12 de Abril de 2011

O distrito de Portalegre engloba quinze concelhos e oitenta e seis freguesias.

 

1.º O Concelho de Alter do Chão tem quatro freguesias.

a) Alter do Chão............................. 2 556 habitantes.

b) Chancelaria................................ 536 habitantes.

c) Cunheira.................................... 457 habitantes.

d) Seda........................................ 389 habitantes.

 

2.º O Concelho de Arronches tem três freguesias.

a) Assunção..................................... 2 059 habitantes.

b) Esperança.................................. 881 habitantes.

c) Mosteiros................................... 449 habitantes.

 

3.º O Concelho de Avis tem oito freguesias.

a) Alcorrêgo..................................... 427 habitantes.

b) Aldeia Velha................................  339 habitantes.

c) Avis............................................. 1 950 habitantes.

d) Benavila...................................... 1 017 habitantes.

e) Ervedal....................................... 689 habitantes.

f) Figueira e Barros......................... 356 habitantes.

g) Maranhão................................... 98 habitantes.

h) Valongo...................................... 321 habitantes.

 

4.º O Concelho de Campo Maior tem três freguesias.

a) Nossa Senhora da Expectação........ 3 788 habitantes.

b) Nossa Senhora da Graça dos Degolados.... 536 habitantes.

c) São João Baptista.............................4 063 habitantes.

 

5.º O Concelho de Castelo de Vide tem quatro freguesias.

a) Nossa Senhora da Graça de Póvoa e Meadas........ 696 habitantes.

b) Santa Maria da Devessa.............................. 1716 habitantes.

c) Santiago Maior.......................................... 426 habitantes.

d) São João Baptista...................................... 1 034 habitantes.

 

6.º O Concelho do Crato tem seis freguesias.

a) Aldeia da Mata........................................ 482 habitantes.

b) Crato e Mártires..................................... 1804 habitantes.

c) Flor da Rosa............................................ 328 habitantes.

d) Gáfete.................................................. 1 063 habitantes.

e) Monte da Pedra........................................ 327 habitantes.

f) Vale de Peso............................................ 344 habitantes.

 

7.º O Concelho de Elvas tem onze freguesias.

a) Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso........................ 2061 habitantes.

b) Alcáçova.......................................................3 865 habitantes.

c) Assunção...................................................... 9 994 habitantes.

d) Barbacena.....................................................778 habitantes.

e) Caia e São Pedro..............................................3 779 habitantes.

f) Santa Eulália..................................................1 334 habitantes.

g) São Bráz e São Lourenço.................................... 1 946 habitantes.

h) São Vicente e Ventosa....................................... 1 100 habitantes.

i) Terrugem....................................................... 1 307 habitantes.

j) Vila Boim....................................................... 1 257 habitantes.

l) Vila Fernando.................................................. 400 habitantes.

 

8.º O Concelho de Fronteira tem três freguesias.

a) Cabeço de Vide.............................................. 1 133 habitantes.

b) Fronteira..................................................... 2 260 habitantes.

c) São Saturnino................................................ 339 habitantes.

 

9.º O Concelho de Gavião tem cinco freguesias. (1)

a) Atalaia...................................................... 165 habitantes.

b) Belver....................................................... 900 habitantes.

c) Comenda..................................................... 982 habitantes.

d) Gavião....................................................... 1 814 habitantes.

e) Margem..................................................... 1 026 habitantes.

 

10.º O Concelho de Marvão tem quatro freguesias.

a) Beirã........................................................ 596 habitantes.

b) Santa Maria de Marvão.................................. 645 habitantes.

c) Santo António das Areias................................. 1 261 habitantes.

d) São Salvador da Aramenha............................... 1 527 habitantes.

 

11.º O Concelho de Monforte tem quatro freguesias.

a) Assumar..................................................... 687 habitantes.

b) Monforte.................................................... 1 248 habitantes.

c) Santo Aleixo................................................ 787 habitantes.

d) vaiamonte................................................... 671 habitantes.

 

12.º O Concelho de Nisa tem dez freguesias.

a) Alpalhão............................................. 1 517 habitantes.

b) Amieira do Tejo..................................... 309 habitantes.

c) Arez.................................................. 362 habitantes.

d) Espírito Santo....................................... 2 057 habitantes.

e) Montalvão............................................ 597 habitantes.

f) Nossa Senhora da Graça........................... 1 573 habitantes.

g) Santana............................................... 445 habitantes.

h) São Matias........................................... 447 habitantes.

i) São Simão.............................................. 156 habitantes.

j) Tolosa.................................................. 1 122 habitantes.

 

13.º O Concelho de Ponte de Sôr tem sete freguesias.

a) Foros de Arrão...................................... 1 037 habitantes

b) Galveias............................................... 1 429 habitantes.

c) Longomel............................................... 1 494 habitantes.

d) Montargil............................................. 4 000 habitantes.

e) Ponte de Sôr......................................... 11 000 habitantes.

f) Tramaga.............................................. 1 732 habitantes.

g) Vale de Açôr......................................... 862 habitantes.

 

14.º O Concelho de Portalegre tem dez freguesias.

a) Alagoa................................................. 715 habitantes.

b) Alegrete............................................... 2 055 habitantes.

c) Carreiras............................................... 674 habitantes.

d) Fortios.................................................. 700 habitantes.

e) Reguengo................................................ 712 habitantes.

f) Ribeira de Nisa........................................ 1474 habitantes.

g) S. Julião................................................ 444 habitantes.

h) S. Lourenço............................................. 5 781 habitantes.

i) Sé......................................................... 9 987 habitantes.

j)  Urra .................................................... 2 117 habitantes.

 

15.º O Concelho de Sousel tem quatro freguesias.

a) Cano .................................................... 1 537 habitantes

b) Casa Branca ............................................1392 habitantes

c) Santo Amaro ........................................... 706 habitantes.

d) Sousel ................................................... 2 145 habitantes.

 

Confessa que está cansado.

Queria ir mais além nos números...

Que trabalheira.

Julgavas vós que a coisa ficava assim.

Não. Venham daí.

 

O Concelho de Elvas é o que tem mais população.

 

Elvas ............................................................27 641 habitantes.

Portalegre.....................................................24 659 habitantes.

Ponte de Sôr.................................................21 554 habitantes.

Nisa...............................................................8 585habitantes.

Campo Maior ................................................ 8 387 habitantes.

Sousel .......................................................... 5 880 habitantes.

Avis .............................................................. 5 207 habitantes. (2)

Gavião .........................................................  4 887 habitantes.

Crato............................................................  4 348 habitantes.

Castelo de Vide............................................  4 172 habitantes.

Marvão.........................................................   4 029 habitantes.

Alter do Chão ..............................................   3 938 habitantes.

Arronches ....................................................   3 389 habitantes.

Monforte ......................................................   3 383 habitantes.

 

Bem vai a fazer dez anos. Era bom que a coisa se mantivesse. Era bom. Sei apenas que não.

Mas no professorado do parente e amigo Chico Talha se lhe dirá que há-de ser o que for e à boa mente.

 

(1) Gostava de aqui deixar uma resalvada em outros tempos.

Olhando agora para a coisa, parece que sinto algo de novo.

Não lhe vejo a mesma coisa que lhe vi em tempos que lá vão na campina.

Ao dizer que a freguesia de Comenda nunca esteve na segunda posição, não sei bem agora. Tudo depende. Julgo que Belver e Margem comportam dez lugares habitados cada uma. A Comenda só tem dois. Não sei se a sede entre as três, a Comenda não terá mais povoação.

 

Gostava que os meus caros olhassem bem para os números. Vai a fazer dez anos. Eles não serão os mesmos agora em 2011. Algo vai mexer nestas terras alentejanas... Que deserto está ficando ou lá uma Sibéria.

 

 (2) Era bom que este meu concelho, um dia, ele agora assim se encontrasse no presente. Sei apenas que não. Ninguém gosta dar notícias com um sabor amargo...

 

 

publicado por DELFOS às 10:52
10 de Abril de 2011

O nível social e económico de Tolosa é dos mais elevados do Alentejo.
 
Encontram-se aqui um grande número de pequenas indústrias, uma intensa exploração pecuária e o cultivo intensivo das propriedades, característico das regiões onde predomina o minifúndio.
 
A indústria dos lacticínios é sem dúvida aquela que maiores proporções atinge, quer devido ao elevado capital que movimenta, quer sobretudo devido à grande quantidade de pessoas que emprega. Está exclusivamente dimensionada para a produção de queijo, através de processos semi-industriais, em mais de quinze “queijarias” particulares.
Todos os dias entram em Tolosa cerca de 20.000 litros de leite de ovelha e cabra.
A sua proveniência é bastante variada. Cerca de 20% vem do concelho de Idanha-a-Nova, na Beira Baixa. O restante é comprado aos diversos lavradores e Unidades Colectivas de Produção espalhadas pelo distrito de Portalegre. Ainda de madrugada, sai grande quantidade de camionetas ligeiras para a recolha do leite.
 
Se pensarmos no elevado número de raparigas empregadas nas queijarias, nos motoristas que aqui encontram trabalho, no grande tráfego rodoviário e o consequente desenvolvimento da indústria automóvel, nas grandes criações e engordas de porcos com o soro de leite fermentado, concluiremos que se trata de uma riqueza considerável. Esta indústria artesanal origina aqui um movimento aproximado dos mil contos – O blog aqui diz que a verba mencionada não corresponde à importância actualmente. O blog diz que o movimento dos mil contos era no final dos anos setenta ou os primeiros dois ou três de oitenta.
 
Outra actividade florescente nesta terra é a indústria de moagem e panificação. A farinha de trigo aqui produzida, nas três moagens existentes – vejam caros leitores três moagens existentes – serve a maior parte das padarias em actividade nos concelhos limítrofes. Muitas destas padarias são até administradas directamente pelos proprietários das moagens.
Vale a pena referir que os actuais proprietários das moagens começaram a sua ctividade nos moinhos ou azenhas, movidos pela força hidráulica, instalados na Ribeira do Sôr –  
 
O blog pergunta ou diz que ninguém conhece este Sôr tão belo e violento ou a planície verdejante ou uma terra de secura e ninguém já se lembra deles e o que foram estes moinhos aqui tão perto desta Comenda e que político nem sequer quer saber para avivar a memória da sua plebe ou lá um estrangeiro ou uma estrangeira que um dia pise estas terras e queira o lá saber.
 
Com o evoluir dos tempos, este tipo de trabalho artesanal perdeu toda a rentabilidade económica. Porém, não cruzaram os braços… Antes pelo contrário, acompanharam o progresso e puseram a tecnologia moderna ao seu serviço, com evidentes reflexos no desenvolvimento desta terra.
 
Há ainda um grande número de negociantes que se dedicam à compra de azeitona destinada à conserva. Uma boa parte é produzida nas pequenas propriedades que circundam Tolosa. A restante é proveniente dos lavradores e pequenos proprietários das redondezas. Todos os anos daqui saem muitas centenas de toneladas de azeitona, que vão abastecer os mercados dos grandes centros urbanos.
 
Merecem referência algumas carpintarias mecânicas, às quais está ligado o acabamento e comercialização de mobílias.
 
Existem também oficinas de ferreiro bastante modernizadas.
 
Outra actividade característica desta terra é a indústria de latoaria. Conservou-se ao longo de muitos anos como um trabalho quase exclusivamente manual, onde o mestre e os aprendizes labutavam de manhã à noite. Mas a evolução tecnológica também se reflectiu neste sector. Assim, as latoarias foram modernizadas, o homem recorreu ao auxílio da máquina e, como consequência, a indústria ocupou o lugar do artesanato. Os diversos artigos, produzidos na folha de flandres, folha de alumínio, chapa de ferro e chapa galvanizada, abastecem os mercados de muitas povoações, espalhadas por todo o país.
 
Há vários anos atrás, existiam em Tolosa várias oficinas de sapateiro, onde os operários, quase sempre o dono da oficina e os familiares, se dedicavam à confecção do calçado, utilizando processos artesanais.
Com o evoluir da indústria do calçado, estas oficinas deixaram de ter rentabilidade económica. Alguns sapateiros, conhecedores experimentados do volume de vendas nos mercados e feiras, compraram furgonetes e dedicaram-se à comercialização do calçado industrial. É outro sector que deu um pequeno contributo para o desenvolvimento económico da localidade.
 
 
A partir de 1965, desenvolveu-se aqui uma indústria de máquinas de aluguer, bem característica da tecnologia moderna. Trata-se de enormes tractores de lagartas, mais conhecidos por máquinas deterraplanagem, com variadas aplicações.
Inicialmente, surgiram para lavrar terrenos incultos e muito duros, à profundidade de quase um metro, destinados às plantações de eucaliptos. Como este trabalho foi rareando, hoje essas máquinas são empregadas na construção de albufeiras ou barragens, na lavoura de terrenos destinados à plantação de vinhas e muitos outros trabalhos que exigem elevada potência.
 
Outro sector de actividade largamente desenvolvido nesta vila é a construção civil. A edificação de várias casas para habitação própria, a reconstrução e a melhoria de muitas já existentes, a ampliação de instalações pecuárias e industriais, originaram um grande desenvolvimento na arte de pedreiro. Aqui existem muitos e bons praticantes, que auferem vencimentos bastante compensadores.
 
Como consequência deste surto de desenvolvimento, surgiram vários proprietários de camiões pesados que, a par de outros trabalhos, se dedicam ao transporte e comercialização dos materiais destinados à construção civil. Alargam mesmo o seu comércio a muitas povoações vizinhas.
 
O sector pecuário também está muito desenvolvido, devido à existência de grande número de proprietários.
Existem muitos de raças muar e asinina, destinados a trabalhos agrícolas. Quase todas as famílias têm uma reduzida quantidade de cabras e ovelhas que, além de lhes proporcionarem o dinheiro das crias, ainda permitem o fabrico de queijos para consumo da casa. Todavia, é a criação de vacas para produção de leite, que ocupa hoje o lugar cimeiro na actividade pecuária. Além do considerável rendimento que resulta da venda de crias, a comercialização do leite, que todos os dias é transportado para Portalegre, tem um significado considerável na economia dos pequenos produtores.
 
PEQUENA MONOGRAFIA DE TOLOSA /  ALZIRA MARIA FILIPE LEITÂO

Digos que parece mesmo uma cidade estas Terras de Tolosa. Parece que tem assim um cheiro a cosmopolita. Lhe chamam a terra dos cucos. Que malvadez ou a mais pura inveja o blog lhes regista. Ela é rica. Ela bafeja um sucesso económico muita grande na zona Alentejo que mora no alto. Não sabe se não será das mais ricas nele. Não se sabe se não será só ultrapassada pelas Terras de Galveias no concelho de Ponte de Sôr.
publicado por DELFOS às 17:07
09 de Abril de 2011

 

"Arez da Idade Média à Idade Moderna: um estudo monográfico Leitão, Ana Cristina Encarnação Santos Tese de mestrado em História Regional e Local apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2008 http://catalogo.ul.pt/F/?func=item global&doc_library=ULB01&type=03&doc_number=000546695

http://hdl.handle.net/10451/1738"

 

A referida autora, os apontamentos que venho transcrevendo e seus, com a autorização da referida Universidade onde fez a sua tese, ela no seu levantamento cita o seguinte:

Horta das Póvoas.
Sepultura antropomórfica.
O seu estado de conservação é Bom.
É talhada num afloramento granítico.
Tem moldura em relevo,
D. 1,72m comp., 0,56lg. 0,40pfd.

Tapada da Choça VII.
Sepultura antropomórfica.
Alta Idade Média.
Esta sepultura não está identificada.
É numa área afectada pela plantação de eucaliptos.

Tapada da Choça VIII.
Sepultura antropomórfica.
Alta Idade Média.
Não é também identificada.
É numa área afectada pela plantação de eucaliptos.

Tapada da Choça IX.
Sepultura antropomórfica.
Alta Idade Média.

Bom estado de conservação da mesma.
É talhada num afloramento granítico. Tem moldura em relevo.
Foi abandonada antesda sua conclusão.
D. 1,40m comp., 0,50mlg e 0,10m prf.

Tapada da Choça I.
Sepultura antropomórfica.
Bom estado de saúde da mesma.
Não deixa de ser para mim um orgulho.
É escavada num afloramento granítico.
A mesma enconta-se parcialmente coberta de blocos de granito.
D. 1,80m comp., 0,57m lg min.

Tapada da Choça II.
Sepultura Antropomórfica.
Alta Idade Média.

Bom é o estado dela.
É talhada num afloramento de granito.
Tem moldura de relevo.
Tem de marcação do encaixe dos ombros.
D. 1,80m comp., 0,40 m lg, 0,60m prf.


Tapada da Choça III.
Seputura antropomórfica.
Alta Idade Média.
Bom é o seu estado de conservação.
Talhada num afloramento de granito
Tem moldura de relevo e D. 1,65m., comp., 0,50lg. 0,40pfd.


Tapada da Choça IV.
Sepultura antropomórfica.
Alta Idade Média.
Muito Bom é o seu estado.
Talhada num afloramento de granito.
Apresenta a mesma moldura de relevo.
D. 1,80m comp., 0,65m de largura máx. e 0,50 lg. Min. e 0,40m prf.

Tapada da Choça V.
Sepultura antropomórfica.
Alta Idade Média.
Bom.
É a mesma talhada num afloramento granítico.
Tem moldura de relevo.
D. 1,80m comp. 0,45lg. e 0,60 prf..
Está parcialmente coberta por um bloco de granito de grande dimensões.
Encontra-se a cerca de 10m da Sepultura IV.

Tapada da Choça VI.
Sepultura antropomórfica.
Alta Idade Média.
Bom.
Boa.
Está ainda muito boa para as curvas no tempo.
È talhada num afloramento de granito.
Apresenta a mesma,  moldura de relevo.
Nota-se uma diferenciação na zona da cabeceira  um provável encaixe para a cabeça que será mais simbólicio do que funcional.
D. 1,75m comp. , 0,45 lg. Min., 0,60m de prf e 0,40m de prf.

Na Ribeira do Figueiró existe um Pontão.
É do período medieval.
O seu estado de conservação é Bom.
Constituído por blocos de granito.
Tem dois arcos de volta perfeita.
Tem talha-mares a montante.
Não possui apoios laterais nem negativos dos mesmos.
No lado Este, acesso ao Monte Claro.
O tabuleiro prolonga-se sobre os afloramentos graníticos onde sobe este existem reentâncias que permitem passagem de água.

Herdade de Santo António.
Na Herdade de Santo António encontra-se uma Ermida.
É do período medieval/moderno.
O seu estado de conservação é Bom.
Séc. XIV.
Um só corpo.
Tem contrafortes laterais.
As janelas são em fresta.
A porta é com arco em ogiva.
Tem impostas quadradas que encimam ombreiras.

Talefe.
Mas o que será o Talefe?
Fogo!
Assim não vale.
Aqui se está vendo mesmo uma nora.
Talefe. Bem... Talefe é uma gravura rupestre (cruz).
Ei lá que aqui tem estado de mistério e os anos se sugerem longos, uma eternidade nestas terras ou o bravio animalesco delas.

Na Tapada da Choça existe uma Pia.
O seu período é interminável.
O seu estado de conservação é bom.
É uma depressão num afloramento granítico com uma forma ovóide e uma abertura a Este.
D. 1,35m comp., 0,50m lg, 0,40 prf.

Na Ribeira do Figueiró há Passadouros.
São do tempo Modernos.
O seu estado de conservação Bom.
Situado na passagem para o Monte Claro.
É um alinhamento de blocos paralelipipédicos de granito que permite o atravessamento a pé da ribeira.
O leito da ribeira encontra-se calcetado nesta área.

Largo da Igreja.
Igreja.
É do tempo Moderno.
O seu estado de consevação é Bom.
Séc. XVI.
Remodelada.

Sob impostas quadradas.


Largo António A. Bastos.
É o Cruzeiro. Está o Cruzeiro.
O seu período é moderno.
O estado de conservação do mesmo é Bom.
Cruzeiro em granito de cruz simples sobre uma peanha de 3 degraus.


Rua Alexandre Herculano 15.
(Cruciforme). Cruz num lintel.
É do tempo Moderno.
Bom.

O seu estado de Conservação é Bom.
Cruciforme gravado numa cantaria de granito de uma janela.
A base da cruz é triangular.
É representando pequenos degraus.
Eles parecem representar o Calvário.
Trata-se de um reaproveitamento daquele bloco de cantaria uma vez que o crucuforme se encontra invertido.
D. 0,18mlg. e 0,30m alt.


Rua São João de Deus.
Capela.
Uma capela.
A dita é do tempo Moderno.

Bom.
O seu estado de conservação é Bom.
Séc. XVI.
Frontaria tem no fecho uma sineira simples.
Porta renascentista.
De granito.

De granito, com arco redondo apoiado sobre duas meias colunas com bases e capitéis quadrados.
Na verga uma cabeça esculpida e, aos lados uma face radiante e uma caveira e dois ossos.


Tapada da Choça.
Abrigo.
Estado de conservação Bom.
Conjunto de afloramentos graníticos.
São de grandes dimensões.
Formam uma pala que protege um corredor com o sentido sul-norte em que a entrada é a Norte.
D. 12m comp. aprox. e 3m lg máx.
Registam-se várias zonas de fogueira não estruturadas.
Identificaram-se fragmentos de cerâmica de roda e um percurtor.
Um dos fragmentos cerâmicos parece terpertencido a um recipiente de armazenamento de grandes dimensões.

A autora, a senhora que ainda nos vai dando estes puros momentos de lazer e nos brindou um pouco com o conhecimento do nosso passado, na zona - aqui muito especialmente a todas estas terras e terrolas que circulam esta aldeia e freguesia de Arez, ela parece que tem muita força e é muito sumarenta e tem um gosto a muito gostosa estas terras de Arez e meus caros nunca o sabeis como o sinto no deserto deste Alentejoe a liberdade me vai na alma... O pouco ainda se vai protegendo e valorizando.

 

Não se lhe pode dizer que o concelho de Gavião lhe siga os mesmos passos.

 

Este espaço concelhio e geográfico está muita longe do concelho de Nisa.

Do Crato.

De Monforte.

De Alter do Chão.

Castelo de Vide.

Marvão.

Que de fronteira não conheço e não sei como se encontra o assunto.

 

Quero aproveitar.
Aproveito pois então.

Aos meus amigos e caros, José Joaquim, MMendes, e o colega de outos tempos em outras cerebrais, o pouco em mim ainda está e vai ficando, o meu caro e amigo Jaime Crespo, a referida autora diz na sua obra que a gentil, a educada, a criativa, ou seja lá um condado esta vila de Nisa, a autora diz que quando estava fazendo a sua Tese, a Câmara Municipal de Nisa estava fazendo a sua Carta Arqueológica.

Aos meus amigos e caros, tão só e simplesmente este meu peito aberto em uma pequena literária, a notícia em mim honra-me este Alentejo, este bocado do Alentejo no Norte é muito gratificante que a história, a nossa, ela se valoriza, se dá o valor que ela tem, como se não fosse ela, um cartão de visita que se oferece a quem nos visita, ou o turismo não seja o quinto ou o segundo negócio do mundo.
Acredito que o caro Ceia da Silva e a sua "Turismo do Alentejo, ERT", o esforço por si e a organização que comanda com os colaboradores, penso que toda a equipa só pode estar contente. Assim o penso e vos digo.

Não sei.

Não sei se a referida Carta já está concluída.
Ou se houve uma partida já para o terreno, com este passado da malta.

A coisa, em esta minha memória se não me falha, no meu entendimento, a afirmação vai a fazer três anos quando a autora o disse, e que assim o penso e o registo no tempo desta planície que tão lento ela está e vai ficando.

Lameto.

Como a coisa dói tanto. 

Dói muito.

Sinceramente...

No concelho onde me encontro, nestas coisas de passar pela camarária do Gavião, nela, em ela me foi dito que este ano corrente logo em Janeiro, a Câmara Municipal de Gavião ía fazer a sua Carta Arqueológica do concelho.

Passado algum tempo, ao dar uma olhada pelas actas da mesma, o meu espanto é que a deliberação tomada não estava registada em acta.

 

publicado por DELFOS às 20:17
08 de Abril de 2011

 
A Ordem do Hospital, desde o momento que chega ao Condado Portucalense, cumpre a sua função assistencial, como prova a doação feita em seu benefício, em 1145, pelo arcebispo de Braga, do hospital edificado por Pedro Ourives e respectivos bens situados em Braga.

 
A reforçar esta situação, cinco anos mais tarde, Pedro Ourives doou ao prior a Igreja de S. João, o cemitério e certas casas existentes nos subúrbios da referida cidade. Aliás, parece-nos correcto reconhecer na doação de 1145 o papel concreto que a Ordem desempenhava ao nível sóciocaritativo de apoio aos peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela, e de que Leça do Balio era uma base de apoio, como indica o próprio traçado viário da altura.

 
Assim parece plausível que a prossecução deste programa assistencial tenha sido um parâmetro importante no processo de implantação da Ordem em Portugal, nomeadamente na sua primeira instalação em Leça.

Por outro lado, a inserção destes freires num projecto concertado de actuação militar aguardou pelo final do séc. XIII.Este processo tem lugar, pelo menos, em 1194, ano em que D. Sancho I doa aos freires a terra de Guinditesta, impondo-lhes a obrigação de construírem o castelo de Belver, no contexto dos desastrosos anos de 1190-91 para as tropas cristãs no domínio da Reconquista.

 
Com esta atitude, o monarca revela que acredita no potencial militar desses indivíduos e na sua correspondente capacidade de povoamento do território.
Não tardará o reforço deste núcleo de implantação hospitalária, já que em 1232, a Ordem recebe o Crato, com a obrigação de os freires povoarem e amuralharem este local, o que lhes irá permitir, anos mais tarde, ali instalar a sua casa conventual e reforçar a sua presença nesta zona. Em termos objectivos, a manifestação do exercício das duas funções primordiais dos freires de S. João de  Jerusalém, recordamos, assistência e prática das armas, materializa-se nas doações de Leça e de Belver.

 
A primeira, como matriz da prestação de cuidados assistenciais, no âmbito da peregrinação a Santiago de Compostela, e a segunda, como padrão de um comportamento militar, no contexto da cruzada e da reconquista.
Será, pois, no final do séc. XII que o ramo português da Ordem do Hospital assume a sua militar, o que se coaduna com a obrigação de os elementos que pretendem ingressar responderem, pelo menos a partir de agora, a critérios ligados à actividade bélica.

 
Para além das armas, a Ordem apresentava-se por várias outras razões, como uma opção estratégica para alguns sectores da nobreza portuguesa.
De um modo geral, as Ordens Militares são potencialmente atractivos para a aristocracia, como tem sido sublinhado.

 
Assim, no caso concreto dos Hospitalários, podem ser aduzidas razões como prestígio de ser uma instituição supranacional com origem na Terra Santa e no ambiente de cruzada, o aliciante que constituía a prática da virtude da caridade e da hospitalidade, o potencial que a Ordem tinha de sufragar as almas dos seus professos e mesmo o usufruto de um leque de privilégios papais e reais por parte dos que a ela aderissem.
A base patrimonial e jurisdicional da Ordem e a correspondente gestão destes bens e direitos por parte dos comendadores, com a organização das suas casas senhoriais e respectivas redes clientelares, são razões que se juntam ao leque de vantagens que a nobreza tem em se aliar a este projecto.
 
No plano religioso, as Ordens Militares podem oferecer soluções atractivas, quando interpretadas à luz do seu tempo.
Se as ordens apresentam vectores que são comuns a outras instituições de perfil distinto, como o sufrágio das almas dos benfeitores ou das dos seus parentes mais próximos, elas significam também a aproximação a Deus através de Jesus Cristo, concretizada pela conquista dos lugares santos, no ideal de cruzada, tão emblemático nos séculos XII e XIII.
 
 
Também o facto do primeiro superior hierárquico desta instituição nascida em Jerusalém ser um cavaleiro franco, que notabiliza no contexto da cruzada, e de a dignidade de grão-mestre ter sido titulada por D. Afonso de Portugal (1203-1206), filho de D. Afonso Henriques, poderá ter sido um estímulo à adesão à Ordem, por parte de alguns elementos da nobreza portuguesa, sustentando um padrão de exigência nobiliárquica, que se terá mantido e até aperfeiçoado em décadas posteriores.
 
 
A figura de D. Afonso terá congregado os interesses de alguns aristocratas portugueses, que procuram na Ordem uma aura de prestígio e de identificação com o poder real de início de Duzentos. Esta constatação poderá ser um elemento explicativo para o facto de a cavalaria religiosa se apresentar como um modelo de vida para alguns destes indivíduos, que viam o seu património familiar a tornar-se cada vez mais espartilhado, conseguindo, desta forma, encontrar no património das Ordens Militares um reforço das suas estratégias de poder.
 
 
Após analisarmos as áreas de implantação das diferentes famílias nobres e a lista de comendas da Ordem do Hospital e os seus respectivos titulares, verificamos que é possível estabelecer uma relação entre as zonas de implantação das diferentes casas senhoriais e a titulatura de algumas dignidades por parte de certos Hospitalários pode revestir de uma coincidência territorial, em outros está patente uma proximidade geográfica, que está na base das actuações em áreas limítrofes ás da família de onde provém esses indivíduos.
 
 
Assim, é possível afirmar que a Ordem viabiliza as estratégias de poderplurifacetado destas famílias, no sentido da consolidação ou ascensão, tanto a nível social como económico.
 
 
Sancho I, 1194, profundamente ligada ao evoluir da reconquista no início desta década, e reforçada no séc. XIII, pela concessão do lugar do Crato, constituem atitudes que estimulam a deslocação para as terras da Beira e do Alto Alentejo.
 
 
Este percurso poderá ser sintomático de um potencial militar ligado à concretização da cruzada, de uma necessidade destes cavaleiros se dedicarem à guerra como meio de acumular riqueza e até um eco da aproximação da Ordem à coroa, tanto mais que está maioritariamente ligada a linhagens não directamente associadas ao meio cortesão.
 
 
Pedro evidencia uma atitude inovadora na associação entre a cavalaria hispânica e os elementos das Ordens Militares, conferindo um grande destaque ao prior Hospitalário Álvaro Gonçalves Pereira, que pode ser entendido como um corolário de uma evolução da ligação da nobreza á Ordem do Hospital.
 
 
Em termos gerais, o modelo da cavalaria religiosa seria atractivo para a nobreza, uma vez que constituía uma hipótese institucional de prática dasarmas e era uma opção que viabilizava uma actuação ao nível da administração de grandes domínios, com a possibilidade de manutenção das suas casas senhoriais.

 
"Arez da Idade Média à Idade Moderna: um estudo monográfico Leitão, Ana Cristina Encarnação Santos Tese de mestrado em História Regional e Local apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2008 http://catalogo.ul.pt/F/?func=item global&doc_library=ULB01&type=03&doc_number=000546695

http://hdl.handle.net/10451/1738"
Hoje meus caros lhe começamos por lhe dar a ORDEM DO HOSPITAL nas terras de Arez. Estas Terras de Arez um dia vila, nas terras desta cosmopolita condado vila Nisa. Mas ela lhe sugere que a terra é mesmo plana e curva ela o não tem. Um dia, apenas se imagina ela...

Mas o tema é muita vasto meus caros do pouco que existe e se é encontrado na zona. Tem assim algumas palavrinhas que se gostava de as descolar...
 
A ver vamos.
Vamos lá a ver se conseguimos voltar com outro post sobre o tema.
 
Se tal não se conseguir, é porque é mesmo muita difícil viver no concelho de Gavião.
A coisa não se faz e ainda se bloqueia o que existe...
 
publicado por DELFOS às 16:04
05 de Abril de 2011

 O “Sobral e Carvalhal” de Tolosa é o nome que identifica uma extensa herdade, cuja área ronda os 1.600 hectares.
 
O povo sempre a conheceu como “baldio”, mas os grandes senhores da terra, impotentes para administrar e cultivar as largas heranças recebidas, mas sempre sedentes de maior riqueza, tudo fizeram para o transformar em propriedade privada.
 
É nestas circunstâncias que os povos revelam a sua verdadeira força, enfrentando e transpondo os mais diversos obstáculos, fazendo apelo à coragem e ao querer colectivo, transmitindo a chama da esperança de geração em geração, não cedendo aos mais diversos ataques das forças repressivas e dominadoras.
 
Só por isso o Carvalhal é hoje um terreno altamente produtivo, onde todas as famílias têm um pedaço de terra bem agricultada.
Nos princípios do século passado – o blog aqui diz século dezanove – as famílias poderosas da terra auto-intitulando-se os legítimos descendentes dos povoadores de Tolosa, e jogando com a ignorância do povo, dividiram entre si esta extensa herdade.
 
Baseados nesta posse ilegal, mas cobertos pela força do poder, passados alguns anos, fizeram os registos dos terrenos na Conservatória do Registo Predial com base no direito de usucampião. 
Na intenção de criarem alguns adeptos e enfrequecerem a coesão popular, aforaram algumas courelas aos pequenos e médios proprietários da localidade.
 
Estes arvoraram-se, de imediato, nos defensores intransigentes dos grandes senhores da terra, como recompensa dos benefícios.
 
Porém, o povo anónimo, mas conscientes dos seus direitos, nunca suportou semelhante arbitrariedade.
 
À medida que os anos passavam, em vez de se generalizar o esquecimento sobre esta prepotência, mais se adensava a revolta popular.
 
Em 1873, no pleno apogeu da Monarquia Constitucional, a Junta de Freguesia de Tolosa, como legítima representante do povo, tenta justificar a posse do baldio, no Juízo de Direito da Comarca de Nisa.
 
Esta posse é relativamente conseguida.
 
Com efeito, a população fica com o direito ao fruto das árvores, na maioria azinheiras e sobreiros, e ao campáscuo (direito de usufruir os pastos comuns).
 
Passaram então a existir alguns rebanhos de ovelhas e cabras, pertencentes à população, mediante o pagamento de uma determinada taxa por animal.
 
As taxas eram cobradas pela Junta, que tinha o encargo de contratar e remunerar os pastores. Lutando contra as pretenções dos grandes proprietários, que viam fugir-lhes o domínio absoluto sobre a terra, a Junta passou a cobrar os foros.
 
No entanto, o descontentamento popular continuava a fortalecer-se, face ao desprezo e incultivo a que a terra era votada.
 
Todos entendiam que só a devisão da propriedade por todas as famílias poderia alterar a situação.
Com a implantação da República, surge nova esperança no coração do povo.
 
Alguns deputados, eleitos pelo distrito de Portalegre várias vezes levantaram a sua voz no Parlamento, em defesa dos direitos da população de Tolosa
 
Porém, os grandes proprietários, usando as suas corrosivas influências junto dos Ministérios sempre conseguiram impedir o parcelamento do Carvalhal    
 
Com a vitória da ditadura em 28 de Maio de 1926, as famílias poderosas ganham nova força.
 
Os anos 30 são muita difíceis para a povoação de Tolosa.
As sucessivas Juntas de Freguesia são da confiança dos ricos. Umas vezes, são eles próprios que as constituem, intitulando-se os legítimos representantes do povo!... Outras vezes, fazem nomear pessoas da sua inteira confiança, geralmente escolhidas entre os seus protegidos, que na prática nada diferem…
 
Mas o povo não abranda a sua luta.
 
Protesta abertamente na praça pública.
 
Retira várias vezes os marcos, que os ricos teimam em conservar, para delimitar as terras que dizem pertencer-lhes. Invade várias vezes o Carvalhal, para simbolizar a sua legítima posse. Mas, a força repressiva da Guarda Republicana não se fez esperar.
 
Confundem-se, prepositadamente, as realidades, as realidades, atribuindo um significado de movimentação política ao que não passa de uma simples defesa das regalias e direitos inalianáveis da população.
 
Com o rodar dos anos, a situação tornou-se insustentável para a classe dominante.
 
Os ricos concluíram que nada fazia alterar a vontade do povo. Então resolveram aceitar a divisão do baldio, desde que recebessem 2/5 da área total.
 
O povo estava farto de lutar, razão que o levou a aceitar a condição imposta.
 
A parte dos ricos, se não foi parar às mãos de terceiros através da venda, lá continua com o mesmo aspecto, que tinha em 4 de Março de 1951, data memorável da divisão do Carvalhal. A terra raramente é lavrada, o mato cresce e desenvolve-se livremente, raream os rebalhos que aproveitam as ervas daninhas!...
 
Em perfeito contraste, as 502 glebas, distribuídas pelo povo, produzem abundantemente. Foram plantadas mais de 5.000 oliveiras, que todos os anos produzem centenas de toneladas de azeitona.
 
Milhares de figueiras e outras árvores frutíferas surgiram naquela terra árida, durante muitos anos improdutiva.
 
Poucas são as famílias que ali não têm um pedaço de vinha.
 
Por toda a parte, foram abertos poços, que transformaram um campo seco e agreste numa imensidade de hortas verdejantes.
"PEQUENA MONOGRAFIA DE TOLOSA /  ALZIRA MARIA FILIPE LEITÂO"

 


 
Nestas coisas na literária, neste Alto Alentejo tão perdido, este concelho de Gavião onde a fome está nascendo, político na praça mandou o administrador do blog para a Sibéria e lhe disse um dia que as terras da Comenda, esta planície alentejana nunca teve baldios e algures lá numa reunião de Câmara Municipal.
 
Que descaramento o blog lho regista. E disse que a coisa não está registada e o blog sabe que está e conhece tão bem o referido assunto.
 
É tão terrível ter que passar ainda por mentiroso.
É muita difícil estas coisas da cultura por estas bandas de Gavião.

A quase tão perto de responder a alguém muita especial, a um simbolismo de um capote cortado por uma espada tão real, ou ainda não ter conseguido um monumento dedicado a todos e a todas que passaram alguns meses nos calabouços de uma prisão de Nisa. não deixa de ser muita terrível.

Ainda não conseguiu sequer que político da campina até ao momento presente, não ao blog, mas a todos e a todas, a este povo, a este povo do castelo e o do Vale da Feiteira, o nome de uma rua ou a uma praceta algures na campina ainda não se lho deu...
 
Mas é meus caros se não fosse o Cardeal Cereifeira o blog não sabe se esta terra hoje existia na campina.
 
Quase tão tão perto de transcrever aqui no blog, a acusação e a defesa, no tribunal de Nisa na altura.o blog anda lá ou está lá... 
 
Mas político diz que não tem e o blog sabe que tem.

O blog sabe que tem os dois documentos.

Talvez numa descontraída, lhe fazendo uma reviena, o blog, um dia, os venha a publicar e a valorizar o texto acima colocado.

No tocante a estas terras da Comenda, a coisa foi muito mais complicada.
 
Mas ela está tão bem explicada na Comenda...
publicado por DELFOS às 15:10
31 de Março de 2011

Ad duo 3 de Março de 2011
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Uma espécie de lista clandestina de escolas a fechar em 2011

Abrantes
Escola Básica do 1.º Ciclo de fontes
Escola Básica do 1.º Ciclo de Souto
Escola Básica de Brunheirinho,Bemposta,Abrantes
Escola Básica de Vale das Mós, Vale das Mós, Abrantes
Escola Básica de Amoreira, Rio de Moinhos, Abrantes
Escola Básica de Martinchel, Martinchel, Abrantes
Escola Básica da Concavada, Concavada, Abrantes

Águeda
Escola Básica de Castanheira do Vouga, Águeda
EB Lomba, Águeda

Aguiar da Beira
Escola Básica de Cortiçada, Aguiar da Beira

Alandroal
Escola Básica de Montejuntos,Alandroal
Escola Básica de Venda,Alandroal
Escola Básica de Terena,Alandroal

Albergaria-a-Velha
Escola Básica de Igreja, Albergaria-a-Velha
Escola Básica de Paus, Albergaria-a-Velha

Alcácer do Sal
Escola Básica de Casebres,Alcácer do Sal
Escola Básica de Palma,Alcácer do Sal

Alcanena
Escola Básica de Gouxaria, Alcanena, Alcanena
Escola Básica da Louriceira, Louriceira, Alcanena
Escola Básica de Monsanto, Monsanto, Alcanena
Escola Básica do 1.º Ciclo de Espinheiro
Escola Básica de Malhou, Malhou, Alcanena
Escola Básica de Bugalhos, Bugalhos, Alcanena
Escola Básica do 1.º Ciclo de Filhós

Alcobaça
Escola Básica Casal do Abegão, Évora de Alcobaça, Alcobaça
Escola Básica Mélvoa, Pataias, Alcobaça
Escola Básica Silval, Turquel, Alcobaça
Escola Básica de Frei Domingos, Benedita, Alcobaça
Escola Básica de Acipreste, Évora de Alcobaça, Alcobaça
Escola Básica de Valado de Santa Quitéria, Alfeizerão, Alcobaça
Escola Básica do Casal Velho, Alfeizerão, Alcobaça

Alenquer
Escola Básica Passinha, Alenquer (Santo Estêvão), Alenquer
Escola Básica do Bairro, Abrigada, Alenquer
Escola Básica de Azedia, Pereiro de Palhacana, Alenquer
Escola Básica de Lapaduços, Vila Verde dos Francos, Alenquer
Escola Básica de Pereiro de Palhacana, Pereiro de Palhacana, Alenquer
Escola Básica de Paúla, Cabanas de Torres, Alenquer
Escola Básica da Torre, Carregado, Alenquer
Escola Básica de Camarnal, Alenquer (Triana), Alenquer
Escola Básica de Vila Verde dos Francos, Vila Verde dos Francos, Alenquer

Alijó
Escola Básica de São Mamede de Ribatua, Alijó
Escola Básica de Castedo, Alijó

Aljustrel
Escola Básica de Jungeiros, Aljustrel Almada
Escola Básica de Costas do Cão, Trafaria, Almada

Almeida
Escola Básica de Miuzela, Almeida

Almeirim
Escola Básica da Raposa, Raposa, Almeirim

Almodôvar
Escola Básica de Semblana, Almodôvar
Escola Básica de Telhada, Almodôvar
Escola Básica de Aldeia dos Fernandes, Almodôvar
Escola Básica de Rosário, Almodôvar
Escola Básica de Stª Clara-a-Nova, Almodôvar


Alpiarça
Escola Básica do Casalinho, Alpiarça, Alpiarça
Escola Básica do 1.º Ciclo de Almoster
Escola Básica do 1.º Ciclo de Venda dos Olivais

Alvaiázere
Escola Básica de Pelmá, Alvaiázere

Amarante
Escola Básica de Moure, Amarante
Escola Básica de Senhora do Campo, Amarante

Amares
Escola Básica de Bouro (Santa Marta), Igreja, Amares

Anadia
Escola Básica de Ferreiros, Anadia
Escola Básica de Pedralva, Anadia
Escola Básica de Chãozinho, Anadia
Escola Básica de Ancas, Anadia

Ansião
Escola Básica de Torre de Vale de Todos, Ansião

Arcos de Valdevez
Escola Básica de Arcos de Valdevez, Arcos de Valdevez
Escola Básica de Eira do Penedo, Arcos de Valdevez

Arganil
Escola Básica de Pomares, Arganil
Escola Básica de Folques, Arganil
Escola Básica de Secarias, Arganil

Armamar
Escola Básica de Folgosa, Armamar
Escola Básica de Travanca, Armamar
Escola Básica de Vila Seca, Armamar
Escola Básica de Lumiares, Armamar


Arouca
Escola Básica de Parameira, Arouca
Escola Básica de Agras, Mansores, Arouca
Escola Básica de Belece, Arouca
Escola Básica de Várzea, Socorrais, Arouca

Arraiolos
Escola Básica de Ilhas,Arraiolos
Escola Básica de S.Pedro da Gafalhoeira,Arraiolos
Escola Básica de Sabugueiro,Arraiolos
Escola Básica de Igrejinha,Arraiolos

Arronches
Escola Básica de Barulho, Arronches

Arruda dos Vinhos
Escola Básica de Adoseiros, Santiago dos Velhos, Arruda dos Vinhos,

Aveiro
Escola Básica António Lopes dos Santos, Bonsucesso, Aveiro

Avis
Escola Básica de Figueira e Barros, Avis
Escola Básica de Alcôrrego, Avis
Escola Básica de Ervedal, Avis

Azambuja
Escola Básica de Aveiras de Baixo, Aveiras de Baixo, Azambuja
Escola Básica de Britos nº. 1, Azambuja, Azambuja
Escola Básica de Britos nº. 2, Azambuja, Azambuja Baião
Escola Básica de Cimo de Vila, Baião
Escola Básica de Senhora, São Tomé de Covelas, Baião
Escola Básica de Pedregal, Baião
Escola Básica de Igreja, Viariz, Baião
Escola Básica de Portomanso, Baião

Batalha
Escola Básica do 1.º Ciclo de Alcanadas
Escola Básica do 1.º Ciclo de Torre
Escola Básica do 1.º Ciclo de Casal Vieira

Beja
Escola Básica de Stª Clara do Louredo, Beja

Belmonte
Escola Básica do 1.º Ciclo de Maçainhas
EB Carvalhal Formoso, Belmonte
EB Colmeal da Torre, Belmonte
Escola Básica de fonte do Ruivo, Belmonte

Benavente
Escola Básica de Foros de Almada, Santo Estêvão, Benavente

Bombarral
Escola Básica do Barrocalvo, Carvalhal, Bombarral
Escola Básica de São Mamede, Roliça, Bombarral

Borba
Escola Básica de Orada,Borba
Escola Básica de Nora,Borba

Bragança
Escola Básica de Samil, Bragança
Escola Básica de Espinhosela, Bragança
Escola Básica de Salsas, Bragança
Escola Básica de Quintanilha, Bragança
Escola Básica de Rebordãos, Bragança
Escola Básica de Parada, Bragança

Cadaval
Escola Básica de Pêro Moniz, Pêro Moniz, Cadaval
Escola Básica de Cercal, Cercal, Cadaval

Caldas da Rainha
Escola Básica Cabreiros, Salir de Matos, Caldas da Rainha
Escola Básica Guisado, Salir de Matos, Caldas da Rainha
Escola Básica Trabalhias, Salir de Matos, Caldas da Rainha
Escola Básica da Lagoa Parceira, Caldas da Rainha (Nossa Senhora do Pópulo), Caldas da Rainha
Escola Básica de Santa Susana, A dos Francos, Caldas da Rainha
Escola Básica de Carreiros, A dos Francos, Caldas da Rainha
Escola Básica do Casal da Marinha, Santa Catarina, Caldas da Rainha
Escola Básica de Peso, Santa Catarina, Caldas da Rainha

Campo Maior
Escola Básica de Degolados, Campo Maior

Cantanhede
Escola Básica do 1.º Ciclo de Fervença
Escola Básica do 1.º Ciclo de Aljuriça
Escola Básica de Taboeira, Cantanhede
Escola Básica de Lemede, Cantanhede
Escola Básica de Gândara, Cantanhede
Escola Básica de Camarneira, Cantanhede
Escola Básica de Varziela, Cantanhede
Escola Básica de Casal de Cadima, Cantanhede

Carregal do Sal
Escola Básica do 1.º Ciclo de Pardieiros
Escola Básica do 1.º Ciclo de Póvoa de Stº Amaro
Escola Básica do 1.º Ciclo de Sobral de Papízios
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vila Meã
Escola Básica do 1.º Ciclo de Travanca de S. Tomé
Escola Básica de Beijós, Carregal do Sal
Escola Básica de Casal Mendo, Carregal do Sal

Cartaxo
Escola Básica Casais da Amendoeira (EB1)

Castanheira de Pêra
Escola Básica de Bolo, Castanheira de Pêra

Castelo Branco
Escola Básica do 1.º Ciclo de Tinalhas
Escola Básica do 1.º Ciclo de Retaxo
Escola Básica do 1.º Ciclo de Cebolais de Cima
Escola Básica de Póvoa de Rio de Moinhos, Castelo Branco
Escola Básica de Malpica do Tejo, Castelo Branco
EB Freixial do Campo, Castelo Branco
EB Salgueiro do Campo, Castelo Branco
Escola Básica de Sarzedas, Castelo Branco

Castelo de Paiva
Escola Básica de Oliveira de Reguengo, Sardoura, Castelo de Paiva
Escola Básica de Nojões, Real, Castelo de Paiva
Escola Básica de Vila Verde, Castelo de Paiva

Castelo de Vide
Escola Básica de Póvoa e Meadas, Castelo de Vide

Castro Daire
Escola Básica do 1.º Ciclo de Póvoa do Veado
Escola Básica do 1.º Ciclo de Reriz
Escola Básica do 1.º Ciclo de Mamouros
Escola Básica do 1.º Ciclo de Cetos
Escola Básica do 1.º Ciclo de Mosteiro de Cabril
Escola Básica de Picão, Castro Daire
Escola Básica de Carvalhas, Castro Daire

Castro Marim
Escola Básica de Odeleite - Castro Marim
Castro Verde
Escola Básica de São Marcos da Ataboeira, Castro Verde
Escola Básica de Entradas, Castro Verde

Celorico da Beira
Escola Básica do 1.º Ciclo de Casas de Soeiro
Escola Básica do 1.º Ciclo de Cortiçô da Serra
Escola Básica do 1.º Ciclo de Estação
Escola Básica do 1.º Ciclo de Forno Telheiro
Escola Básica do 1.º Ciclo de Mesquitela
Escola Básica do 1.º Ciclo de Ratoeira
Escola Básica do 1.º Ciclo de Açores
Escola Básica do 1.º Ciclo de Baraçal
Escola Básica do 1.º Ciclo de Aldeia Rica
Escola Básica de Vale de Azares, Celorico da Beira

Chamusca
Escola Básica de Semideiro, Ulme, Chamusca
Escola Básica do Chouto, Chouto, Chamusca
Escola Básica de Ulme, Ulme, Chamusca

Chaves
Escola Básica de Vale de Anta nº 1, Chaves
Escola Básica de Loivos, Chaves
Escola Básica de Soutelo, Chaves
Escola Básica de Rebordondo, Chaves
Escola Básica de Mairos, Chaves
Escola Básica de Santo Estevão, Chaves
Escola Básica de Cimo de Vila, Chaves

Cinfães
Escola Básica de Meridãos nº 1, Cinfães
Escola Básica de Desamparados, Cinfães
Escola Básica de Bustelo, Cinfães
Escola Básica de Gralheira, Cinfães
Escola Básica de Boassas, Cinfães
Escola Básica de Ferreiros, Cinfães
Escola Básica de Meridãos nº 2, Fermentãos, Cinfães
Escola Básica de Valinhas de Baixo, Cinfães
Escola Básica de Covelas, Cinfães

Coimbra
Escola Básica de Rocha Nova, Coimbra
Escola Básica de Paço, Coimbra
Escola Básica de Vil de Matos, Coimbra
Escola Básica de Botão, Coimbra
Escola Básica de Vila Verde, Coimbra
Escola Básica de Ardazubre, Coimbra
Escola Básica de Castelo Viegas, Coimbra
Escola Básica do 1.º Ciclo de Casal do Lobo
Escola Básica de Cidreira, Coimbra

Constância
Escola Básica de Aldeia, Santa Margarida da Coutada, Constância

Coruche
Escola Básica de Azerveira, São José da Lamarosa, Coruche
Escola Básica de Erra, Erra, Coruche
Escola básica do 1.º ciclo de Fazendas de Pelados

Covilhã
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vales do Rio
EB Coutada, Covilhã
EB S. Jorge da Beira, Covilhã
EB Barco, Covilhã
EB Casegas, Covilhã
EB Ourondo, Covilhã
Escola Básica de Erada, Covilhã

Crato
Escola Básica de Gáfete, Crato

Cuba
Escola Básica de Faro do Alentejo, Cuba
Escola Básica de Vila Alva, Cuba
Escola Básica de Vila Ruiva, Cuba

Elvas
Escola Básica de Barbacena, Elvas
Escola Básica de Vila Fernando, Elvas

Estremoz
Escola Básica de Stª Vitória do Ameixial,Estremoz
Escola Básica de S. Domingos de Ana Loura,Estremoz
Escola Básica de São Bento do Cortiço,Estremoz
Escola Básica de S. Lourenço,Estremoz
Escola Básica de Évora Monte,Estremoz

Évora
Escola Básica de Vendinha,Évora
Escola Básica de Boa -Fé,Évora
Escola Básica de Torre dos Coelheiros,Évora
Escola Básica de S. Miguel de Machede,Évora

Ferreira do Alentejo
Escola Básica de Odivelas, Ferreira do Alentejo
Escola Básica de Canhestros, Ferreira do Alentejo
Escola Básica de Peroguarda, Ferreira do Alentejo
Escola Básica de Stª Margarida do Sado, Ferreira do Alentejo
|
Ferreira do Zêzere
Escola Básica Igreja Nova, Igreja Nova do Sobral, Ferreira do Zêzere
Escola Básica do Beco, Beco, Ferreira do Zêzere
Escola Básica de Carril, Dornes, Ferreira do Zêzere
Escola Básica da Cruz dos Canastreiros, Beco, Ferreira do Zêzere

Figueira da Foz
Escola Básica do 1.º Ciclo de Matos
Escola Básica do 1.º Ciclo de Matas
Escola Básica de Netos, Figueira da Foz
Escola Básica de Calvete, Figueira da Foz
Escola Básica de Caceira, Figueira da Foz
Escola Básica de Lares, Figueira da Foz
Escola Básica do 1.º Ciclo de Serra da Boa Viagem
Escola Básica de Santo Amaro da Boiça, Figueira da Foz

Figueira de Castelo Rodrigo
Escola Básica do 1.º Ciclo de Reigada
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vermiosa

Figueiró dos Vinhos
Escola Básica do 1.º Ciclo de Aguda

Fornos de Algodres
Escola Básica do 1.º Ciclo de Algodres

Fundão
Escola Básica de Aldeia Nova do Cabo, Fundão
Escola Básica de Orca, Fundão
Escola Básica de Alcongosta, Fundão
Escola Básica de Souto da Casa, Fundão
Escola Básica de Janeiro de Cima, Fundão
Escola Básica de Salgueiro, Fundão

Gavião
Escola Básica da Comenda, Gavião
Escola Básica de Vale de Gaviões, Gavião

Góis
Escola Básica do 1.º Ciclo de Ponte de Sotão
Escola Básica de Alvares, Góis
Escola Básica de Bordeiro, Góis
EB Ponte de Sotão, Góis

Gouveia
Escola Básica do 1.º Ciclo de Lagarinhos
Escola Básica do 1.º Ciclo de Arcozelo da Serra
Escola Básica do 1.º Ciclo de Folgosinho
Escola Básica de Vinhó, Gouveia

Grândola
Escola Básica de Cadoços,Grândola
Escola Básica de Lousal, Grândola
Escola Básica de Água Derramada,Grândola
Escola Básica de Aldeia Nova de São Lourenço,Grândola
Escola Básica de Aldeia do Futuro,Grândola

Guarda
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vale de Estrela
Escola Básica do 1.º Ciclo de Carvalheira
Escola Básica do 1.º Ciclo de Cubo
Escola Básica do 1.º Ciclo de Castanheira
Escola Básica do 1.º Ciclo de Arrifana
Escola Básica do 1.º Ciclo de Rapoula
Escola Básica de Vila Fernando, Guarda
Escola Básica de Rochoso, Guarda
Escola Básica de Videmonte, Guarda
Escola Básica de Maçainhas, Guarda
Escola Básica de Pêra do Moço, Guarda
Escola Básica Casa de Trabalho Jesus Maria José, Rochoso, Guarda

Guimarães
Escola Básica de Souto (São Salvador), Guimarães

Idanha-a-Nova
Escola Básica de Penha Garcia, Idanha-a-Nova
Escola Básica de Relva, Idanha-a-Nova

Lagos
Escola Básica de Almádena - Lagos

Lamego
Escola Básica do 1.º Ciclo de Matancinha

Leiria
Escola Básica do 1.º Ciclo de Alcaidaria- Milagres
Escola Básica de Memória, Leiria
Escola Básica de Boavista, Leiria
Escola Básica n.º 1 de Maceira, Leiria

Lisboa
Escola básica do 1.º ciclo Bairro de Belém
Escola Básica Lisboa nº. 68, Penha de França, Lisboa

Loulé
Escola Básica de Cortelha - Loulé
Escola Básica de Querença - Loulé

Loures
Escola Básica Pinheiro de Loures nº. 1, Loures, Loures
Escola Básica Pinheiro de Loures nº. 2, Loures, Loures
Escola Básica de Pintéus, Santo Antão do Tojal, Loures
Escola Básica de Lousa, Lousa, Loures

Lourinhã
Escola Básica da Ventosa, Santa Bárbara, Lourinhã

Lousã
Escola Básica de Pegos, Lousã
Escola Básica de Ponte Velha, Lousã
Escola Básica de Casal de Ermio, Lousã
Escola Básica de Serpins, Lousã

Mação
Escola Básica de Penhascoso, Mação
Escola Básica de Carvoeiro, Mação
Escola Básica de Ortiga, Mação
Escola Básica de Cardigos, Mação
Escola Básica de Envendos, Mação

Mafra
Escola Básica Achada, Mafra, Mafra
Escola Básica Azenhas dos Tanoeiros, Encarnação, Mafra
Escola Básica Barril, Encarnação, Mafra
Escola Básica Galiza, Encarnação, Mafra
Escola Básica Ribamar, Santo Isidoro, Mafra
Escola Básica Santo Isidoro, Santo Isidoro, Mafra
Escola Básica Sobreiro, Mafra, Mafra

Maia
Escola Básica de Vilar de Luz, Maia

Mangualde
Escola Básica de Fornos de Maceira Dão, Mangualde
Escola Básica de Lobelhe do Mato, Mangualde

Manteigas
Escola Básica do 1.º Ciclo de Sameiro

Marco de Canaveses
Escola Básica de Travassos, Marco de Canaveses

Marinha Grande
Escola Básica de Garcia, Marinha Grande

Mealhada
Escola Básica do 1.º Ciclo de Silvã
Escola Básica do 1.º Ciclo de Lameira de S. Pedro

Mértola
Escola Básica de Penilhos, Mértola
Escola Básica de S. Miguel do Pinheiro, Mértola
Escola Básica de Corte do Pinto, Mértola
Escola Básica de Mina de S. Domingos, Mértola
Escola Básica de Santana de Cambas, Mértola

Mesão Frio
Escola Básica de Oliveira, Mesão Frio

Mira
Escola Básica de Lagoa, Mira
Escola Básica de Casal de São Tomé, Mira

Miranda do Corvo
Escola Básica do 1.º Ciclo de Casal da Senhora
Escola Básica do 1.º Ciclo de Sendim

Miranda do Douro
Escola Básica de Palaçoulo, Miranda do Douro

Mirandela
Escola Básica de Suçães, Mirandela
Escola Básica de Abreiro, Mirandela
Escola Básica de Vale de Salgueiro, Mirandela
Escola Básica de Cachão, Mirandela
Escola Básica de Lamas de Orelhão, Mirandela
Escola Básica de Pereira, Mirandela
Escola Básica de Romeu, Mirandela

Moimenta da Beira
Escola Básica de Caria nº 1, Moimenta da Beira

Moita
Escola Básica do Carvalhinho, Moita, Moita

Monchique
Escola Básica de Marmelete - Monchique

Mondim de Basto
Escola Básica do 1.º Ciclo n.º 2 de Praça

Monforte
Escola Básica de Stº Aleixo, Monforte
Escola Básica de Assumar, Monforte

Montalegre
Escola Básica de Vila da Ponte, Montalegre
Escola Básica de Cabril, Montalegre
Escola Básica de Ferral, Montalegre

Montemor-o-Novo
Escola Básica de Cabrela,Montemor-o-Novo
Escola Básica de Vendas,Montemor-o-Novo
Escola Básica de S. Cristovão,Montemor-o-Novo
Escola Básica de Cortiçadas do Lavre,Montemor-o-Novo
|
Montemor-o-Velho
Escola Básica do 1.º Ciclo de Resgatados
Escola Básica do 1.º Ciclo de Ribeira de Moinhos
Escola Básica de Torre, Montemor-o-Velho

Montijo
Escola Básica de Corte Esteval, Sarilhos Grandes, Montijo

Mora
Escola Básica de Brotas,Mora
Escola Básica de Pavia,Mora

Moura
Escola Básica de Sto. Amador, Moura

Mourão
Escola Básica de Aldeia daLuz,Mourão

Nazaré
Escola Básica de Fanhais, Nazaré, Nazaré

Nelas
Escola Básica do 1.º Ciclo de Póvoa de Stº António
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vale de Madeiros
Escola Básica do 1.º Ciclo de Moreira
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vila Ruiva
Escola Básica de Aguieira, Nelas

Odemira
Escola Básica de Luzianes-Gare, Odemira
Escola Básica de Pereiras-Gare, Odemira
Escola Básica de Stª Clara-a-Velha, Odemira
Escola Básica de Brejão, Odemira
Escola Básica de Cavaleiro, Odemira
Escola Básica de Amoreiras-Gare, Odemira
Escola Básica de S. Martinhos das Amoreiras, Odemira
Escola Básica de Vale de Santiago, Odemira
Escola Básica de Almograve, Odemira
Escola Básica de Bicos, Odemira

Odivelas
Escola Básica Chafariz d´EL Rei, Póvoa de Santo Adrião, Odivelas


Oeiras
Escola Básica Pinheiro Chagas, Carnaxide, Oeiras

Oleiros
Escola Básica de Orvalho, Oleiros
Escola Básica de Estreito, Oleiros

Oliveira de Frades
Escola Básica do 1.º Ciclo n.º 1 de Paranho
Escola Básica de S. João da Serra, Oliveira de Frades
Escola Básica de Varzielas, Oliveira de Frades
Escola Básica de Souto Maior, Oliveira de Frades

Oliveira do Hospital
Escola Básica de Seixas, Oliveira do Hospital
Escola Básica de Santa Ovaia, Oliveira do Hospital
Escola Básica de Senhor das Almas, Oliveira do Hospital
Escola Básica de Gavinhos de Baixo, Oliveira do Hospital
Escola Básica de Meruge, Oliveira do Hospital

Ourém
Escola Básica Vale da Perra, Atouguia, Ourém
Escola Básica de Coroados, Seiça, Ourém
Escola Básica do Sobral, Nossa Senhora das Misericórdias, Ourém
Escola Básica da Mata, Urqueira, Ourém
Escola Básica da Urqueira, Urqueira, Ourém
Escola Básica de Formigais, Formigais, Ourém
Escola Básica de São Jorge, Freixianda, Ourém
Escola Básica de Giesteira, Fátima, Ourém

Ourique
Escola Básica de Garvão, Ourique
Escola Básica de Panóias, Ourique
Escola Básica de Santana da Serra, Ourique

Ovar
Escola Básica de Gondesende, Ovar

Palmela
Escola Básica da Lagoa do Calvo, Marateca, Palmela
Escola Básica de Aldeia Nova da Aroeira, Palmela, Palmela
Escola Básica de Lagameças, Palmela, Palmela
Escola Básica do Forninho, Marateca, Palmela
Escola Básica da Carregueira, Pinhal Novo, Palmela

Paredes
Escola Básica de Aguiar, Aguiar de Sousa, Paredes

Pedrógão Grande
Escola Básica de Graça, Pedrógão Grande

Penacova
Escola Básica de São Mamede, Penacova
Escola Básica de Aveleira, Penacova

Penalva do Castelo
Escola Básica do 1.º Ciclo de V. Cova do Covelo

Penamacor
Escola Básica do 1.º Ciclo de Benquerença
Escola Básica do 1.º Ciclo de Águas
EB Pedrógão, Penamacor
EB Salvador, Penamacor
Escola Básica de Aldeia do Bispo, Penamacor

Peniche
Escola Básica de Casais Brancos, Atouguia da Baleia, Peniche
Escola Básica de Atouguia da Baleia nº. 2, Atouguia da Baleia, Peniche
Escola Básica de Ribafria nº. 2, Atouguia da Baleia, Peniche
Escola Básica de Reinaldes, Atouguia da Baleia, Peniche

Pinhel
Escola Básica do 1.º Ciclo de Ervedosa
Escola Básica do 1.º Ciclo de Lameiras
Escola Básica do 1.º Ciclo de Pínzio
Escola Básica do 1.º Ciclo de Souro Pires
Escola Básica de Alverca da Beira, Pinhel
Escola Básica de Pala, Pinhel
|
Pombal
Escola Básica do 1.º Ciclo de Carvalhal
Escola Básica do 1.º Ciclo de Outeiro do Louriçal
Escola Básica do 1.º Ciclo de Torneira
Escola Básica de Carvalhal, Pombal
Escola Básica de Casal da Rola, Pombal
Escola Básica de Barbas Novas, Pombal
Escola Básica de Ilha de Cima, Pombal
Escola Básica de Assamaça, Pombal
Escola Básica de Vieirinhos, Pombal

Ponte da Barca
Escola Básica de Burmeirães nº 1, Ponte da Barca
Escola Básica de Saném, Ponte da Barca
Escola Básica de Devesa, Ponte da Barca
Escola Básica de Igreja, Nogueira, Ponte da Barca

Ponte de Lima
Escola Básica de Igreja, Outrelo, Ponte de Lima

Portalegre
Escola Básica de Reguengo, Portalegre
Escola Básica de Carreiras, Portalegre
Escola Básica de Alagoa, Portalegre

Portel
Escola Básica de Amieira,Portel
Escola Básica de Oriola,Portel
Escola Básica de São Bartolomeu,Portel
Escola Básica de Vera Cruz,Portel

Porto de Mós
Escola Básica do 1.º Ciclo de Chão Pardo

Póvoa de Lanhoso
Escola Básica de Vilela, Monte, Póvoa de Lanhoso

Redondo
Escola Básica de Stª Susana,Redondo
Escola Básica de Aldeias de Montoito,Redondo

Reguengos de Monsaraz
Escola Básica de Caridade,Reguengos de Monsaraz
Escola Básica de Perolivas,Reguengos de Monsaraz
Escola Básica de Outeiro,Reguengos de Monsaraz

Rio Maior
Escola Básica de Arrouquelas, Arrouquelas, Rio Maior
Escola Básica de Azambujeira, Azambujeira, Rio Maior
Escola Básica de Marmeleira, Marmeleira, Rio Maior
Escola Básica da Ribeira de São João, Ribeira de São João, Rio Maior
Escola Básica de São João da Ribeira, São João da Ribeira, Rio Maior
Escola Básica do 1.º Ciclo de Arruda dos Pisões

Sabugal
Escola Básica do 1.º Ciclo de Aldeia da Ponte
Escola Básica do 1.º Ciclo de Aldeia Velha
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vila Boa
Escola Básica de Rapoula do Côa, Sabugal
Escola Básica de Cerdeira, Sabugal
Escola Básica de Santo Estêvão, Sabugal
Escola Básica de Bendada, Sabugal
Escola Básica de Ruvina, Sabugal

Salvaterra de Magos
Escola Básica da Várzea Fresca, Foros de Salvaterra, Salvaterra de Magos

Santa Maria da Feira
Escola Básica de Framil, Canedo, Santa Maria da Feira

Santa Marta de Penaguião
Escola Básica de Gundeiro nº 1, Santa Marta de Penaguião

Santarém
Escola Básica de Gançaria, Gançaria, Santarém
Escola Básica de Almoster nº. 1, Almoster, Santarém
Escola Básica de Azoia de Baixo, Azoia de Baixo, Santarém
Escola Básica de Achete, Achete, Santarém
Escola Básica de Vaqueiros, Vaqueiros, Santarém
Escola Básica do Sobral, São Vicente do Paul, Santarém
Escola Básica de Pombalinho, Pombalinho, Santarém
Escola Básica do 1.º Ciclo de V. Nova do Coito

Santiago do Cacém
Escola Básica de Vale de Água, Santiago do Cacém
Escola Básica de Abela, Santiago do Cacém
Escola Básica de Cruz de João Mendes, Santiago do Cacém
Escola Básica de S. Bartolomeu da Serra, Santiago do Cacém
Escola Básica de Boticos , Santiago do Cacém
Escola Básica de Aldeia dos Chãos, Santiago do Cacém
Escola Básica de Relvas Verdes, Santiago do Cacém
Escola Básica de Brescos, Santiago do Cacém
Escola Básica de Deixa-o-Resto, Santiago do Cacém

São João da Pesqueira
Escola Básica de Castanheiro do Sul, São João da Pesqueira

São Pedro do Sul
Escola Básica do 1.º Ciclo de Fermontelos
Escola Básica do 1.º Ciclo de S. Félix
Escola Básica do 1.º Ciclo de Oliveira
Escola Básica do 1.º Ciclo de Valadares
Escola Básica do 1.º Ciclo de Freixo
Escola Básica do 1.º Ciclo de Serrazes
Escola Básica de Sul, São Pedro do Sul
Escola Básica de Manhouce, São Pedro do Sul

Sardoal
Escola Básica de Panascos, Alcaravela, Sardoal

Sátão
Escola Básica de Avelal, Sátão
Escola Básica de Vila Boa, Sátão

Seia
Escola Básica de Vide, Seia
Escola Básica de São Martinho, Seia
Escola Básica de Santa Comba, Seia
Escola Básica de Sabugueiro, Seia
Escola Básica de Pinhanços, Seia

Seixal
Escola Básica de Conde Ferreira, Seixal, Seixal
|
Serpa
Escola Básica de Vales Mortes, Serpa
Escola Básica de Montes do Pinto, Serpa

Sertã
Escola Básica de Serra de São Domingos, Sertã
Escola Básica de Cumeada, Sertã

Sesimbra
Escola Básica Quinta do Conde nº. 1, Quinta do Conde, Sesimbra

Setúbal
Escola Básica de Algeruz - Casa do Gaiato, Gâmbia-Pontes-Alto da Guerra, Setúbal

Sever do Vouga
Escola Básica do 1.º Ciclo de Sanfins
Escola Básica de Paradela do Vouga, Sever do Vouga

Silves
Escola Básica de Calvos - Silves
Escola Básica de Malhão - Silves

Sintra
Escola Básica de Albogas, Almargem do Bispo, Sintra
Escola Básica de Camarões, Almargem do Bispo, Sintra
Escola Básica de Varge Mondar, Rio de Mouro, Sintra
Escola Básica de Padre Agostinho da Mota, Rio de Mouro, Sintra

Sobral de Monte Agraço
Escola Básica de Moitelas, Sapataria, Sobral de Monte Agraço
Escola Básica de Serreira, Sapataria, Sobral de Monte Agraço
Escola Básica da Silveira, Sapataria, Sobral de Monte Agraço
Escola Básica de Almargem, Santo Quintino, Sobral de Monte Agraço
Escola Básica de Pontes de Monfalim, Santo Quintino, Sobral de Monte Agraço

Soure
Escola Básica do 1.º Ciclo de Pouca Pena
Escola Básica de Sobral, Soure
Escola Básica de Simões, Soure
Escola Básica do 1.º Ciclo de Casal do Redinho

Tábua
Escola Básica do 1.º Ciclo de Mêda de Mouros
Escola Básica do 1.º Ciclo de Pinheiro de Coja
Escola Básica do 1.º Ciclo de Ázere
Escola Básica do 1.º Ciclo de Sinde
Escola Básica do 1.º Ciclo de Várzea de Candosa
Escola Básica do 1.º Ciclo de Candosa
Escola Básica do 1.º Ciclo de Espariz
Escola Básica do 1.º Ciclo n.º 1 de Percelada

Tabuaço
Escola Básica de Chavães, Tabuaço
Escola Básica de Távora, Tabuaço

Tarouca
Escola Básica de São João de Tarouca, Tarouca
Escola Básica de Salzedas, Tarouca
Escola Básica de Meixedo, Tarouca
Escola Básica de Mondim da Beira, Tarouca
Escola Básica de Ucanha, Tarouca
Escola Básica de Tarouca nº 2, Valverde, Tarouca
Escola Básica de Vila Chã da Beira, Tarouca
Escola Básica de Arguedeira, Tarouca
Escola Básica de Granja Nova, Tarouca
Escola Básica de Dálvares, Corujeira, Tarouca
Escola Básica de Tarouca nº 1, Tarouca

Terras de Bouro
Escola Básica de Terras de Bouro, Moimenta, Terras de Bouro

Tomar
Escola Básica do Fetal de Cima, Além da Ribeira, Tomar
Escola Básica da Serra de Cima, Sabacheira, Tomar
Escola Básica de Olalhas, Olalhas, Tomar
Escola Básica da Charneca da Peralva, Paialvo, Tomar
Escola Básica da Roda Grande, Asseiceira, Tomar
Escola Básica de Paialvo, Paialvo, Tomar
Escola Básica de Santa Cita, Asseiceira, Tomar
Escola Básica de Carregueiros, Carregueiros, Tomar
Escola Básica de Porto da Lage, Madalena, Tomar
Escola Básica de Asseiceira, Asseiceira, Tomar

Tondela
Escola Básica do 1.º Ciclo de Ferreirós do Dão
Escola Básica de Caparrosa, Tondela
Escola Básica de São João do Monte, Tondela
Escola Básica de Santa Ovaia de Baixo, Tondela

Torre de Moncorvo
Escola Básica de Felgar, Torre de Moncorvo
Escola Básica de Carvalhal, Torre de Moncorvo

Torres Novas
Escola Básica do Carvalhal de Aroeira, Torres Novas (São Pedro), Torres Novas
Escola Básica de Chancelaria, Chancelaria, Torres Novas
Escola Básica de Vila do Paço, Paço, Torres Novas
Escola Básica de Alcorochel, Alcorochel, Torres Novas
Escola Básica de Casais Castelos, Riachos, Torres Novas
Escola Básica de Parceiros de Igreja, Parceiros de Igreja, Torres Novas
Escola Básica do 1.º Ciclo de Rodrigues Nicho
Escola Básica Árgea

Torres Vedras
Escola Básica de Vila Facaia, Ramalhal, Torres Vedras
Escola Básica de Cambelas, São Pedro da Cadeira, Torres Vedras
Escola Básica da Cerca, Silveira, Torres Vedras
Escola Básica de Sendieira, Freiria, Torres Vedras
Escola Básica da Costa d´Água, Ventosa, Torres Vedras
Escola Básica do 1.º Ciclo de Montengrão
Escola Básica de Fernandinho, Ventosa, Torres Vedras
Escola Básica do Furadouro, Dois Portos, Torres Vedras

Trancoso
Escola Básica de Freches, Trancoso
Escola Básica de Cogula, Trancoso

Vale de Cambra
Escola Básica de Lordelo, Vila Chã, Vale de Cambra
Escola Básica de Janardo, Vale de Cambra
Escola Básica Santa Cruz, Vale de Cambra

Valença
Escola Básica de Valença, Antas, Valença

Valpaços
Escola Básica de Veiga de Lila, Valpaços
Escola Básica de Vassal, Valpaços
Escola Básica de Argeriz nº 1, Valpaços

Vendas Novas
Escola Básica de Campos dos Infantes,Vendas Novas
Escola Básica de Monte Branco,Vendas Novas

Vieira do Minho
Escola Básica de Pinheiro, Barbeito, Vieira do Minho
Escola Básica de Parada de Bouro, Aldeia, Vieira do Minho

Vila do Bispo
Escola Básica de Barão de São Miguel - Vila do Bispo
Escola Básica de Budens - Vila do Bispo
Escola Básica de Salema - Vila do Bispo
Escola Básica de Burgau - Vila do Bispo

Vila do Conde
Escola Básica de Igreja, Outeiro Maior, Vila do Conde

Vila Flor
Escola Básica de Vilas Boas, Vila Flor
Escola Básica de Seixo de Manhoses, Vila Flor
Escola Básica de Freixiel, Vila Flor

Vila Franca de Xira
Escola Básica de Quintas, Castanheira do Ribatejo, Vila Franca de Xira
Escola Básica de Cachoeiras, Cachoeiras, Vila Franca de Xira

Vila Nova de Cerveira
Escola Básica de Outeiro, Vila Nova de Cerveira

Vila Nova de Famalicão
Escola Básica de Portela, Vila Nova de Famalicão

Vila Nova de Foz Côa
Escola Básica do 1.º Ciclo de Numão

Vila Nova de Paiva
Escola Básica de Queiriga, Vila Nova de Paiva

Vila Nova de Poiares
Escola Básica do 1.º Ciclo Entroncamento

Vila Real
Escola Básica de Guiães, Vila Real
Escola Básica de Benagouro, Vila Real
Escola Básica de Goutães, Vila Real
Escola Básica de Pousada, Vila Real
Escola Básica de Couto, Vila Real
Escola Básica de Borbela nº 1, Vila Real
Escola Básica de Samardã, Vila Real
Escola Básica de Vila Meã, Vila Real
Escola Básica de Tuizendes, Vila Real
Escola Básica de São Cibrão, Vila Real
Escola Básica de Vila Seca nº 2, Fraga de Almotolia, Vila Real
Escola Básica de Sabroso, Vila Real
Escola Básica de Nogueira, Vila Real
Escola Básica de Vendas de Cima, Campeã, Vila Real
Escola Básica de Vila Nova, Vila Real

Vila Velha de Ródão
Escola Básica de Fratel, Vila Velha de Ródão

Vinhais
Escola Básica de Vilar de Lomba, Vinhais
Escola Básica de Rebordelo, Vinhais

Viseu
Escola Básica do 1.º Ciclo de V. Chã do Monte
Escola Básica do 1.º Ciclo de Passos
Escola Básica do 1.º Ciclo de Travassôs (Barreiros)
Escola Básica do 1.º Ciclo de Bassim
Escola Básica do 1.º Ciclo de Paraduça
Escola Básica do 1.º Ciclo de Prime
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vila Corça
Escola Básica do 1.º Ciclo de Carragoso
Escola Básica de Pindelo, Viseu
Escola Básica de Teivas, Viseu
Escola Básica de Couto de Baixo, Viseu
Escola Básica de Gumiei, Viseu
Escola Básica de Lustosa, Viseu
Escola Básica de Várzea, Viseu
Escola Básica de Rebordinho, Viseu
Escola Básica de Boaldeia, Viseu
Escola Básica de Nogueira de Côta, Viseu
Escola Básica de Moure de Madalena, Viseu
Escola Básica de Folgosa, Viseu
Escola Básica de Queirela, Viseu

Vouzela
Escola Básica do 1.º Ciclo Stª Comba nº 2
Escola Básica do 1.º Ciclo de Outeiro
Escola Básica do 1.º Ciclo de Fornelo do Monte
Escola Básica do 1.º Ciclo de Figueiredo das Donas
Escola Básica do 1.º Ciclo de Carvalhal do Estanho
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vasconha
Escola Básica de Caria, Vouzela
publicado por DELFOS às 18:20
29 de Março de 2011

Desde a concessão do foral de D. Afonso Henriques, constitui a vila de Alpalhão um concelho independente.

Em 13 de Outubro de 1512, foi-lhe dado novo foral por D. Manuel I, que então procedera à reforma de todos os forais do reino, dele encarregando Fernão de Pina.

O concelho de Alpalhão foi extinto por decreto de 3 de agosto de 1853, publicado no Diário de Governo n.º 244, de 17 de Outubro desse ano, e refrendado pelo então ministro do Reino, Rodrigo da Fonseca Magalhães, «político hábil, cínico e astuto, a quem os contemporâneos chamavam a raposa», diz Mendes dos Remédios a pág. 579 da sua História da Literatura Portuguesa, 3.ª edição.

As razões da extinção constantes do relatório que prende o decreto, são tão vagas e imprecisas, que bem se vê ter ele obedecido a mero capricho ou retaliação pessoal de políticos e não a sérios motivos de administração pública.
Nem doutro modo se compreende que, quando da grande reorganização administrativa decretada em 6 de Novembro de 1836, que reduziu a 351 o número de concelhos, suprimindo 466 dos 817 que existiam, e que obedeceu às indicações do interesse público, fosse mantido o concelho de Alpalhão, e, decorridas menos de dezassete anos, fosse promulgado um decreto especial, suprimindo-o.

Há muitos anos ouvimos a uma pessoa de nossa família que hoje, se viva fosse, teria noventa e oito anos, e que, portanto, ao tempo da extinção do concelho contava já dezassete anos, relacionar tal extinção com certo facto ocorrido nesse tempo.

Fora o caso que, realizando-se em Alpalhão a procissão dos Passos, certo indivíduo fora preso pela autoridade local por ter atrevessado a referida procissão, parece que montado num cavalo. o homem, que devia ter influência política em Portalegre, fez logo o protesto de promover a extinção do concelho, e... conseguiu-o.

A aproximação das datas em que os factos se passaram, corrobora esta tradição.

Com efeito, do já referido relatório resulta que a extinção foi decretada em vista da consulta da Junta Geral do distrito de Portalegre, de 18 Março de 1853 e por informação e proposta do respectivo Governador Civil em Concelho de Distrito.
Ora, a Páscoa desse ano caiu a 27 de Março, tendo-se portanto, realizado a referida procissão dos Passos em 13 do mesmo mês (quinto domingo da quaresma) e, portanto, poucos dias antes daquela Consulta da Junta Geral.

Ao Concelho de Alpalhão pertenciam, à data da extinção, as freguesias de Tolosa e Gáfete, a primeira das quais, conjuntamente com a de Alpalhão, foi anexada ao concelho de Nisa, sendo-o a de Gáfete ao concelho do Crato. A freguesia de Alpalhão foi, por decreto de 26 de Setembro de 1895, separada do concelho de Nisa e anexada ao do Crato, mas voltou novamente ao de Nisa por decreto de 13 de Janeiro de 1898 e a ele pertence actualmente.Quando concelho independente, Alpalhão pertenceu, primeiramente, à antiga comarca de Portalegre e presentemente faz parte da comarca de Nisa.

publicado por DELFOS às 01:28
26 de Março de 2011

Ao que parece e é assim mostrado à plebe gavionense e a todo mundo também, a  20.ª Mostra de Artesanato, Gastronomia e Actividades Económicas, agendada e planeada para este ano de 2011, ano em que Ministro das Finanças não fez bem o trabalho de casa e levou assim um chumbo de tanto chumbo que deu no pessoal e foi assim rifado por tanto corte que deu com ele o estado social também, o político da praça local vem informar que a mesma se vai realizar no ano presente e citado e reduzindo-se assim  a despesa sem prejudicar a qualidade...

 

Muita bem!

Olhando assim para a coisa o blog "A TERRA do ALTO ALENTEJO" acredita que sim.

Ficará apenas saber se vai dar publicidade na televisão ou a passear nela. 

 

Mas a coisa tem que se fazer.

 

O mal será fechar a porta ao mundo. Como até ao ano passado.

 

Mas a mesma a ser realizada e a ter que ser feita não seria melhor e mais barata em jornais e revistas da especialidade ou nacionais e de grande tiragem...

 

A coisa não é social ou lá a cor da rosa não se mira e come o seu estado a ela a compreende a sua nobe e doce alma ou lá a sua exposição em tudo vai bem em lá um reino da fantasia...

 

Se vai aguardar ou lá o filme pelo seu desenlace..
Não deixa de ser uma grande filmagem se vos diga.

Mas o mais engraçado da questão e com o foco que lhe é dirigido, a ela, pela qualidade e a excelência que a mesma vem mostrando e dando aos seus súbitos algo de muito bom pelas estrelas, não as do céu, as que vai trazendo a estas terras de Gavião, a mesma ao fim destes anos todos ainda não foi ela capaz de se renovar e criar um mais valor que não igual e fazer uma diferenciação em relação a outras que estão na zona e também se vão fazendo com a mesma qualidade.

Não foi ainda capaz de jogar a bola para outros espaços vazios...

Apenas isto e tão só...

Apenas isto e tão só de ver uma "Marca" que se quer implementar e apenas se continua a mandar a bola para fora do campo e não se é capaz de compreender o que é uma "Marca" e a sua posição verdadeira no campo...

Que fará como quiser!

Fará como quiser e muito bem entender.

Apenas se lho consta...

Que apenas se lho consta !!!

publicado por DELFOS às 20:47
25 de Março de 2011

Mas o seu gentílico é MONTE-PEDRENSE, e mas quem faz a definição e aconselha a norma universal a ser pronunciada é, Alexandre Carvalho Costa, Crato, Gentílicos e Apodos.

 

Mas este amigo, ele vai muito mais longe no tocante a este povo e a estas gentes, " Os seus habitantes são apodados de BATATEIROS. Será por fazerem grande uso do cultivo da batata?

Há muitas localidades no nosso País, em que os seus naturais e residentes têm tal apodo. Ainda no nosso distrito, mas no concelho de Nisa, Alpalhão, aplicam aos seus habitantes o anexim BATATEIROS.

 

Julgo que tanto numa localidade como noutra será devido ao frequente cultivo da batata.

 

Haverá outra razão?

 

Ignoro.

 

Nas investigações que fiz, nada encontrei a tal respeito. "

publicado por DELFOS às 13:49
23 de Março de 2011

 

É em Portalegre !
É nos dias 15 e 16 de Abril .

É a Turismo do Alentejo, ERT a não continuar a brincar em serviço ou lá um faz de conta nestas bandas um estado de graça que não é ele e como ela sua e muito.

Blog a continuar a ficar muito admirado.

 
Não é suposto ver uma coisa assim.
 
A não estar dormindo e mesmo muito bem acordada uma organização nestas bandas...
 
 
A dita vai nos dias citados promover o 1.º CONGRESSO INTERNACIONAL ALENTEJO : PATRIMÓNIO DO TEMPO.

 
O blog diz ao caro Ceia da Silva que espera que os concelhos e agentes económicos não lhe faltem ou que não lhe façam um gazeta.
 
Que as freguesias também devem estar presentes, senão é mesmo a pura treta...
publicado por DELFOS às 17:43
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