite e de dia.

 

A coisa não se sabe.

Não se sabe se era já o Menino que se manifestava e uma aridez neste Alto Alentejo já se desenhava e principiava ou lá a posse da grande propriedade os contornos tomava...

 

Não se sabe!

Mas é ela!

Será sempre ela a mais pura que ela é sempre bela, a que escorre do útero dela, prata e transparente, o povo em paixão sua pela terra a guardava ou talvez o tesouro e umas contas públicas e uns cortes ou uma austeridade em tempos aqueles já se implementava pela calada da noite...

 

Mas a terra de Arez a vida se lhe dá sempre.

Olhando para as de Gavião as coloca em uma muita nova e terra tão superficial.

Estas terras do Gavião, o pouco que tem ainda lho nega e lho tira. Parece que é segredo de Estado. Que não mostra e nem sequer apoia estas do Gavião ou lá uma borracha que já apagou todo um seu passado... E vá lá uma branca se faz favor...

 

Mas é esta meus caros ou lá pessoal do mundo ou deste meu país, mas é Ela, é esta Arez, a 14.02.1445 D. Afonso V priviligia 4 homens que estiveram a guardar o Poço da Lança, a pedido de Álvaro Fernandes, escudeiro, criado do infante D. Henrique e guarda do dito poço... (1)

 

Em tempo aquele que lá vai e nem que lhe seja só pelo símbolo...

 

(1) Arez da Idade Média à Idade Moderna / Um estudo monográfico / Leitão, Ana Cristina Encarnação Santos / Arez (Nisa, Portugal) - História - séc.13-18 / Teses de mestrado, 2008 / http://hdl.handle.net/10451/1738 /

 

 

 

publicado por DELFOS às 11:56
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